Treinamentos dedicava-se exclusivamente ao setor de manutenção. Alcançando uma base técnica e uma aguda visão de mercado, a identificação e aproveitamento de novas demandas foram passos naturais que estenderam suas atividades em Consultoria de Segurança do Trabalho e Treinamentos Industriais em QSMS praticados no nosso CT, In Company e a Bordo de Plataformas. Pelo seu dinamismo e versatilidade de suas ações, a FOX Treinamentos atualmente entrega serviços e pessoas ao talento criativo de sua organização e continua na busca constante da excelência na prestação de seus serviços. Visite nosso site e conheça mais sobre a FOX, além de outros treinamentos.
e Resposta 01 Enfermeiro e/ou Técnico de Enfermagem 03 Supervisor de Treinamentos 02 Técnico de Segurança do Trabalho 01 Auxiliar Administrativo 04 Auxiliar de Serviços Gerais 02 Motorista 01 O dimensionamento do quadro de profissionais designados à execução de atividades de Emergência, conforme abaixo: Observação: o quantitativo de profissionais Técnicos de Segurança do Trabalho poderá ser maior, conforme a quantidade de treinamentos realizados na Base FOX Treinamentos.
– Colete Imobilizador Dorsal 02 Colar Cervical (P, M e G) 06 Umbú 02 Pocket Mask 01 Maleta de Primeiros Socorros 02 Alarme de Emergência 01 Extintores de Incêndio 04 Todos os ambiente possuem sinalização com placas de Saída fotoluminescentes. Os recursos materiais para utilização em Emergências no Base FOX Treinamentos relaciona-se abaixo:
pó químico seco: Indicado para incêndio de classe B (líquido inflamáveis). Age por abafamento. Pode ser usado também em incêndios de classes A e C. Extintor com água pressurizada: Indicado para incêndios de classe A (madeira, papel, tecido, materiais sólidos em geral). Extintor com gás carbônico: Indicado para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado), por não ser condutor de eletricidade. Tipos de Extintores Extintores de Incêndio são distribuídos em toda planta, de forma identificável e fácil acesso, estes são:
AO PORTÃO PRINCIPAL A ÁREA DE TREINAMENTOS E A RECEPÇÃO. ATENÇÃO Ao ser TRANSMITIDO PELA BOCA DE FERRO a condição de EMERGÊNCIA, TODOS devem prosseguir com a Evacuação Imediata para o Ponto de Encontro, conforme imagem acima.
4 PORTAS QUE É DISPONIBILIZADO EXCLUSIVAMENTE PARA SOCORROS DE NOSSOS ALUNOS E COLABORADORES EM INCIDENTES E ACIDENTES LEVES. A BASE FOX TREINAMENTOS ESTA À APENAS 6,1 QUILOMETROS DE DISTÂNCIA DO HPM HOSPITAL PÚBLICO DE MACAÉ. O TEMPO MÉDIO DE DESLOCAMENTO É DE 14 MINUTOS
ACIDENTES MÉDIOS E GRAVES O APOIO EXTERNO PARA A REMOÇÃO DE VÍTIMAS O GRUPAMENTO DE BOMBEIRO MILITAR, O QUAL ESTÁ A APENAS 1,7 QUILÔMETROS DE NOSSA BASE. O TEMPO MÉDIO DE DESLOCAMENTO É DE 6 MINUTOS. TELEFONE DE EMERGÊNCIA BOMBEIROS BOMBEIRO MILITAR 193
Treinamentos; É expressamente proibido a utilização de adornos durante as aulas práticas; É expressamente proibido a utilização de bermudas, shorts, camisetas cavadas ou trajes impróprios as dependências da FOX Treinamentos; e É expressamente proibido o uso de chinelo, sandálias ou afins nas dependências da FOX Treinamentos;
chão; É expressamente proibido ultrapassar as sinalizações de segurança; É expressamente proibido levar alimentos para dentro das salas de aula; e É expressamente proibido fumar nas dependências da FOX Treinamentos; REGRAS INTERNAS OUTROS ASSUNTOS – CT CENTRO DE TREINAMENTO
PARA PARTICIPAÇÃO DE TREINAMENTOS PRÁTICOS NO PÁTIO DE COMBATE À INCÊNDIO, PISCINA E TREINAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS. Siga as orientações do instrutor quanto ao EPI a ser utilizado.
agir de acordo com PEL – Plano de Emergência Local – CT Centro de Treinamentos. Atenda suas instruções de Emergências! Siga pela Rota de Fuga até o Ponto de Encontro conforme orientação!
(Duração 15 min.) ALMOÇO 11h15min ou 11h30min (Duração de 1h) RETORNO DO ALMOÇO 12h15min ou 12h30min (Duração de 1h) INTERVALO DA TARDE 15h ou 15h20min (Duração 15 min.) TÉRMINO A PARTIR DE 16h30min HORÁRIOS OUTROS ASSUNTOS – CT CENTRO DE TREINAMENTO
NOS LOCAIS DE TREINAMENTO, PORTANTO, NOS AJUDE A RESPEITAR OS HORÁRIOS E PROCEDIMENTOS ESTABELICIDOS. NUMA NECESSIDADE ESPECIAL SOLICITE A SUA EMPRESA OU SEU COORDENADOR QUE NOS ACIONE FORMALMENTE.
1- Compreender a combustão, triângulo do fogo. 2- Descrever o fenômeno da combustão. 3- Listar os princípios da prevenção do incêndio a bordo. 4- Discorrer sobre as causas de propagação do incêndio. 5- Citar os métodos preventivos. 6- Descrever vigilância e sistema de patrulha. 7- Identificar o sistema de detecção. 8- Listar as ações ao ser detectado fumaça ou fogo. 9- Discorrer sobre a necessidade de inspecionar.
chamada COMBUSTÃO ou queima entre três elementos: COMBUSTÍVEL, COMBURENTE e TEMPERATURA DE IGNIÇÃO OU ENERGIA DE ATIVAÇÃO. Para facilitar a compreensão do processo de combustão, foi criada uma abstração geométrica, denominada TRIÂNGULO DO FOGO. Pág 09 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
Na natureza teoricamente nenhum material é incombustível, mas para efeito prático, dividimos os corpos em combustíveis e incombustíveis. Onde os combustíveis apresentam-se nos três estados físicos da matéria: sólido, líquido e gasoso. Pág 10 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
elemento que possibilita vida as chamas e intensifica a combustão. O mais comum na natureza é o oxigênio, encontrado na atmosfera em uma proporção de 21%. O AR ATMOSFÉRICO É COMPOSTO DE: 78,06% de nitrogênio; 21% de oxigênio; 0,03%de gás carbônico; 0,91% de gases raros e nobres. CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
21 Predomínio de chamas ambiente rico em oxigênio. (Combustão Completa) apresenta água na forma de vapor e presença de CO2 6 a 15 Fumaça ou brasas (Combustão incompleta) com presença de CO monóxido de carbono Abaixo de 6 Não haverá combustão (exceção para os materiais com o comburente incorporados em sua própria estrutura). Em relação ao nível de concentração de oxigênio em um determinado ambiente a combustão apresenta-se sob diferentes formas, conforme o quadro abaixo: Pág 11 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
a forma de energia que se transfere de um corpo para o outro, quando há entre eles diferença de temperatura. O calor faz com que os combustíveis desprendam gases ou vapores suficientes para fazê-los entrar em combustão. Pág 11 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
se processa em cadeia, que uma vez iniciada é mantida pelo calor produzido durante a reação. Neste fenômeno são produzidos, radicais livres instáveis e esses por sua vez transmitem energia química gerada pela reação, que se transformará em energia calorífica. Pág 11 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
“T1” na qual o combustível começa a desprender vapores que em contato com uma fonte de ignição produzem um lampejo (flash), que por não estar na proporção ideal, esta concentração de vapores são insuficientes para manter a queima; Pág 11 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
“T2” na qual o combustível desprende vapores na relação ideal, que na presença de uma fonte de ignição com concentração de O2 maior que 16% em volume; provoca a combustão plena; Pág 11 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
“T3” na qual o combustível sem a presença de uma fonte de ignição, mas com a presença de O2 em concentração maior que 16% em volume; provoca a combustão completa. Pág 11 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
EXPLOSIVIDADE (LIE E LSE). Para que os gases ou vapores que formam a mistura inflamável com o ar entram em combustão é necessária uma concentração mínima de gases ou vapores. Pág 12 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
aspectos físicos e químicos dos corpos, e tem como resultado uma mistura de gases altamente aquecidos, que varia de acordo com a sua composição química: vapor d’água, monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2).Esses aspectos foram denominados de fenômenos da combustão e destacamos alguns dos principais: Pág 13 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
confinados, originando a produção de gases em alta temperatura que, como consequência, redundará no aumento de pressão. O escapamento desses gases poderá causar queimaduras graves ou até mesmo explosão com o rompimento das paredes ou anteparas dos compartimentos. Pág 13 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
queima e enorme produção de gases, quando inflamados dentro de um compartimento confinado, devido à velocidade com que os gases se expandem, geram o fenômeno da explosão. Exemplo: pólvora, nitroglicerina, etc. Pág 13 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
dos gases combustíveis aquecidos junto ao teto, provenientes do processo de combustão. Esta massa acumulada no teto começa a irradiar calor para os materiais longe da fonte do fogo, iniciando o processo da pirólise dos materiais combustíveis do ambiente. Pág 13 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
em um incêndio, geralmente quando a camada superior de fumaça atinge a temperatura de cerca de 600°C (1.100°F). A característica principal desde fenômeno é o repentino espalhamento das chamas a todo o material combustível existente no compartimento, sendo praticamente impossível à sobrevivência do pessoal que não abandonar o local. Pág 14 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
a sua intensidade exigem a utilização de meios e materiais equivalentes a um socorro básico ( uma ou mais brigadas de incêndio ), apresentando perigo iminente de propagação. Pág 14 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
explosões podem ser os grandes riscos potenciais, já que podem destruir instalações, equipamentos e em casos extremos causar a perda de navios e plataformas. Pág 15 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
riscos de incêndio e agir para eliminá-los; Fumar apenas em áreas seguras; Fazer manutenção correta das instalações; Manter portas corta-fogo fechadas; Fechar bem e separar os líquidos inflamáveis. Pág 15 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
principal causa da propagação de incêndio é a falta de prevenção. Por isso alguns cuidados simples são fundamentais, como não acumular lixos ou trapos sujos ou embebidos em óleo ou graxa, observar a manutenção preventiva e manter os equipamentos isolados termicamente. Pág 16 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
É a transferência de calor feita no próprio material ou matéria, molécula a molécula aquecendo-a por um todo. Pág 16 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
meio de ondas caloríficas que atravessam o ar, irradiadas do corpo em chamas. O calor se processa sem a necessidade de continuidade molecular, entre a fonte calorífica e o corpo que a recebe. Pág 16 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
ou um navio-sonda temos materiais combustíveis (roupa, madeira, papel, gasolina, graxa, óleo, etc.), comburente (oxigênio presente no ar atmosférico), fontes de calor (soldagem , trabalhos a quente, cigarros, fósforos, lâmpadas elétricas, tubulações de vapor, etc.). A prevenção consistirá em evitar que esses três elementos se combinem em condições propícias que possibilitem a ignição. Pág 17 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
marítimas as pessoas estão expostas aos perigos e riscos, e por isso, há necessidade de vigilância constante no dia a dia, visando prevenir a ocorrência indesejada de acidente envolvendo incêndio a bordo. As inspeções diárias feitas por um ou mais brigadistas, servem para buscar possíveis falhas que devem ser corrigidas imediatamente, consistindo num sistema de patrulha. Pág. 19 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
A BORDO. Detectores de Incêndio podem ser de quatro tipos, conforme o fenômeno que detectam: Térmico – que é sensível a aumentos de temperatura; De fumaça – que é sensível a produtos de combustíveis suspensos na atmosfera; De gás – que é sensível a produtos gasosos da combustão; De chama – que responde a radiações emitidas por chamas. Pág 19/20 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
do equipamento destinada ao acionamento do sistema de detecção; Central de controle – através da qual o sistema é alimentado eletricamente e é responsável por receber os sinais dos detectores e transmitir para o sistema de alarme; Alarme Sonoro e/ou Visual – cuja função é fazer soar o alarme de incêndio, por comando manual do operador; Fonte de Energia – cuja finalidade é garantir o funcionamento do sistema em quaisquer circunstâncias. Pág 20 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
Localizar o foco de incêndio e determinar sua extensão; Identificar a classe de incêndio; Informar a sala de controle (Intercom) (Que tipo? E Onde?); Providenciar o desligamento dos circuitos elétricos do local; Pág 20 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
Disponibilizar equipamento para o combate; Evitar a propagação para os compartimentos periféricos; Interromper a ventilação para a área de incêndio; Promover a retirada da fumaça do local de incêndio; Caso não seja possível tomar as ações anteriores, abandonar o local. Pág 20 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
NR 34.5, “Considera-se trabalho a quente as atividades de soldagem, goivagem, esmerilhamento, corte ou outras que possam gerar fontes de ignição tais como aquecimento, centelhas ou chama”. Todo trabalho a quente deve contemplar os seguintes itens: INSPEÇÃO PRELIMINAR; PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS; CONTROLE DE FUMOS E CONTAMINATES; VIGIA DE FOGO (OBSERVADOR). Pág 20/21 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
e o isolamento adequado na execução de serviços (Ex: movimentação de cargas, abertura de piso, trabalhos a quente etc.), impedindo a permanência de pessoas não autorizadas no local. Pág 21 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
soldagem podem contaminar rápida e perigosamente um local confinado. Assim, faz-se necessária a captação e/ou diluição destes poluentes através de um exaustor com uma mangueira flexível e um bocal que possa ser posicionado próximo ao ponto de soldagem. Pág 21 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO Para os trabalhadores em geral escaparem de situações de emergência, um tipo diferente de respirador é necessário: um que possa ser usado e esteja funcionando em questão de segundos e um que requer pouco treinamento para usar.
resistentes ao calor e ao fogo. Proporcionam proteção contra fagulhas e respingos provenientes da soldagem e esmerilhamento. A manta mais utilizada é do tecido de aramida. Pág 22 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
provenientes de trabalhos a quente (exemplo - corte, solda e esmerilhamento), impedindo que as mesmas atinjam materiais combustíveis, evitando, assim, o início de um incêndio. Pág 22 CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
adequadamente a superfície e remover os produtos de limpeza utilizado, providenciar renovação do ar afim de eliminar gases, vapores e fumos gerados durante o trabalho, através de sistema de ventilação e exaustão. CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
APR, o observador deve permanecer no local, em contato permanente com as frentes de trabalho, até a conclusão do serviço. O observador deve receber treinamento ministrado por trabalhador capacitado em prevenção e combate a incêndio, com conteúdo programático e carga horária mínima conforme o item 1 do Anexo I da NR 34.5. CBSP – NORMAM 104 PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
e a simbologia. 2- Descrever os métodos de combate a incêndio. 3- Relacionar os agentes extintores. 4- Identificar os tipos de extintores portáteis e seu emprego específico. CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
início, é muito fácil de controlar e de extinguir. Quanto mais rápido o ataque às chamas, maiores serão as possibilidades de reduzi-las e eliminá- las. As ações para extinguir o fogo são voltadas para desfazer ou romper o tetraedro do fogo. Assim, temos basicamente quatro métodos de extinção de incêndios: Pág 25 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
incêndios, sendo o agente universal a água. Consiste na redução da temperatura dos corpos incendiados, abaixo da temperatura de ignição ou da região onde seus gases estão concentrados extinguindo o fogo. Pág 25 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
realização, pois na maioria das vezes, é executado com o emprego apenas da força física, não exigindo aparelhagem especial. Sua eficiência está mais para o controle de um incêndio do que sua extinção propriamente dita. Pág. 25 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
introdução de determinadas substâncias na reação química da combustão com o propósito de inibi- la. Neste caso, não há resfriamento, apenas é criada uma condição favorável por um agente que atua a nível molecular, de forma que o combustível e o comburente percam ou tenham reduzida a capacidade de manter a cadeia da reação. Pág. 25 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
ou pode ser usado no combate ao fogo. Os principais agentes extintores são: ÁGUA. É o agente extintor mais utilizado, por excelência. Utilizado em incêndios da classe “A”, e empregado sob a forma líquida, nas formas básicas de jato sólido e jato neblina. Em seu estado gasoso (vapor) é utilizado para combater incêndios em espaços confinados. Extingue principalmente, por resfriamento e secundariamente por abafamento. Pág 26 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
de incêndio classe “B”, em especial os de grande vulto. GÁS CARBÔNICO (CO2) É um gás inerte mais pesado que o ar, incolor, sem cheiro e não condutor de eletricidade. É indicado para os incêndios das classes “B” e “C”, extinguindo-os primariamente por abafamento e secundariamente por resfriamento. Pág. 26 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
de bicarbonato de sódio ou bicarbonato de potássio, conhecidos como “pó químico”, foram desenvolvidos para extinguir incêndios em líquidos e equipamentos elétricos. Há também o pó químico ABC à base de monofosfato de amônia siliconizado, e ainda temos os agentes denominados de “pó seco especial”, que foram desenvolvidos especialmente para incêndios em metais brancos (classe “D”), a base de cloreto de sódio e extinguem, principalmente por abafamento. Pág 27 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
halogênios (flúor, cloro, bromo e iodo). O uso do gás HALON está proibido, pois, afeta gravemente a camada de ozônio de nosso planeta, devido CFC (CLOROFLUORCARBONETO), que faz parte da sua composição química. Pág 27 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
de incêndios. Os extintores portáteis são marcados com símbolos e letras, conforme a classe de incêndio contra a qual devem ser utilizados. Os principais extintores em uso são: Água pressurizada; CO2; Agentes em pó químico seco; Espuma. Pág. 27 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
água como agente extintor. São de dois tipos, a saber: com pressão no próprio cilindro e com ampola de propelente, ambos utilizam como propelente o ar comprimido ou nitrogênio. Pág. 27 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
direção do vento. Direcione o jato da espuma para uma antepara, não diretamente para o fogo. Não havendo antepara, próximo ao faço, direcione o jato para o alto e deixe cair sobre o foco. Pág 28 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
como agente extintor. São recomendados para incêndio das classes “B “e “C”, não podendo ser usados em incêndios da classe “D”. Pág 28 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
químico a base de bicarbonato de sódio ou bicarbonato de potássio são recomendados para incêndios das classes “B” e “C”, não podendo ser usado nos da classe “D”. Pág 29 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
AMÔNIA SILICONIZADO – PÓ ABC. São extintores de grande valia no combate aos princípios de incêndios, pois o mesmo atua nas três principais classes de incêndio, que são: A B C Pág. 29 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
de classe “D”, são a base de cloreto de sódio, seguindo técnicas especiais e recomendações dos fabricantes. O agente e o método de aplicação dependem do tipo e qualidade do metal. Pág 30 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
direção do vento e ataque o fogo, dirigindo o jato para a base do mesmo. Com exceção do aparelho extintor de água para fogo de classe B. Pág. 30 CBSP – NORMAM 104 COMBATE A INCÊNDIO
incêndio. 2- Relacionar os sistemas fixos de combate e contenção de incêndio. 3- Citar, sucintamente, as ações da EMCIA e da Brigada de Incêndio. CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
propósito é a supressão de um incêndio local, num dado sistema ou equipamento, através de uma instalação fixa, geralmente de atuação automática. Pág. 33 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
Grande parte dos equipamentos de combate a incêndio são projetados para utilização de água e espuma. Entretanto, alguns, devido às características de emprego, utilizam exclusivamente a água como agente extintor para fins específicos. Pág 34 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
consiste em um sistema de canalizações que alimentam tomadas de incêndio e sistema de borrifo, através de bombas que constantemente as mantêm pressurizadas. Pág. 34/35 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
dispositivos são dotados de um elemento termo-sensível, que se rompe por ação do calor proveniente do foco de incêndio, permitindo a descarga da água sobre o ambiente. Pág 35 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
dotado de tubulação seca e ramais com projetores abertos. O sistema funciona da seguinte forma: a partir do acionamento de um ou mais elementos de detecção é emitido um sinal de abertura para a válvula de dilúvio, permitindo a passagem do agente extintor pela rede, sendo este, descarregado simultaneamente por todos os projetores. Pág 35 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
incêndio, para captação da água no combate de incêndio a bordo são instaladas nas canalizações ou extremidades das derivações verticais. Pág 36 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
Atualmente encontramos a bordo dos navios e plataformas, mangueiras de combate a incêndios nos diâmetros de 1 ½ e 2 ½. Cada seção mede cerca de 15,25m (50 pés) de comprimento e suas extremidades são adaptadas com conexões tipo engate-rápido. Pág 36 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
mangueiras são acondicionadas devidamente e enroladas em “caixas de Incêndio”, localizadas próximas das tomadas de incêndios. O procedimento de enrolarmos as mangueiras para facilitar o seu uso, chama-se ADUCHAR. As mangueiras podem ser aduchadas das seguintes formas: Pág. 37 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
de admissão de 2 ½ e três ou duas bocas de descarga, providas de registro e todas com engates rápido. Pág 38 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
na saída da mangueira. Os esguichos apresentam diversos detalhes que, dependendo do fabricante, se diferenciam uns dos outros. As principais diferenças dizem respeito à existência de punho ou não. Pág. 39 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
externamente uma cobertura sanfonada de lona e na parte inferior um pequeno tubo de borracha, (tubo aspirante). Internamente possui aletas, tendo na extremidade de entrada junta storz. Pág 39/40 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
de pés e garras para fixação, possui um sistema para movimentos rotativos e direcionamento do jato. Utilizado no Helideck para lançamento do jato compacto a grandes distâncias. Pág 40 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
que o usuário respire em uma atmosfera Imediatamente Perigosa a Vida e Saúde (IPVS), devido à deficiência de oxigênio ou presença de gases tóxicos. Pág. 40/41 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
é uma equipe treinada para agir em situações de emergência na Unidade Marítima. Após o alarme de emergência, a Brigada se reúne na Estação de Incêndio e sob a coordenação do Técnico de Segurança e/ou do Líder, que se equipam e se informam sobre o tipo de emergência. Pág 41 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO
Conforme previsto na NORMAM-27, a ocorrência de emergência envolvendo aeronave no Helideck (CRASH) cabe inicialmente à Equipe de Manobra e Combate a Incêndio em Aeronave (EMCIA), dar o primeiro combate sobre a coordenação do ALPH (Agente de Lançamento e Pouso de Helicóptero).nesses casos, a Brigada de Incêndio será acionada para complementar os recursos necessários ao controle da emergência. Pág. 41/42 CBSP – NORMAM 104 ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO