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Tratamento de esgotos

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July 04, 2012
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Tratamento de esgotos

eiat porra

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July 04, 2012

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  1. Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Sanitária e

    Ambiental Disciplina: ENS 5106 – Saneamento Semestre 2010 – 02 Prof. Flávio Rubens Lapolli, Dr. Cap. 3 – Esgoto Sanitário Manual de Saneamento - FUNASA ENS 5106 http://www.youtube.com/watch?v=P2ShcHsEGts http://www.youtube.com/watch?v=TaZkY5__Kls Vídeos Tratamento Água ! Tratamento Esgoto !
  2. Esgotamento Sanitário - Tratamento 3.1 Considerações Gerais Dejetos Humanos !

    Germes patogênicos Febre Tifóide e Paratifóide Diarréias Infecciosas Amebíase Ancilostomíase Esquistossomose Teníase ENS 5106
  3. 3.1.1. Importância Sanitária Destino adequado dos dejetos visa o controle

    e prevenção de doenças a eles relacionadas Soluções – Objetivos: •  Evitar a poluição do solo e dos mananciais de abastecimento de água •  Evitar o contato de vetores com as fezes •  Propiciar a promoção de novos hábitos higiênicos na população •  Promover o conforto e atender ao senso estético. ENS 5106
  4. 3.1.2. Importância Econômica A ocorrência de doenças podem levar o

    homem a inatividade ou reduzir sua potencialidade para o trabalho. São considerados os seguintes aspectos: •  Aumento da vida média do homem, pela redução da mortalidade em conseqüência da redução dos casos de doenças; •  Diminuição das despesas com o tratamento de doenças evitáveis; •  Redução do custo do tratamento de água de abastecimento, pela preservação dos mananciais; •  Controle da poluição das praias e dos locais de recreação com o objetivo de promover o turismo; •  Preservação da fauna aquática, especialmente os criadouros de peixes. ENS 5106
  5. 3.2. Esgotos Domésticos 3.2.1. Conceito Esgoto Sanitário (Doméstico) é aquele

    que provem principalmente de residências, estabelecimentos comerciais, instituições ou quaisquer edificações que dispõem de instalações, banheiros, lavanderias e cozinhas Composição: água de banho, excretas, papel higiênico, restos de comidas, sabão, detergentes e águas de lavagem. 3.2.2. Características dos excretas As fezes humanas compõem-se dos restos alimentares ou dos próprios alimentados transformados pela digestão, integrando-se as albuminas, as gorduras, hidratos de carbono e as proteínas, sais e uma infinidade de microrganismos. Na urina são eliminadas algumas substâncias, como a uréia, resultantes das transformações químicas de compostos nitrogenados. ENS 5106
  6. 3.2.3. Características dos Esgotos 3.2.3.1 Características Físicas Máteria Sólida: 99,9%

    água e 0,1% de sólidos Temperatura: Pouco superior à das águas de abastecimento Odor: Mofo (esgoto fresco) e Ovo podre (esgoto velho ou séptico) em vista da presença de gás sulfídrico. Cor e Turbidez: Tonalidade cinza (esgoto fresco) e a Cor preta (esgoto velho) Variação de Vazão: Função dos hábitos dos habitantes. 80% da água consumida são lançados na rede coletora de esgotos. 3.2.3.2 Características Químicas Matéria Orgânica: Proteínas (40 a 60%), Carboidratos (25 a 50%), Óleos e Gorduras (10%) e uréia, surfactantes, fenóis, etc) Matéria Inorgânica: Areia e Substâncias minerais dissolvidas . ENS 5106
  7. 3.2.3.3 Características Biológicas Microrganismos de Águas Residuárias: Bactérias, Fungos, Protozoários,

    Vírus e Algas Indicadores de Poluição: Bactérias Coliformes, típicas do intestino do homem e de outros animais de sangue quente (mamíferos) Presentes nas fezes humanas (100 a 400 bilhões de coliformes/hab.dia) 3.2.4 Produção de Esgoto ! depende da oferta de água 3.2.5 Bactérias aeróbias e anaeróbias e facultativas 3.2.6 Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO5 ) Mede a quantidade de matéria orgânica presente no esgoto ou a quantidade de oxigênio para estabilizar a matéria orgânica. Em geral a DBO5 dos esgotos varia de 100 a 300 mg/L ENS 5106
  8. 3.3 Conceito de Contaminação Excretas Mãos Vetores Solo Alimentos Água

    Boca Ou Pele Doença Figura 1: Fluxo de contaminação Fecal Fonte: Adaptado de Dacach, 1990 Concentrações nocivas à saúde dos seres humanos, tais como: organismos patogênicos, substâncias tóxicas ou radioativas ENS 5106 BARREIRA SANITÁRIA
  9. 3.4 Sobrevivência das Bactérias Sobrevivência no solo: Bacilo Tifoidico: 7

    dias no esterco 22dias em cadáveres enterrados 15 a 30 dias em fezes 70 dias em solo úmido 15 dias em solo seco Bacilo Disentérico: 8 dias em fezes 70 dias em solo úmido 15 dias em solo seco Disseminação de Bactérias no solo: 1m de raio na horizontal 3m na vertical Disseminação de Bactérias em águas subterrâneas: •  11m no sentido do fluxo (1 a 3m/dia de fluxo) •  Poluição Química pode se estender até 95m ENS 5106
  10. 3.5 Estabilização dos Esgotos O esgoto sanitário possui matéria orgânica,

    constituída de poucas substâncias simples (CHONPS) como: •  Carbono (C) •  Hidrogênio (H) •  Oxigênio (O) •  Nitrogênio (N) •  Fósforo (P) •  Enxofre (S) Que combinados de diversas maneira e proporções formam a imensa variedade de compostos orgânicos em estado sólido, líquido e gasoso. A decomposição aeróbia acontece quando a matéria orgânica está em contato com o oxigênio livre. A decomposição anaeróbia produz gases fétidos (gás sulfídrico, mercaptano, etc) O ciclo da decomposição (da vida e da morte) pode ser representado pelos principais componentes da matéria orgânica (Carbono, Nitrogênio e Enxofre) ENS 5106
  11. 3.8 Soluções Individuais para Tratamento e Destinação dos Esgotos Sanitários

    3.8.1 Onde não existe água encanada Privada com Fossa Seca Privada com Fossa Seca Ventilada Privada com Fossa Estanque Privada com Fossa de Fermentação (tipo Cynamon Dimensionamento depende o tempo de vida útil ENS 5106
  12. 3.8 Soluções Individuais para Tratamento e Destinação dos Esgotos Sanitários

    3.8.2 Onde existe água encanada Privada com vaso sanitário Vide NBR 7229/93 – Projeto, Construção e Operação de Tanques Sépticos Vide NBR 13969/97 – Tanques Sépticos – Unidades de Tratamento Complementar e Disposição Final de Efluentes Líquidos – Projeto, Construção e Operação ENS 5106