Bring the power back: como uma cultura de código facilita a criação de times ágeis

Bring the power back: como uma cultura de código facilita a criação de times ágeis

Ultimamente o termo "agilidade" virou uma buzzword quase que insuportável, porém, o manifesto ágil de software foi escrito por... pessoas desenvolvedoras! Nessa talk, conto um pouco da minha experiência em formar times ágeis através de uma cultura de código onde as pessoas desenvolvedoras se ajudam, se divertem e evoluem.

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Bruno Eugênio

July 12, 2019
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Transcript

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  2. Bring the power back: como uma cultura de código facilita

    a criação de times ágeis
  3. Índice ◦ Quem? ◦ Qual é o problema com agile

    hoje? ◦ Formando a base ◦ O que vem depois? ◦ Literatura recomendada
  4. Quem? Bruno Eugênio, analista de sistemas, agilista desde quando me

    cobraram uma atividade em horas (2011 eu acho) . SCM, Desenvolvimento Web em Java, C Sharp, Ruby e PHP. Liderança aqui, coordenação ali… Agilista na Concrete Solutions, líder humano de duas gatas e gerente de jardinagem, PMP ®, CSM, CSPO, PACC ® hahaha nas horas vagas. PlayStation, literatura, Netflix e cerveja barata heineken completam o resto. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/beugenio/ Twitter: @beugenio Blog: brunoeugenio.com.br
  5. Qual é o problema com o ágil hoje?

  6. Qual é o problema com o ágil hoje? Seriam os

    “Agile Coaches Certificados”? O esquecimento da motivação da criação de métodos ágeis? Ou simplesmente o “hype”? Em algum lugar, o link entre os princípios do manifesto ágil e o desenvolvimento de software se perdeu, aí já era...
  7. Qual é o problema com o ágil hoje? Manifesto ágil

    foi feito por pessoas desenvolvedoras, inquietas por serem gerenciadas de um jeito que se mostrava ineficiente, frágil e cansativo. (Kent Beck, Alistair Cockburn, Uncle Bob, Jim Highsmith) Já tentei formar times dizendo que “ágil é legal, pois diminui risco e aumenta o valor percebido das entregas” mas não deu muito certo ☹ Então, resolvi ir pelo método dessa galera que assinou o tal manifesto ☺
  8. Formando os pilares Padrões, Práticas e Rituais… e um pouco

    de TDD ;)
  9. Formando os pilares Princípios Práticas Rituais Pessoas * Time *

    Vamos assumir que o time de pessoas da sua organização fez o dever de casa e contratou pessoas que tenham fit cultural, pelo menos.
  10. Princípios Formando os pilares São a base de qualquer engenharia.

    Direcionam e inspiram, princípios são mais abstratos e por isso tendem a não mudar com o tempo. E claro: não dependem de tecnologia. Quando precisamos tomar alguma decisão face algo desconhecido ou pouco explorado, devemos levar os princípios como premissas na tomada de decisão. Quais são os princípios do teu time? Você faz parte de um time “ágil”, e conhece os 12 princípios do manifesto ágil de software? Práticas Rituais
  11. Princípios Formando os pilares São as definições que as pessoas

    (time) precisam seguir. Surgem de comum acordo, para não ferir os princípios. Com práticas definidas, a necessidade de discutir o senso comum é zero, especialmente sendo empírico, iterativo e incremental até o momento atual (elas não surgiram do zero no seu time - ninguém discute isso). Geralmente as práticas são explícitas em valores, diminuindo a abstração e acelerando decisões. Práticas do agile software: CI/CD, Pair Programming, Clean Code, TDD, BDD, Refactoring... Seu time faz ONBOARDING de novas pessoas desenvolvedoras como? Práticas Rituais
  12. Princípios Formando os pilares São as cerimônias e processos para

    manter o compasso de um time. As cerimônias ajudam a alinhar expectativas, ajustar planos, comunicar, aprender, etc. Aqui, sempre temos oportunidades de melhoria. Frameworks como Scrum trazem uma série de rituais em sua configuração básica: Daily Meeting, Retrospectiva, Sprint Review, Sprint Planning… Quais rituais seu time usa? Existem melhorias nos rituais do time? Você entende qual é a motivação de cada ritual do teu time? Práticas Rituais
  13. “A cultura não faz as pessoas, as pessoas fazem a

    cultura” Chimamanda Ngozi Adichie
  14. Formando os pilares Pessoas desenvolvedoras devem: • Ser consideradas parte

    importante da organização • Participar da contratação de novas pessoas que vão compor o time • Receber um valor justo • Ter um lugar decente para realizar seu trabalho complexo • Ser parte da escolha de como vão trabalhar: Scrum, Kanban, XP… • Ser parte da escolha de métricas e ferramentas de apoio ao desenvolvimento: Jira, VSTS… • Ter sua opinião levada em consideração em qualquer aspecto do desenvolvimento Tudo isso ajuda a consolidar uma cultura de código
  15. O que vem depois? Dica: ainda estou descobrindo...

  16. O que vem depois?

  17. O que vem depois?

  18. O que vem depois?

  19. O que vem depois? Pareamento Abertura Cuidado com a medição

  20. O que vem depois? Arquiteturas frágeis, não ágeis.

  21. Literatura recomendada

  22. Literatura recomendada

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