O Liberalismo - O Ídolo Liberal na Política e na Economia

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November 23, 2019

O Liberalismo - O Ídolo Liberal na Política e na Economia

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  1. iberalismo O Ídolo Liberal na Política e na Economia Congregação

    Mariana da Imaculada Conceição e Santo Afonso de Ligório Manaus/AM - salvemaria.com.br
  2. Calendário Mariano S. Clemente I, Papa e M. 23.11 Último

    Domingo depois de Pentecostes 24.11 S. Catarina de Alexandria V. e M. 25.11 S. Silvestre, Ab. E Conf. 26.11 S. João Berchmans e S. Leonardo de Porto- Maurício 26.11 Nossa Senhora das Graças 27.11 Féria 28.11 Féria 29.11
  3. Referências ❖ O Liberalismo é Pecado – D. Félix Sardá

    y Salvany ❖ The Liberal Illusion – Louis Veuillot ❖ O Liberalismo – Perillo Gomes ❖ Encíclicas de Leão XIII e de Pio XI
  4. Plano de Aula ❖ Heresias Medievais ❖ O Nominalismo de

    Ockham ❖ Revolução Protestante ❖ Lutero e o Livre-exame ❖ O Estado e a Igreja ❖ Leão XIII ❖ Liberalismo na Economia ❖ Filósofos do liberalismo ❖ Igreja e economia ❖ Leão XIII e Pio XI
  5. None
  6. As Heresias Medievais ❖ Guilherme de Ockham (1285 – 1347)

    ❖ Nominalismo ❖ Simplismo ❖ Defesa da Liberdade total ❖ Supremacia do Estado sobre a Igreja ❖ Destruição da escolástica
  7. A Revolução Protestante ❖ Martinho Lutero (1483 – 1546) ❖

    Igualdade Religiosa ❖ Religião do Príncipe – Religião do povo ❖ Liberdade moral ❖ Fé sem obras ❖ Santidade do pecado
  8. John Locke ❖ Religião é fruto do ambiente ❖ Igualdade

    entre todos os homens (menos o primitivo) ❖ Havendo condição material, há moral: Liberdade –> Propriedade –> Riqueza –> Bem moral. ❖ Carta sobre a Tolerância (1689 – 1692) ❖ Os juízes e o estado não podem julgar de forma confiável ❖ Não é possível haver apenas uma religião ❖ Coerção levaria a mais problemas que a diversidade
  9. Thomas Hobbes ❖ Moral utilitarista ❖ Necessidade de um estado

    forte – Leviatã ❖ Só pode haver paz entre homens submissos a um poder absolute e central – contrato social ❖ União de Estado e Igreja – Monarca a cabeça ❖ Crítica ao livre exame ❖ Só se conhece o que pode ser sentido
  10. Jean-Jacques Rousseau ❖ (1712 – 1778) Educação calvinista, enciclopedista ❖

    O homem é naturalmente bom – Mito do bom selvage ❖ Religião natural que emana do homem ❖ Do Contrato Social -> Absolutismo do povo ❖ O bem vem da maioria ❖ Oposição a Hobbes
  11. Igreja e Estado ❖ 01 de Novembro de 1885 ❖

    Sobre a Constituição Cristã dos Estados ❖ O poder público vem de Deus ❖ O dever dos governantes ❖ O dever da sociedade para com Deus ❖ Religião de Cristo é a verdadeira ❖ A Igreja recebeu a missão de Cristo ❖ Igreja sobre o Estado Imortale Dei
  12. Igreja e Estado ❖ “Quem resiste ao poder resiste à

    ordem estabelecida por Deus, e os que lhe resistem atraem a si mesmos a condenação” (Rom 5, 2).
  13. Immortale Dei “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho

    governava os Estados. Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. Então a religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos príncipes e à proteção legítima dos magistrados. Então o sacerdócio e o império estavam ligados em si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda expectativa, frutos cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer.”
  14. Immortale Dei ❖ Autoridade da Igreja ❖ Sociedade perfeita ❖

    Direitos conferidos por Cristo ❖ Formas de Governo ❖ Tolerância ❖ Proibição e tolerância do erro ❖ Não se force a conversão ❖ Obediência às leis ❖ Leis iníquas nos eximem da obrigação ❖ Liberdade ❖ Verdadeira Liberdade não deixa o homem escravo do erro Princípios Fundamentais
  15. Immortale Dei ❖ Sobre o gozo material ❖ Abuso do

    Estado sobre a família ❖ A Igreja não condena as formas de governo e estado modernos cujos princípios não sejam errados ❖ O Papa deve ensinar a doutrina verdadeira ❖ “movidos como somos pela consciência das altíssimas e santíssimas obrigações da missão apostólica de que estamos investidos” ❖ Os católicos devem aceitá-la e praticá-la Princípios Fundamentais
  16. Usura ❖ Aristóteles ❖ Judaísmo ❖ Cristianismo ❖ Islamismo ❖

    Protestantismo Na História
  17. Usura “O que há de mais odioso, sobretudo, do que

    o tráfico de dinheiro, que consiste em dar para ter mais e com isso desvia a moeda de sua destinação primitiva? Ela foi inventada para facilitar as trocas; a usura, pelo contrario, faz com que o dinheiro sirva para aumentar-se a si mesmo; assim, em grego, lhe demos o nome de tokos, que significa progenitura, porque as coisas geradas se parecem com as que as geraram. Ora, neste caso, a moeda que torna a trazer moeda, gênero de ganho totalmente contrário à natureza” Na História
  18. Santo Tomás ❖ “Todo aquele que vende mais caro que

    comprou é negociante mas só quem comprou com o fim de vender mais caro. Quem porém comprou uma coisa, não para vendê-la mas, para conservá-la e, depois, por alguma causa quer vendê-la, não faz negócio, embora a venda mais caro. Pois, pode fazê-lo licitamente, quer por ter melhorado a coisa, ou porque o preço dela mudou, conforme à diversidade de lugar ou de tempo; ou pelo perigo a que se expõe transportando-a de um lugar para outro ou fazendo-a transportar. E nesse caso não é injusta nem a compra nem a venda.”
  19. Santo Tomás ❖ “Quem mutua dinheiro transfere o domínio deste

    ao mutuado; portanto, o mutuado guarda o dinheiro, respondendo pelo perigo de perdê-lo, e está obrigado a restituí-lo integralmente. Por isso, o mutuante não pode exigir mais do que o emprestado. Mas, quem entrega o seu dinheiro a um negociante ou a um artífice a título de sociedade, não lhe transfere, mas permanece seu; de modo que, respondendo pelo perigo de perdê- lo, o negociante e o artífice o empregam. Portanto, pode o dono licitamente esperar parte do lucro dele proveniente, como de coisa sua.” ❖ IIa IIae Q. 78, art. 03 (Justiça)
  20. Usura ❖ Exemplos de empréstimos lícitos e ilícitos ❖ Empréstimo

    para construção ❖ Empréstimo para tratamento médico ❖ Aumento de taxa de empréstimo e os juros “usurários” ❖ Portanto, a rigor a Usura nada tem a ver com o valor dos juros cobrados, mas sim com o fato de haver ou não um incremento produzido pelo capital investido que seja pelo menos igual ao tributo exigido. ❖ Não, destruir, exaurir o que toma emprestado
  21. Usura ❖ Portanto, a rigor a Usura nada tem a

    ver com o valor dos juros cobrados, mas sim com o fato de haver ou não um incremento produzido pelo capital investido que seja pelo menos igual ao tributo exigido. ❖ A Usura, portanto, é a cobrança de juros sobre um empréstimo improdutivo ou de juros superiores ao incremento real gerado por um empréstimo produtivo. É a exigência de algo ao qual o credor não tem direito
  22. Protestantismo e Economia ❖ Martinho Lutero (1483 – 1546) ❖

    Liberdade moral ❖ Fé sem obras ❖ Santidade do pecado ❖ Economia sem moral ❖ Lucro pelo lucro como fim último
  23. John Locke ❖ Religião é fruto do ambiente ❖ Igualdade

    entre todos os homens (menos o primitivo) ❖ Havendo condição material, há moral: Liberdade –> Propriedade – > Riqueza –> Bem moral. ❖ Individualismo e livre comércio absoluto
  24. Adam Smith ❖ 1723 – 1790 ❖ Teoria dos Sentimentos

    Morais (1759) ❖ A moral surge das relações sociais e da empatia ❖ A Riqueza das Nações ❖ O auto-interesse ❖ “Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse (self- interest), é levado por uma "mão invisível" a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade” ❖ “Das Adam Smith Problem”
  25. Isaac Chapelier ❖ 1754 – 1794 ❖ Lei de Chapelier

    (14/06/1791) ❖ Extinção das corporações de ofício ❖ Proibição de sindicatos e greves ❖ Em prol da livre empresa ❖ Presidente da Assembleia Constituinte ❖ Defensor da tomada dos bens da Igreja pelo estado ❖ Condenado e morto por Robespierre por atentar contra a revolução
  26. John Stuart Mill ❖ 1806 - 1879 ❖ Critério básico:

    algo é ruim ou bom se tolhe ou não a Liberdade do indivíduo ❖ Liberdade de expressão como necessária ao progresso ❖ Promoção da “religião do humanismo” ❖ Cristianismo como superstição perniciosa que é pedra de tropeço para a felicidade humana
  27. Ludwig von Mises ❖ 1881 - 1973 ❖ Escola Austríaca

    ❖ Ação Humana ❖ Liberdade individual como bem básico ❖ Cristianismo como pernicioso
  28. Ludwig von Mises ❖ 1881 - 1973 ❖ “A pregação

    de Jesus de um Reino vindouro destrói todos os laços sociais” ❖ Comparação de Nosso Senhor com os bolcheviques ❖ “Jesus despreza os ricos, incitando o mundo à violência contra eles e suas propriedades” ❖ “O Homem Rico é condenado porque ele é rico, o Mendigo é louvado porque ele é pobre.”
  29. Ludwig von Mises ❖ 1881 - 1973 ❖ “A Igreja,

    e não o liberalismo Iluminista, abriu caminho para o Socialismo” ❖ “Porque ela se opõe ao liberalismo, a Igreja é uma inimiga da sociedade” ❖ “O liberalismo é superior ao cristianismo e tem restaurado a humanidade por meio da destruição da Igreja, motivo pelo qual a Igreja o odeia” Do capítulo 29 de Socialismo
  30. Murray Rothbard ❖ 1926 - 1995 ❖ Libertarianismo e anarcocapitalismo

    ❖ Consequência última do ídolo liberal ❖ Liberalismo e comunismo se encontram ❖ Contratos e extinção do estado ❖ O problema da moral
  31. Ideais Liberais ❖ Centro de tudo está na iniciativa e

    interesses individuais ❖ A única lei fundamental está na oferta e na demanda. Respeitando-a totalmente, haverá harmonia nos interesses espontaneamente ❖ Assinala o lucro como fim último da economia ❖ O trabalho humano é visto como uma mercadoria a mais, sem contar a dignidade do trabalhador ❖ Ressalta o individualismo Na Economia
  32. Socialismo e Comunismo ❖ As duas forças aparentemente contrárias ❖

    O nacionalismo como forma de liberalismo ❖ Comunismo e liberalismo e o comum fim último Surgimento como oposição ao capitalismo
  33. Igreja e Economia ❖ 15 de Maio de 1891 ❖

    Sobre a Condição dos Operários ❖ Causas do conflito ❖ A solução socialista ❖ A propriedade particular ❖ Uso comum dos bens criados e propriedade particular deles ❖ Obrigações dos operários e dos patrões ❖ A Igreja e a caridade durante os séculos Rerum Novarum
  34. Igreja e Economia ❖ 15 de Maio de 1931 ❖

    Sobre Rerum Novarum de Leão XIII ❖ Ação da Igreja ❖ Os trabalhadores ❖ Corporações ❖ Direito de propriedade ❖ Poderes do Estado ❖ Condições injustas de trabalho ❖ A Rerum Novarum para os trabalhadores Quadragesimo Anno
  35. Igreja e Economia ❖ 15 de Maio de 1931 ❖

    Sobre Rerum Novarum de Leão XIII ❖ O justo salário ❖ A ordem social ❖ Relação entre trabalhador e patrão ❖ Erros modernos: avanço do liberalismo e socialismo ❖ Socialismo em todos os âmbitos ❖ A solução: a caridade Quadragesimo Anno