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Parte II: Lélia Gonzales com nome e sobrenome
6. De negros em movimento ao movimento negro contemporâneo
7. Mulher negra fora do lugar
9. Amefricana: deslocamentos e horizontes de uma mulher negra na diáspora
Boa parte dessas associações cariocas, em conjunto com alguns clubes negros,
assinaram o manifesto do Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação
Racial (MNUCDR)13, lido publicamente em frente ao Teatro Municipal de São
Paulo em 1978. Lélia, com Abdias Nascimento e Elisa Larkin Nascimento,
compareceu ao ato público. Relembrando os bastidores da viagem, Elisa (2004, p.
2) comenta:
Entre 1978 e o início da década seguinte, Lélia Gonzalez atuou fortemente na
consolidação e ampliação do MNU. Assumiu o cargo de diretora executiva na
primeira eleição da Assembleia Nacional do Movimento Negro Unificado, ainda
em 1978. Dali em diante, trabalhou na articulação e, em especial, na formação
política dos ativistas, por meio de palestras, cursos, reuniões e produção de
textos, que eram divulgados em diferentes espaços e, sobretudo, na imprensa
negra, em particular no jornal do MNU.