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[AES_4] Robert de Paawn: Um percurso para o exterior

[AES_4] Robert de Paawn: Um percurso para o exterior

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Escola da Cidade

March 21, 2016
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  13. eu sou porque nos somos... UBUNTU

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  15. 9 meses de experiência ERASMUS: • Matérias por módulos: cada

    dois meses mudava á matéria. • Nesses dois meses só se fazia uma matéria de projetos.
  16. • O último modulo de um mês era o de

    apresentação em público de um projeto.
  17. MAS, QUAIS SÃO OS DESAFIOS NO ENSINO DA PAISAGEM?

  18. A paisagem, é o lugar onde o céu e a

    terra se tocam
  19. Me interessa cada vez mais o contexto, sem abrir mão

    do desenho e da forma. Me atrai o projeto que foge dos ímpetos e leva em conta as realidades do lugar. Mas, quanto mais conhecimento do lugar se tem, também mais contradições aparecem entre os dados da preexistencia e o programa de necessidades. Esta dificuldade implica que o processo de tomar consciência da realidade seja modulada, progressiva, mimada ao longo dos anos de FORMAÇÃO para evitar o desconcerto no aluno. Não sei qual é a quantidade de informação sobre a realidade que deveria ser apresentado. Mas de uma coisa tem certeza, mostra a diferença entre a pratica profissional a o ensino, entre FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO.
  20. A respeito da progressão da formação. Muitas escolas resolvem essa

    questão coincidentemente com as escalas dos projetos. Primeiro, os pequenos projetos e depois projetos maiores na sequencia dos anos. Algumas escolas tratam primeiro do espaço publico, depois do lote, depois o território. Nos mesmos tínhamos pensado De ir desde o jardim ate o território. Mas atualmente estamos repesando a questão com o que chamamos “o cruzamento das escalas”. Consiste em trabalhar simultaneamente detalhe, o que fica perto e o que fica longe. Porque a complexidade do lugar não esta relacionado com a medida dele.
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  22. Desenho da Paisagem e do Ambiente III Professores: Robert de

    Paauw e Leonardo Loyolla ESPAÇOS LIVRES AMÁVEIS
  23. Ênfase temática: • Analisar a paisagem em seus aspectos conceituais,

    culturais e ambientais assim como de memoria histórica; PERCEBER • Compreender a intervenção na paisagem em seus conteúdos formais, sociais e ambientais; INTERPRETAR • Intervir na paisagem com diferentes modos de se projetar os espaços livres do ambiente urbano; REAGIR
  24. PERCEBER: • Os alunos abrem os olhos • Passeio pelo

    lugar. • Levantamento de dados.
  25. o caderno de rota: Compêndio do universo sensorial de cada

    aluno individualmente
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  41. os assuntos

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  44. o mapeamento

  45. Mapeamentos do lugar ( sugeridos pelos alunos 2015): 1. A

    opressão 2. Os sentidos 3. A decadência 4. Os vazios 5. Os usos e ocupações 6. Os térreos 7. As fiações 8. A vegetação 9. Os fluxos 10. Pontos atrativos
  46. PERCEBER Exemplos dos alunos ano 2015

  47. VAZIOS

  48. GABARITOS: OPRESSÃO

  49. TERREOS

  50. VEGETAÇÃO

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  52. INTERPRETAR • O que é mensurável e o que é

    incomensurável. • Qual modelo de proporção temos? Nosso corpo. • Quais qualidades paisagísticas possui o lugar? • Quais as relações espaciais com a área de abrangência. • Quais horizontes nos rodeiam. • Os professores começam a mostrar quais as temáticas gerais e referencias em relação a essas questões.
  53. As diferentes temáticas seguindo exemplos de projetos reais

  54. CONECTIVIDADE TERRITORIAL

  55. LIMITES DE ATUAÇÃO

  56. LIMITES DE ATUAÇÃO

  57. MODELAGEM DA PAISAGEM

  58. NOÇOES DE MACRODRENAGEM

  59. NOÇOES DE MICRODRENAGEM

  60. TOPOGRAFIA

  61. ACESSIBILIDADE UNIVERSAL

  62. VEGETAÇÃO

  63. INTEGRAÇÃO DE DINAMICAS INERENTES AO LUGAR

  64. CONSOLIDAÇÃO URBANA

  65. INTERPRETAR Exemplos dos alunos ano 2015

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  77. REAGIR • Como melhorar a habitabilidade dos lugares • Como

    as dinâmicas naturais lidam com os crescimentos urbanos. • Lidar com as áreas de risco • Avaliação do impacto que possuem as propostas de paisagens. • O trabalho com as ferramentas do local. • Os professores acompanham no atelier e apresentam referencias de projetos semelhantes.
  78. REAGIR Exemplos dos alunos ano 2015

  79. NOVA AUGUSTA _para pedestres bruna giovaninni carla diamante giulio michelino

    fuliana flahr
  80. ANÁLISE DO TRAJETO – ARBORIZAÇÃO – QUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO –

    AUGUSTA ÁRIDA
  81. _Rua Augusta atual

  82. _ árida _ poluição sonora _pouco recuo _calçadas estreitas _

    vida noturna _ocupação dos espaços público _convívio social já estabelecido
  83. _proposta Nova Augusta _ arborização _ valorização do pedestre _

    enfatizar caráter de ocupação e convívio público
  84. _mobiliários

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  86. TRAM REFERÊNCIAS DE PISO VERDE

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  88. _ proposta nova Augusta mobiliários urbanos – apenas para pedestres

    – transportes públicos limpos - arborização
  89. _antes.depois

  90. I N T E R V E N Ç Õ

    E S H I S T Ó R I C A S ESCOLA DA CIDADE | 2º ANO | 2015 DESENHO DA PAISAGEM III Beatriz Dias | Carolina Bosio | Clara Varandas | Inaê Negrão | Maria Clara van Deursen | Maristella Pinheiro | Vicky Berl
  91. Esta é uma intervenção urbana. Buscamos por meio dela resgatar

    a memória paulistana sobre quatro de suas ruas mais marcantes, cujas histórias acompanham o desenvolvimento de uma cidade e de seus componentes. São elas a Rua Augusta , a Rua Caio Prado, a Rua Maria Antônia, e a Avenida Angélica. O projeto é composto por três elementos: o stencil que, através de frases ou notícias, contarão algum momento histórico da rua; o manequim caracterizado como pessoa da época e um poste, como o de identificação de rua, no qual a placa reconhece a intervenção. Esses três elementos estarão relacionados e situados em um mesmo ponto de cada rua. Para unificar a intervenção será utilizada uma chapa metálica, que se estenderá da calçada ao muro do ponto selecionado. Foi pensada também uma iluminação para a chapa, prevendo as diferentes relações que o dia e a noite podem ter com a intervenção. A iluminação será feita diretamente do elemento vertical da placa, remetendo à um poste de luz da rua. O projeto como um todo prevê um determinado numero de intervenções para cada rua, dependendo de sua extensão e seu conteúdo histórico. Por exemplo, a rua Augusta, símbolo histórico da cidade e cenário de várias épocas, receberá proporcionalmente mais intervenções que a rua Caio Prado. No decorrer de cada rua, o elemento placa e chapa metálica se repetem da mesma forma, enquanto os elementos de stencil e os manequins se alteram de acordo com o assunto da intervenção. I N T E R V E N Ç Õ E S H I S T Ó R I C A S
  92. R U A A U G U S T A

    corte escala 1|200 mapa de localização da intervenção na rua perspectiva
  93. R U A M A R I A A N

    T Ô N I A corte escala 1|200 mapa de localização da intervenção na rua perspectiva
  94. R U A C A I O P R A

    D O corte escala 1|200 mapa de localização da intervenção na rua perspectiva
  95. A V E N I D A A N G

    É L I C A corte escala 1|200 mapa de localização da intervenção na rua perspectiva
  96. P L A C A B A S E A

    placa base foi pensada para dar unidade à intervenção. Ela funciona como um cenário de uma cor só, que interfere na paisagem da rua, chamando a atenção para aquilo que foi inserido no ambiente. A placa é feita de metal, e varia em tamanho dependendo do espaço que ela está colocada e da quantidade de conteúdo que ela deve abrigar. A intenção é que as pessoas possam pisar na placa, interagir com as figuras, e ler os estêncis, num cenário discreto que se insere na paisagem. iluminação: serão dois pequenos holofotes, acoplados na placa de metal, para que a noite o ambiente ainda possa interagir com a cidade. referência modelo
  97. E S C U LT U R A S Tendo

    por referencia a Cow Parade, uma intervenção onde uma série de esculturas de vacas pintadas por artistas, são espalhadas pela cidade, o projeto de intervenções históricas prevê esculturas feitas de fibra de vidro, mesmo material usado para as vacas. Para a escolha do material foi levado em conta sua resistência e sua fácil manutenção. As esculturas, instaladas nas placas metálicas azuis, representam pessoas do momento histórico relatado no respectivo estêncil, estas podem ser tanto pessoas desconhecidas como figuras importantes da época. A intenção é criar esculturas realistas como as obras de Ron Mueck. 1,70m referência referência
  98. P L A C A As placas da intervenção estarão

    ao lado de cada instalação ao longo das ruas e têm intuito de marcar e explicar o projeto. Elas são compostas da mesma forma que os postes de rua de São Paulo: com um elemento vertical metálico no qual se acopla uma chapa também metálica. 0,70m 0,32m 0,75m 2,00m 0,08m
  99. E S T Ê N C I L Estêncil é

    uma técnica usada para fazer um desenho ou ilustração através da aplicação de tinta sobre um molde cortado previamente. O estêncil pode ser aplicado em inúmeras superfícies onde o desenho do vazio do molde ficará gravado pela tinta. Nesse projeto os estêncis são aplicados sob as placa metálicas e relatam momentos das histórias das ruas . A entrada e a saída do colégio são descritas como um “espetáculo” assistido pelos transeuntes da rua augusta que esperavam os luxuosos automóveis virem buscar as alunas sentadas na escadaria do colégio.
  100. Rua Augusta _ Identidade Própria Artur Correa Caio França Débora

    Mayumi Diogo Sinatti Francisco Leão Juliana Ludemann Pedro Feris
  101. Estudos iniciais

  102. Planta geral

  103. Perspectivas

  104. Perspectivas

  105. Esquema

  106. Cortes

  107. Cortes

  108. Postes

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  110. Reggio Calabria, july 2nd -14th 2009

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  117. 4 4 5 6 1 2 3 5

  118. 4 5 1 1. MATINITI

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  126. 4 5 2 2. SANT’AGATA

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  128. None
  129. None
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  131. 4 5 3 3. SALINE JONICHE

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  134. None
  135. None
  136. 4 4 5 4. CAPO PELORO

  137. None
  138. None
  139. None
  140. None
  141. 5 5 5. ANNUNZIATA 5. ANNUNZIATA 5. ANNUNZIATA

  142. None
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  148. 4 5 6 6. FALCATA

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  158. None
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  160. None
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  162. None
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  164. None
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  166. None
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  176. • Lisbon, june 1st-12th 2010

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  185. Group 1

  186. None
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  188. None
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  191. None
  192. None
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  196. Group 2

  197. None
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  202. Group 3

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  224. Group 4

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  235. None
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  241. Group 5 Group 5

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  253. Group 6

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  266. None
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  268. Volos, june 3rd -15th 2011……

  269. Volos, june 3rd -15th 2011……

  270. Volos Water-front group 1

  271. None
  272. None
  273. None
  274. None
  275. Volos Water-front group 2

  276. None
  277. None
  278. None
  279. None
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  281. None
  282. None
  283. None
  284. None
  285. None
  286. Xeras River group 1

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  288. None
  289. None
  290. None
  291. None
  292. Xeras River group 2 FROM “NON-PLACE” TO “PLACE”

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  294. None
  295. None
  296. None
  297. None
  298. Xeras River group 3 DELTA

  299. None
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  304. None
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  307. CEMENT FACTORY group 1 | Multi-Factory

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  316. AES-POS GRADUAÇÃO

  317. Título da pesquisa: cidade criativa

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  324. None
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  330. None
  331. None
  332. None
  333. None
  334. Muito obrigado! robertdepaauw@gmail.com jdvdp.com