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March 31, 2019
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Odes

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  1. O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO? VOCÊ CIDADÃO C O M

    P O R T A M E N T O E C O N S U M O Aprenda hoje como os consumidores veem as causas, a ética e a política no consumo. Com mais de 180 páginas a versão completa, o estudo foi dividido em duas grandes partes: a primeira apresenta os dados e as análises de modo detalhado, a segunda parte traz a visão do Observatório de Sinais, as principais conclusões, insights e recomendações. GRÉGOIRE GICQUEL, AKA GREYGOUAR
  2. Nas últimas décadas, observadores e analis- tas foram praticamente unânimes

    ao ressaltar o desinteresse dos cidadãos pela política. Com exceção de casos pontuais, o indivíduo con- temporâneo tem sido frequentemente descrito como um ser globalizado, conectado e consumista, mas não como um ator político, no sentido que o termo havia adquirido nos anos 1960 e 70, pródigos em mobilizações e engajamentos (direitos civis, pacifismo e movi- mentos operários, por exemplo) ou mesmo na década de 1980, no Brasil (redemocratização). O caso brasileiro é sintomático. Desde os “caras pintadas” do início dos anos 1990, não tinha havido mais nenhum grande movimento mobilizador da sociedade.
  3. / / 2010 Os anos 2010 têm sido, ao contrário,

    marcados por movimentos sociais e mo- bilizações de toda ordem, que estouraram um pouco por toda parte. Na esteira de uma crise global, econômica e social quase sem precedentes - cuja medida mais próxima de comparação foi a de- pressão dos anos 1930 -, diversos países e regiões do mundo se viram às voltas com fenômenos como o Occupy Wall Street, a Primavera Árabe ou os “indigna- dos” da Espanha. Entre nós, 2013 marca uma reversão de quadro no mesmo sentido: a partir de junho daquele ano, uma série de manifes- tações levaram à constatação de que “o monstro das ruas” havia acordado, com o auxílio das redes sociais e dos smart- phones. A esse quadro, é preciso acrescentar a mudança de ethos cultural trazida pelo advento da Geração Y. Impactados direta- mente pela crise econômica, os millennials, com sua propensão a “pensar e fazer fora da caixa”, estão mais prontos a dar vazão à sua insatisfação, sob alguma forma de ação. De fato, o ativismo tornou-se uma es- pécie de marca registrada dessa geração, aparentemente muito tolerante e sensível a causas e a reivindicações de grupos es- pecíficos, especialmente no que concerne às questões identitárias. Tudo isso somado levou à percepção de que, agora, é a despolitização que está fora de moda. Seja nos EUA, em países europeus, na Coreia do Sul ou no Brasil, a elevação da temperatura do debate político e o novo interesse por questões éticas são as duas pontas que formariam uma espécie de continuum. Com esse pano de fundo, as marcas não tardaram a reagir. Nos últimos anos, te- mos visto uma proliferação de ações, campanhas e posicionamentos sobre o binômio causas e política, sob a bandeira do “marketing de propósitos”. O pressu- posto é que o consumidor de hoje, mais politizado, deseja que as marcas partici- pem ativamente desse debate. Ora, saber se isso corresponde à realidade, do ponto de vista do consumidor brasileiro, tornou- se uma questão estratégica para as mar- cas. TOBIAS ZILS
  4. PERGUNTAS 1. É pertinente falar de um “con- sumidor político”?

    2. O suposto comportamento engajado do indivíduo con- temporâneo se reflete em suas atitudes para com o mercado e as marcas? 3. E as marcas, como devem se posicionar diante desse con- sumidor? Elas devem ser as guardiãs da ética e dos valores? Devem orientar a opinião pública sobre suas escolhas políticas? 4. Existem alternativas para o posicionamento das marcas? Quais são elas? 5. Como o cidadão vê o papel das novas mídias e das mídias tradicionais no debate social, ético e político? 6. E quanto aos artistas e celebri- dades, que têm tido um papel proeminente nesse debate, como o cidadão percebe a sua influência? 7. Como equacionar a questão da influência, de modo mais am- plo, hoje em dia? Quais são, no presente, os principais vetores de influência? 8. Qual é o perfil comportamental do “novo ator político” bra- sileiro? O NORTE PARA A CONSTRUÇÃO DO ESTUDO
  5. Esta publicação, dirigida aos profis- sionais do mercado e ao

    universo das marcas, traz os principais dados, infor- mações, análises e recomendações ref- erentes ao consumo e ao comportamen- to do consumidor brasileiro pesquisado. A pesquisa Você, Cidadão foi concebida para complementar o panorama desenha- do pelo estudo Depois de Amanhã: Con- sumo e comportamento jovem no Brasil , realizada e publicada pelo ODES em 2016. Assim, o foco de Você, Cidadão são os indivíduos adultos de 35 a 59 anos, membros das gerações X e Baby Boom, ao passo que Depois de Amanhã privi- legiou os jovens das Gerações Y e Z. O relatório final de Você, Cidadão acabou sendo dividido em duas grandes partes, a primeira focada no comportamento do cidadão-consumidor e a segunda, no perfil do novo ator político brasileiro. COMO OS CONSUMIDORES VEEM AS CAUSAS, A ÉTICA E A POLÍTICA NO CONSUMO? DARIO CALDAS DIRETOR ODES Osíris Lambert Trama Fotografia
  6. 01 02 03 01 CONTEXTO SOCIOCULTURAL Sinais e manifestações /

    Mídias e redes sociais / Artistas e celebridades / Influência 02 - VOCÊ, CIDADÃO: COMPOR- TAMENTO DE CONSUMO Nível de exigência / Ação / Escolha / Cri- térios / Onde e como 03 - VOCÊ, CIDADÃO: COMPOR- TAMENTO DE CONSUMO A marca que admiro / Fidelidade / Marca x ética . / Engajamento pessoal / Marcas e produtos éticos: visão do consumidor / Marcas e política
  7. 6 04 05 04 - VISÃO ODES Um consumidor político?

    / Perfil do cidadão-consumidor / O consu- midor e a ética / Direitos emocio- nais dos 35-59 anos. 05 - RECOMENDAÇÕE / TENDÊNCIAS CONCLUSÃO METODOLOGIA EQUIPE
  8. 10 LEMBRANÇA DA MARCA VOCÊ CONSEGUE SE LEMBRAR DE UMA

    MARCA QUE TENHA TOMADO UMA POSIÇÃO EM RELAÇÃO A UMA CAUSA OU QUESTÃO POLÍTICA? GERAL SIM NÃO HOMENS MULHERES SIM NÃO SIM NÃO 0 25 50 75 35% 65% 25% 75% 33% 67%
  9. 11 NÃO verificam a posição das marcas em relação a

    causas e política, antes de comprar 70 % PESQUISAR A MARCA VOCÊ COSTUMA PESQUISAR AS POSIÇÕES DE UMA MARCA EM RELAÇÃO A CAUSAS E QUESTÕES POLÍTI- CAS, ANTES DE REALIZAR UMA COMPRA? GERAL SIM NÃO HOMENS MULHERES 0 25 50 75 30% 70% 25% 33% MULHERES + sensíveis 1/3 ENGAJAMENTO HOMENS + sensíveis 1/4
  10. 12 T rata-se de uma faixa intermediária e peculiar, hoje

    em dia. Nela se encontram os Y-dults, os primeiros millennials que começam a ultrapassar a barreira dos 35 anos. Eles conservam parte dos valores Y, mas não se reconhecem nos estereótipos adolescentes com que são tratados pelo mercado. Começam a ter que lidar com responsabilidades e problemas que antes, provavelmente, desconheciam, como casamento, filhos, carreira, etc. 35 44 ANOS Y_DULTS EDUCADA +
  11. 15 Os consumidoras- alfa desse nicho são as mulheres adultas

    jovens (20- 40 anos), educadas (nível universitário) e urbanas, basicamente de classe média. Para elas, o empodera- mento feminino é vivi- do como uma forma de afirmação individual. São muito atentas às suas posições e, por extensão, aos produtos
  12. 17 CURTO-CIRCUITO DA INFLUÊNCIA O fenômeno que talvez melhor expresse

    a individualização, no consumo ou na sociedade de modo mais amplo, é o que temos chamado de curto-circuito da influência. ““
  13. 20 METODOLOGIA ETAPAS QUANTI Questionário online 1 Testagem de orientações

    gerais do estudo (3 perguntas, 64 participantes sob convite, abril-maio 2017) Questionário online 2 Questionário “Você, Cidadão” (32 perguntas, 520 participantes, 18 a 59 anos, ambos os sexos, em 10 Estados e Distrito Federal, junho-julho 2017). ETAPAS QUALI Desk research Amplo monitoramento de publicações e outras pesquisas, nacionais e internacio- nais, sobre o tema. Entrevistas com especialistas e formadores de opinião Mapeamento de tendências com a metodologia dos sinais Entrevistas em grupo 2 grupos de 8 indivíduos, ambos os sexos, 35-59 anos, em São Paulo. Entrevistas em profundidade 30 entrevistados, homens e mulheres, 35 a 59 anos, 4 estados brasileiros (RS, SP, RJ, CE). Netnografia Observação do comportamento online de indivíduos e grupos. Monitoramento de Facebook, blogs e sites estratégicos. Análise comportamental Construção de perfis de consumidores e eleitores. GUSTAVO MINAS
  14. 21 EQUIPE COORDENAÇÃO Dario Caldas CONTEÚDO E ANÁLISES Gilles Lipovetsky

    Myris Verardi Dario Caldas RECRUTAMENTO E PESQUISA DE CAMPO Cesar Salles Carolina Albuquerque Jamile Freitas Gisele Brasil Bibiana Whitman Myris Verardi Dario Caldas DESIGN Cesar Salles
  15. 25 JANNE-IIVONEN em profundidade +análises Entrevistas com consumidores, espe- cialistas

    e formadores de opinião +Insights +dados qualitativos e quantitativos estratégicas para equipe de P&D e inovação +informações
  16. 26 + Ensinamos como as marcas devem se posicionar diante

    desse consumidor. + Aprenda o que os consumidores esperam e desejam de fato do mercado. + Saiba como o cidadão vê o papel das novas mídias e das mídias tradicionais no debate social, ético e político. + Como o comportamento engajado do indivíduo contemporâneo se reflete em suas atitudes para com as marcas. +180 páginas para pesquisa
  17. 27 O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO? COMPRAR AGORA Acesse nosso

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