cumpridas as três determinações abaixo: 1. O treinamento deverá ser realizado no horário de trabalho do(a) empregado(a); 2. Reservar um horário específico para realizar o treinamento; 3. O treinamento deverá ser realizado em local apropriado.
quantitativos do risco de uma determinada instalação com base em uma avaliação de engenharia utilizando técnicas específicas para identificação dos possíveis cenários de acidente, suas frequências e consequências associadas. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - CONCEITO É utilizada uma metodologia indutiva estruturada para identificar perigos decorrentes de falhas de equipamentos ou erros humanos, bem como suas causas e consequências e classificar qualitativamente seus riscos.
uma forma estruturada: o que pode dar errado, com qual frequência e as consequências, caso o evento ocorra. Com estas informações é possível atuar de forma preventiva ou mitigadora, reduzindo assim as ocorrências e/ou minimizando os danos de eventos indesejados.
priorização dos cenários. É focada principalmente em cenários de perda de contenção de produtos inflamáveis, tóxicos, asfixiantes, que podem levar a incêndios, explosões, resultando em lesões pessoais, danos ambientais etc. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
sistema, ou um processo, com potencial para causar danos a integridade física das pessoas, meio ambiente, patrimônio ou perda de produção. • RISCO Medida qualitativa ou quantitativa do potencial de dano ou perda (pessoas, patrimônio, continuidade operacional, meio ambiente e imagem) considerando a probabilidade de ocorrência do evento indesejável e a magnitude das suas consequências. Um perigo não identificado é um risco não gerenciado! ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
Proteger a vida, o meio ambiente e os ativos; ✓ Prevenir a ocorrência de anomalias; ✓ Estar preparado no caso de ocorrência de anomalias; ✓ Demonstrar às partes interessadas que conhecemos o perigo, avaliamos e gerenciamos os riscos associados às nossas atividades de trabalho e instalações.
de reconhecimento, registro e controle para gerenciamento dos riscos da atividade e da instalação. Sinalizando o que pode acontecer ou quais ações devem ser tomadas se algo der errado e suas consequências. 1- RECONHECER 2- REGISTRAR 3- CONTROLAR
buscar alternativas e recursos para minimizar o risco, estabelecendo medidas de segurança e controle operacional, e ficando sempre preparado para o inesperado. O propósito da avaliação e gerenciamento é o estabelecimento da disciplina operacional em fazer o certo o tempo todo. AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DO RISCO 4- ENCONTRAR ALTERNATIVAS 6 - CRIAR BARREIRAS 5- MINIMIZAR O RISCO
a respeito da execução de uma atividade, considerando as condições que podem levar a ocorrência de um acidente. CENÁRIO ACIDENTAL = Perigo + Risco + Efeito/Consequência Cenário da atividade: Serviço de solda em um flange; Perigos: Chama aberta, materiais combustíveis etc; Risco: Princípio de incêndio; Efeito/Consequência: Queimaduras, explosão etc.
outros meios já existentes na instalação ou previstos no projeto, utilizados para identificar a ocorrência do cenário acidental. Os modos de detecção podem ser SENSORIAIS OU INSTRUMENTAIS. • MODOS SENSORIAIS ✓ Odor (olfato); ✓ Visual (visão); ✓ Auditivo (ruído); ✓ Tato (vibração); ✓ Paladar (degustação). • MODOS INSTRUMENTAIS ✓ Detector sonoro e luminoso; ✓ Detector de chama; ✓ Detector de gás; ✓ Detector de fumaça; ✓ Detector de fogo.
sociedade, empresa ou organização, segundo o qual o risco em um dado contexto é avaliado. Matriz de Tolerabilidade. CRITÉRIO DE TOLERABILIDADE DE RISCO
execução de trabalhos de intervenção, manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção e reparo de instalações, equipamentos ou sistemas realizados nas áreas industriais da empresa devem ser precedidos pela emissão de uma Permissão de Trabalho (PT) por escrito. No planejamento da PT deve ser realizada uma Análise de Perigos Nível 1 (APN-1) pelo responsável pela área onde será realizado o serviço (emitente da PT).
lista de verificação, onde o emitente da PT verificará a existência de perigos que mereçam mais atenção para a realização dos serviços, caso um desses perigos esteja presente, deverá ser emitida também uma Análise de Perigos Nível 2 (APN-2). Como exemplos pode-se citar os seguintes perigos que devem ser verificados na APN-1: a) contato com equipamento energizado (sistema pressurizado e elétrico); b) Contato com temperatura extrema; c) Local com risco de presença de H2 S de forma não prevista em procedimento; d) Trabalhos acima de dois metros (NR-35); e) Trabalhos sobre o mar; f) Operações de mergulho. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO DE TRABALHOS
estruturada, focada na identificação dos perigos, causas, possíveis efeitos, recomendações e responsáveis pela implementação das mesmas. Garantindo que os riscos serão mitigados adequadamente. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO DE TRABALHOS
Grande liberação de gás proveniente de ruptura da linha, válvula ou equipamento causando explosão de nuvem confinada. 1- Exercício de Aprendizagem de APR CENÁRIO ACIDENTAL = VAZAMENTO DE GÁS PERIGO = GÁS CAUSA = RUPTURA DA LINHA EFEITO/CONSEQUÊNCIA = EXPLOSÃO DE NUVEM CONFINADA ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - Exercícios
CAUSA Distração do barbeiro, Imperícia, descontrole com a lâmina... EFEITO/CONSEQUÊNCIA (RISCO) Lesão pessoal, degola,... CORTE NO PESCOÇO ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - Exercícios
da sua atividade e leia com atenção e cuidado a PT. - Reconheça os perigos e riscos do seu local de trabalho. - Esteja atento às energias, fluidos perigosos e situações de risco envolvidos nas suas atividades. - Busque mais informações sobre os estudos de riscos com sua liderança. Na dúvida chame o profissional de segurança. CONSIDERAÇÕES FINAIS
conforme Normas e Procedimentos; O descumprimento da PT pode ser considerado: negligência, imprudência ou imperícia e é passivo de punição; A PT não podem ter partes em branco e nem conter rasuras.
em documento próprio, para a execução de trabalho manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção e reparo de equipamentos, sistemas ou estruturas (piso, guarda-corpo, etc.) perfeitamente definidos e delimitados, a serem realizados nas áreas operacionais.
bote de resgate, fiscal de mergulho, responsável pelo isolamento) 4- PROFISSIONAL DE SEGURANÇA 5- RESPONSÁVEL PELO EQUIPAMENTO OU SISTEMA NA ÁREA 6- CO-EMITENTE 7- EQUIPE EXECUTANTE PERMISSÃO PARA TRABALHO Integrantes da sistemática de PT
e outros profissionais que o habilite a operar os respectivos equipamentos e sistemas. - EMPREGADOS DE EMPRESA CONTRATADA Empregado em nível de supervisão, cuja a operação da área ou sistema seja terceirizada. PERMISSÃO PARA TRABALHO Quem pode ser emitente
na Unidade Marítima. - EMPREGADOS DE EMPRESA CONTRATADA Empregados contratados que supervisiona e/ou executa tarefa na Unidade Marítima. PERMISSÃO PARA TRABALHO Quem pode ser requisitante
emissão da PT e ao término do trabalho, acompanhado pelo requisitante da PT; 2- REALIZAR as verificações periódicas, conforme indicação no verso da PT; 3- CERTIFICAR-SE de que os trabalhos programados não sejam incompatíveis entre si; 4- AFIXAR a etiqueta amarela; 5- PROVIDENCIAR as medidas necessárias para prover as condições seguras para liberação do trabalho; 6- REALIZAR teste de bloqueio dos equipamentos na presença do requisitante antes da realização do trabalho; 7- CERTIFICAR-SE de que todos os campos da PT estão preenchidos de forma legível e sem rasuras. Responsável pela efetiva aplicação do padrão. PERMISSÃO PARA TRABALHO Competências do emitente
e ao término do mesmo. 2- REQUISITAR PT para execução de serviços que estejam relacionados à sua especialização. 3- PROVIDENCIAR a disponibilização dos recursos materiais e humanos necessários. 4- AFIXAR as etiquetas azuis nos locais identificados pelo emitente da PT. 5- SEGUIR as recomendações contidas na PT e adotar os procedimentos necessários para a manutenção das condições de segurança no local do trabalho. 6- INSTRUIR os executantes sobre os requisitos de segurança dos serviços, dos equipamentos e das áreas. 7- ASSEGURAR a ordem, limpeza e arrumação do local onde o trabalho foi executado. Responsável pelo efetivo atendimento ao padrão. PERMISSÃO PARA TRABALHO Competência do requisitante
adoção de cuidados especiais na preparação e liberação, durante a execução e no retorno à operação e cujo os riscos se alteram ao longo do tempo. PERMISSÃO PARA TRABALHO Trabalhos com alto potencial de risco
de PTRE e/ou TRBR e a adoção de cuidados especiais (podendo ser semanais, mensais, semestrais,...) realizados de forma sistemática em equipamentos, sistemas ou estruturas, previamente estabelecidos e cujos os riscos não se alteram ao longo do tempo. Trabalhos rotineiros e específicos
que tenha influência nas condições operacionais de equipamentos e sistemas nas áreas operacionais. PERMISSÃO PARA TRABALHO Intervenção em equipamentos e sistemas
a fim de evitar a descontinuidade operacional e a ocorrência de acidentes ou outras emergências, o mesmo pode ser agilizado (realizado no mesmo dia) com análise de risco e aprovação do GEPLAT. • SERVIÇO DE EMERGÊNCIA Atividades realizadas exclusivamente para controle de situação de emergência na instalação. Sua execução não é regida pelo padrão de Permissão para Trabalho. As atividades realizadas durante situações de emergência devem ser regidas pelo plano de emergência da instalação e devem ser autorizadas pelo respectivo coordenador da emergência. PERMISSÃO PARA TRABALHO Intervenção em equipamentos e sistemas
TRABALHO Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente PONTO DE FULGOR Também conhecido como ponto de Inflamação, é a menor temperatura na qual um combustível liberta vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável. O ponto de fulgor, não é suficiente para que a combustão seja mantida.
ponto de fulgor ≤ 60°C; • LÍQUIDO COMBUSTÍVEL É o material com ponto de fulgor entre > 60°C e ≤ 93°C. As principais diferenças entre líquidos combustíveis e inflamáveis: Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
que um liquido libere vapor em quantidade suficiente para produzir uma mistura inflamável. Os líquidos inflamáveis estão mais propensos a passar por uma combustão, porque eles tem essas condições de temperatura e pressão mais fáceis de serem conseguidas durante a operação das plataformas. Em contrapartida, é mais difícil obter as condições necessárias para que o liquido combustível entre em combustão. Seria necessária uma fonte de ignição, por exemplo, uma fagulha ou uma centelha. PERMISSÃO PARA TRABALHO Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
FONTES DE IGNIÇÃO. PERMISSÃO PARA TRABALHO Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente Considera trabalho a quente as atividades de soldagem, goivagem, esmerilhamento, corte ou outras que possam gerar fontes de ignição tais como: aquecimento, centelha ou chama. Estabelece os requisitos mínimos de segurança para a realização de trabalhos a quente e atividades que possam gerar fontes de ignição nas áreas operacionais.
seja executado por trabalhador capacitado. Medidas de proteção e controle de ordem geral • Garantir que o local de trabalho e áreas adjacentes estejam limpos, secos e isentos de agentes combustíveis, inflamáveis, tóxicos e contaminantes; • Garantir que a área somente seja liberada após constatação da ausência de atividades incompatíveis com o trabalho a quente;
a eliminação ou manter sob controle possíveis riscos de incêndio (materiais combustíveis e inflamáveis). • Instalar proteção física adequada contra fogo, respingos, calor, fagulhas ou borras. • Antes de iniciar as atividades observar o entorno. • Manter desimpedido e próximo a área de trabalho o sistema de combate a incêndio. • Sinalizar e isolar o local de trabalho para evitar a circulação de pessoas. • Inspecionar o local e as áreas adjacentes ao término do trabalho. PERMISSÃO PARA TRABALHO PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
da APN-2. • Antes de iniciar os trabalhos inspecionar o local fazendo o registro na PT. • As aberturas e canaletas devem ser fechadas ou protegidas, para evitar projeção de fagulhas. • Quando definido na PT o, observador do fogo deve permanecer no local, até a conclusão dos serviços. • O observador do fogo deve receber treinamento com carga horária mínima de oito horas. PERMISSÃO PARA TRABALHO TRABALHO A QUENTE
da tarefa a ser executada de modo a prever os recursos necessários (humano e material), inclusive aqueles para combater um eventual princípio de incêndio. PERMISSÃO PARA TRABALHO Boas práticas para trabalhos a quente
das tarefas a existência de canaletas, grades de piso e vãos por onde possam passar fagulhas e borras incandescentes, que possam alcançar outras áreas adjacentes e materiais combustíveis. PERMISSÃO PARA TRABALHO Abertura entre compartimentos
de trabalho esteja organizado, zelando pela limpeza e arrumação da área. Após a execução realizar o recolhimento e descarte correto dos resíduos gerados, madeiras, trapos, lubrificantes etc. PERMISSÃO PARA TRABALHO
em equipamentos, sempre remova isolamentos térmicos ou outros materiais combustíveis, proteja os componentes do equipamento ou sistema antes de realizar trabalho de corte ou solda. PERMISSÃO PARA TRABALHO
o trabalho pode ser iniciado. • Inspecionar previamente o local onde será realizado o trabalho e ao término do mesmo. • Esteja atento às energias, fluidos perigosos e situações de risco envolvidos nas suas atividades. • Seguir as recomendações contidas na PT e adotar os procedimentos necessários para a manutenção das condições de segurança no local do trabalho. Na dúvida chame o profissional de segurança. CONSIDERAÇÕES FINAIS
fontes de ignição; Conhecer as características dos produtos e substancias combustíveis e inflamáveis; Vigilância da nossa “casa” identificando o perigo e gerenciando e minimizando os riscos de incêndio.
incêndios. ✓ Equipamentos e sistemas suficiente para combater o fogo no seu início. ✓ Plano de emergência para rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio. ✓ Equipes de brigada com pessoas treinadas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndio. MEDIDAS BÁSICAS EM UMA PLATAFORMA
Brigadista (Brigada de Emergência). ▪ Treinamentos periódicos para preparar todos os trabalhadores a combater um princípio de incêndio e como se portar em uma emergência de grande porte. ▪ Exercícios internos na Unidade Marítima para atender a exigência da Marinha (Simulado de Emergência).
as alterações nos locais de trabalho são constantes, e por isso há a necessidade de vigilância diária do local de trabalho. • Inspeções diárias também devem ser realizadas no local de trabalho e equipamentos visando corrigir possíveis falhas que possam contribuir para a ocorrência de princípios de incêndios. • Durante a realização de trabalhos a quente, deve ser nomeado “observadores de trabalhos a quente” a fim de identificar qualquer situação que possa provocar um princípio de incêndio.
dos Extintores Portáteis (fixo e sobre rodas). • Instalação e manutenção da Rede de Incêndio. • Instalação e manutenção do Sistema de CO2/FM 200 • Instalação e manutenção do Sistema de ADV. (Válvula de Acionamento de Dilúvio)
e pesado :: Não condutor de eletricidade :: Armazenado sob pressão 850 libras :: Risco de asfixia :: Composição – Gás Carbônico – CO2 (Dióxido de carbono) :: Abafamento :: Resfriamento SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
:: Quebra da reação em cadeia :: Abafamento :: Pressurizado com Nitrogênio ou CO2 :: Composição - Bicarbonato de Sódio ou Potássio SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
chama a fim de alertar as pessoas e permitir ações de intertravamento de segurança, a serem iniciadas manual ou automaticamente para minimizar a possibilidade de disseminação de fogo, explosão e exposição das pessoas e das instalações. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTORES DE CHAMA
inflamável e tóxico, através da medição de sua concentração. É definido para cada gás alvo para alarme e ações de Inter travamento de segurança. Tais gases podem ser produto do processamento do petróleo (como o metano – CH4) ou associados a ele (como o Gás Sulfídrico – H2S); serem resultado da queima incompleta (caso do Monóxido de Carbono – CO) ou provenientes do vazamento das cargas de baterias (Gás Hidrogênio – H2). SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTORES DE GÁS
a sala de controle para que sejam tomadas as medidas de extinção do incêndio, acionamento de ADV e parada de emergência da planta de processo quando necessário. • O fogo é detectado através do derretimento da liga metálica do plugue fusível ocorrendo a queda de pressão no atuador da válvula de dilúvio (ADV) ocasionando a sua abertura e alimentando de água a rede de incêndio para resfriamento da área afetada. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTOR DE FOGO
sala de controle que aciona o alarme. • Normalmente são instalados nos módulos de acomodações, camarotes, corredores, dentro de tetos falsos, sala de painéis elétricos e de transformadores. Detector de fumaça SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTOR DE FUMAÇA
salas de sistemas, centrais elétricas, salas de equipamentos..., detecta e extingue o fogo através de inundação total por gás inerte na área efetiva de risco. • O sistema é composto de cilindros de CO2 45kg, interligados a tubulação com sistema manual e automático de disparo, interligado ao sistema de detecção de alarmes visual e sonoro. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE CO2
identificado por meios sonoro e luminoso (luzes de sinalização). O sistema sonoro possui som intermitente para indicação de emergência e sinal contínuo para indicação de “preparação para abandono”. O alarme luminoso é dado por luzes de sinalização e buzina no painel de controle de incêndio na sala de controle. Estes sinais luminosos indicam a área envolvida. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE ALARME
quais a envia na pressão de operação para o anel de incêndio principal. O anel principal de água alimenta os sistemas consumidores para sistema de dilúvio e o sistema de líquido Gerador de Espuma (LGE), sendo que cada sistema é alimentado por um ramal independente. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO CAPITAÇÃO DE ÁGUA A COMBATE A INCÊNDIOS
em tubulações secas em que o fluxo de água é controlado manual ou automaticamente, disparados pela ativação de um detector de chama ou plugue fusível. • O sistema utiliza em sua entrada uma válvula de retenção e um vaso pulmão para manter a pressão em 7kgf/cm² caso ocorra queda no compressor de ar da planta. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE DILÚVIO
de água pressurizada, acionados pelo sistema da ADV devido a queda de pressão da rede de plugue fusível. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO – SISTEMA DE DILÚVIO
bicos aspersores no equipamento a ser protegido e na figura nº 2 a área de cobertura de cada bico aspersor. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE DILÚVIO Figura 2
todos os sistemas consumidores fixos de combate a incêndio da plataforma, sendo composto por bombas, rede de suprimento e reservatório de LGE. SISTEMA DE SUPRIMENTO DE LGE PARA COMBATE A INCÊNDIO COM ESPUMA
ESPUMA Logo em seguida o LGE é misturado com o água, gerando a espuma que é fornecida para os sistemas fixos e manuais de combate (hidrantes, o sistema de dilúvio e a rede de espuma).
espuma ou água, conforme as características do fogo e o combustível que está em chamas, como exemplos temos os canhões aspersores, as linhas de mangueira dotadas de bicos aspersores etc. Canhões monitores Conjunto de mangueiras SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
combate ao incêndio, e em geral junto ao mesmo encontramos armários de incêndio com diversos materiais e equipamentos. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
armazenar equipamentos, acessórios e ferramentas para utilização na rede de incêndio em caso de emergência. • Mangueiras de 2. 1/2” e de 1. 1/2” (Utilizado para a formação de linha de combate). • Esguichos de 2. 1/2” e 1. 1/2” (Projetado para aumentar a velocidade, lançar e direcionar o jato d’agua). SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
• Derivante em “Y” 2. 1/2” e 1. 1/2” (Utilizado na divisão de linha de combate, de fechamento rápido com válvulas de esfera). • Chaves para mangueiras conjugadas (Utilizado para auxiliar no acoplamento de mangueiras para a linha de combate). Os armários de incêndios são compartimentos somente destinados para armazenar equipamentos, acessórios e ferramentas para utilização na rede de incêndio e que só devem ser utilizado em caso de emergência na plataforma.
Esteja atento às instruções do líder da brigada. • Siga as recomendações contidas no Plano de Resposta a Emergência-PRE da plataforma e aguarde as instruções do gerente da instalação. • Dirija-se ao seu ponto de reunião, munido de seus EPI , colete salva-vidas e pegue o cartão “T”. • Esteja sempre alerta! Na dúvida chame o profissional de segurança CONSIDERAÇÕES FINAIS