Apresentada na Python Brasil 2026
Tenho mais chapéus do que é saudável a uma pessoa só: executivo de uma consultoria pequena, dev sênior em uma empresa internacional, voluntário e líder de uma comunidade open source, filho, pai, marido e com diversos boletos para pagar.
Cada papel tem seu vocabulário, prazos, urgências e seu próprio modo de me consumir. Some a isso TDAH, os diversos interesses e hobbies, e o resultado é caótico.
Nessa apresentação eu conto como cheguei num workflow que parece funcionar pra mim:
- Notas em markdown como ponto de partida — uma forma de externalizar memória de trabalho e ancorar contexto entre janelas de atenção que duram pouco.
- Um agente de IA pra programação como catalisador: processos informais que eu carregava na cabeça viraram Skills e subagentes reutilizáveis.
- Zora, um assistente pessoal construído em cima disso, que cuida das tarefas chatas e repetitivas — documentar código, contabilizar horas, gerar relatórios, organizar burocracia — me deixando livre pra explorar as muitas ideias novas que aparecem no caminho.
Não é tutorial nem manifesto. É um relato pessoal, honesto, com o que custou caro descobrir, o que ainda não funciona, e por que essa é a MINHA solução — provavelmente não a sua, mas talvez possa ser a semente da sua automação