Computação - Pós-graduando em Arquitetura de Software - Aprox. 10 anos de exp. em desenvolvimento de software - Engenheiro de Software Sênior na CI&T - Co-fundador e co-host do podcast Taverna da Programação - Blumenau - SC
nuvem no qual o provedor de nuvem aloca recursos da máquina sob demanda, gerenciando os servidores.[...] Quando um aplicativo não está em uso, não há recursos alocados. O preço é baseado na quantidade de recursos consumidos.” - Wikipedia “Os servidores ainda são usados nesse modelo, mas eles são abstraídos do desenvolvimento de aplicações. O provedor de nuvem fica responsável pelas tarefas rotineiras de provisionamento, manutenção e escala da infraestrutura do servidor. Os desenvolvedores só precisam empacotar o código em containers para fazer a implantação.” - RedHat
Lambda, Azure Functions, Google Cloud Functions - API Gateway - Serviços de Gateway de API que servem como entrada para sua aplicação - Banco de dados - AWS DynamoDB, Google Firebase
aplicações do zero, totalmente serverless - Resolver situações específicas em sistemas já prontos: Criar thumbnails - Execução de ações agendadas: Integrações entre sistemas que executam de tempo em tempo
- Praticidade para criar MVPs - Sem grandes burocracias - Código “ready to deploy” - Não exige configurações complexas de infraestrutura - Acesso aos demais serviços disponibilizados pelo provedor de nuvem (SaaS)
partir de arquivos de código ao invés de processos manuais. Facilita a manutenibilidade da infraestrutura e padronização no provisionamento de recursos Permite o versionamento dos estados da infraestrutura uma vez que estes arquivos sejam versionados por algum sistema de controle de versão (git)