em seu Capítulo II (Dos Direitos Sociais), artigos 6º e 7º, incisos XXII, XXIII, XXVIII e XXXIII, dispõe, especificamente, sobre segurança e saúde dos trabalhadores. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) dedica o seu Capítulo V à Segurança e Medicina do Trabalho, de acordo com a redação dada pela Lei 6.514, de 22 de dezembro de 1977. O então Ministério do Trabalho, por intermédio da Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, aprovou as Normas Regulamentadoras (NR) previstas no Capítulo V da CLT e estabeleceu que as alterações posteriores dessas NR seriam determinadas pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, órgão do atual Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). ( NB 1318 – NBR 12246)
NR-06 - EPI NR-07 - PCMSO NR-09 – PPRA NR-33 REGULAMENTA AS ATIVIDADES EM EC NR-10 – SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE NR-13 – CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-34 - SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL MR-35 - TRABALHO EM ALTURA NR-15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES NR-18 – CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO PORTARIA 3214/78 - NORMAS REGULAMENTADORAS
não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente seja insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio”. Segundo a ABNT/NBR-16577-2017 : Qualquer área não projetada para ocupação humana contínua, a qual tem meios limitados de entrada e saída ou uma configuração interna que possa causar aprisionamento ou asfixia em um trabalhador e na qual a ventilação é inexistente ou insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência/ enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver ou conter um material com potencial para engolfar/afogar um trabalhador que entrar no espaço . DEFINIÇÃO, IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS
definida no cadastro com os riscos inerentes ao local, antes de o trabalhador adentrar neste espaço. As medidas de controle de riscos são norteadas pela a permissão de entrada e trabalho (PET) Característica da alteração ocasionada pela(s) atividade(s) que será (ão) executada(s) no interior do espaço confinado, sua dinâmica de evolução de riscos associada aos riscos presentes no espaço o confinado "não perturbado". Neste caso, as medidas de controle de riscos são baseadas na análise preliminar de risco (APR). ESPAÇO CONFINADO "NÃO PERTURBADO" ESPAÇO CONFINADO "PERTURBADO"
NÍVEL DE OXIGÊNIO IGUAL OU INFERIOR A 16%; ONDE O NÍVEL DE INFLAMABILIDADE SEJA IGUAL OU MAIOR QUE 10% DO LIMITE INFERIOR DE EXPLOSIVIDADE (LIE); CUJO SOCORRO A EVENTUAIS VITIMAS REQUER A ENTRADA DE MAIS DE UM PESSOA EQUIPADA COM MÁSCARA E/OU ROUPAS ESPECIAIS; A COMUNICAÇÃO EXIGE A PRESENÇA DE MAIS DE UMA PESSOA DE PRONTIDÃO DENTRO DO ESPAÇO CONFINADO. GRUPO A GRUPO A
NÍVEL DE OXIGÊNIO DE 16,1% PARA 19,4%; • ONDE O NÍVEL EXPLOSIVO É DE 10% A 19% DO LIMITE INFERIOR DE EXPLOSIVIDADE (LIE); POSSUEM UMA OU MAIS DAS SEGUINTES CONDIÇÕES: GRUPO B GRUPO B GRUPO C GRUPO C • POTENCIALMENTE PERIGOSO PARA A VIDA; • NÃO NECESSITA DE MODIFICAÇÕES PARA OS PROCEDIMENTOS HABITUAIS PARA O TRABALHO NORMAL; • NÍVEL DE OXIGÊNIO VARIA DE 19,5% PARA 21,4%. POSSUEM UMA OU MAIS DAS SEGUINTES CONDIÇÕES:
as pessoas ingressam através de uma abertura para o interior de um espaço confinado. Essa ação passa a ser considerada como tendo ocorrido logo que alguma parte do corpo do trabalhador ultrapasse o plano de uma abertura no espaço confinado. Todo e qualquer trabalho em espaço confinado, obrigatoriamente, deverá ser executado por, no mínimo, duas pessoas, sendo uma delas denominada vigia.
nos Espaços Confinados; Inspeção e seleção do EPI (Equipamento de Proteção Individual) a ser utilizado; Avaliação do Risco antes da PET (Permissão de Entrada e Trabalho); Medidas de controles a serem adotadas nos Riscos Identificados; Atenção de toda equipe durante o trabalho no Espaço Confinado; Verificar o funcionamento de todos os Equipamentos de Proteção Coletiva; Os equipamentos presentes no local devem ser aqueles constantes no planejamento;
decorrem das condições inerentes ao ambiente de trabalho ou ao próprio processo operacional das diversas atividades profissionais. São, portanto, as condições ambientais de segurança do trabalho capazes de afetar a saúde, a segurança e o bem-estar do trabalhador. São as condições ambientais que permitam a entrada em um espaço confinado onde haja critérios técnicos de proteção para riscos: Físicos Biológicos Químicos Acidentes Ergonômicos
dos gases tóxicos não é perceptível e a sua penetração pode ocorrer por absorção, ingestão, inalação e injeção; Armazenamento de materiais, uso de alguns tipos de revestimentos ou solventes. Material orgânico em decomposição desloca o oxigênio e pode produzir gases CH4, H2S, CO ou CO2; Os gases tóxicos podem causar efeitos prejudiciais à saúde. O LT (Limite de Tolerância é dado pela Norma Regulamentadora 15 – NR 15). RISCOS QUÍMICOS ATMOSFERA TÓXICA
X 3 = 2,4 PPM LT DO H2S = 8 PPM VM = 8 PPM X 2 = 16 PPM LT DO CO = 39 PPM VM = 39 PPM X 1,5 = 58 PPM LT DO CO 25 CONFORME NIOSH VM DO CO 25 X 1,5 = 37,5 PPM RISCOS QUÍMICOS O valor máximo não pode ultrapassar em nenhum momento a jornada de trabalho, sob pena de ser considerada situação de risco grave e iminente.
característica é o cheiro de ovo podre que, em alta concentração, inibe o olfato. O Limite de tolerância para 8 horas é de 8 ppm. Valor máximo 16 ppm (8 ppm X 2 = 16 ppm). GÁS SULFÍDRICO
RISCOS IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO Propriedade ou condição inerente a uma substância ou atividade capaz de causar danos às pessoas, à propriedade ou ao meio ambiente. Identificação de eventos indesejáveis que levam à materialização de um perigo. Adoção de procedim ento práticas para proteger o homem, a propriedade e o meio ambiente garantindo a continuidade operacional. É a exposição ao perigo
controlar o acesso a todo e qualquer espaço confinado; Considerar que operações nas superfícies de grãos são extremamente perigosas e que a entrada e movimentação de trabalhadores sobre massa de grãos ou materiais que ofereçam riscos de engolfamento, soterramento, afogamento e sufocamento são proibidas, salvo quando garantidas, por meio de análise de riscos e adoção de medidas de caráter coletivo e/ou individual comprovadamente efetivas. Deve ser mantida a sinalização específica na entrada do local de armazenamento, constando os seus riscos e a proibição de acesso; NO RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DE ESPAÇOS CONFINADOS, A SEGUINTE METODOLOGIA DEVE SER IMPLEMENTADA:
em espaço confinado para todos o os empregados, próprios ou terceirizados; Designar e capacitar as pessoas que têm obrigações ativas nas operações de entrada, relacionando os deveres de cada trabalhador; Verificar as condições nos espaços confinados para determinar se as condições de entrada são seguras. Monitorar continuamente o interior dos espaços confinados onde os trabalhadores autorizados estiverem em atividade. (fonte ABNT NBR- 16577-2017) NO RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DE ESPAÇOS CONFINADOS, A SEGUINTE METODOLOGIA DEVE SER IMPLEMENTADA:
POTENCIALMENTE TÓXICOS Essa avaliação deve ser feita com equipamento intrinsecamente seguro, aprovado e certificado por um Organismo de Certificação (INMETRO) para trabalho em áreas potencialmente explosivas.
para os trabalhadores que necessitarem entrar naquele espaço confinado. Caso haja necessidade de realizar trabalhos em atmosfera IPVS ou potencialmente capaz de atingir níveis de atmosfera Imediatamente Perigosa à Vida ou à Saúde (IPVS), os trabalhadores deverão estar TREINADOS e utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) que garantam sua saúde e integridade física. O instrumento utilizado para essa medição deverá estar previamente calibrado e testado. Além disso, as seguintes providências deverão ser tomadas, com base nesses dados:
de atmosfera perigosa, as seguintes providências devem ser tomadas: O espaço confinado deve ser novamente analisado, para determinar como a atmosfera perigosa se desenvolveu. O empregador deverá verificar se o espaço confinado está seguro para entrada e garantir que as medidas que antecedem a entrada tenham sido tomadas através de permissão de entrada por escrito.
A ENTRADA EM AMBIENTES CONFINADOS. SÃO ELES: Se os testes indicam que o nível de oxigênio for maior do que 23%, o trabalho “quente” (risco de centelhamento) é proibido, até que técnicas de ventilação tenham reduzido o nível de oxigênio para 21%. DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO; ATMOSFERA EXPLOSIVA; SUBSTÂNCIAS TÓXICAS; FOGO; A quantidade de oxigênio contido no espaço a ser testado deve estar acima de (19,5% e abaixo de 23 %;
ser encontrados durante a entrada, incluindo informação sobre o modo, sinais ou sintomas e consequências da exposição ao agente. O supervisor de entrada deve conferir as entradas apropriadas nos espaços confinados, os testes, os procedimentos e a presença dos equipamentos listados na PET, no local . O supervisor de entrada deve questionar o(s) trabalhador (es) autorizado(s) sobre seu estado de saúde pré-tarefa para execução das atividades em espaço confinado, visando identificar alguma indisposição momentânea.
e a PET, quando necessário. O supervisor de entrada deve verificar se os serviços de emergência e salvamento estão disponíveis e se os meios para acioná-los estão operantes. O supervisor de entrada deve determinar, no caso de troca de turno do vigia, que a responsabilidade pela continuidade da operação seja transferida para o próximo vigia. (fonte ABNT NBR- 16577-2017)
encontrar durante a entrada, incluindo informações sobre o modo, sinais ou sintomas e consequências da exposição; Usem adequadamente os equipamentos EPI e EPR; Saibam operar os recursos de comunicação para permitir que o vigia monitore as suas atuações e os alerte da necessidade de abandonar o espaço confinado. O empregador, ou seu preposto, deve assegurar que todos os trabalhadores autorizados:
Se o trabalhador reconhecer algum sinal de perigo, risco ou sintoma de exposição a uma situação perigosa; Se o alarme de abandono for ativado. Reconhecer algum sinal de perigo ou sintoma de exposição a uma situação perigosa não prevista; Detectar uma condição proibida. A saída de um espaço confinado deve ser processada imediatamente nas seguintes condições: O trabalhador deve alertar o vigia sempre que:
prevenção que possam ser enfrentados durante a entrada, incluindo informação sobre o modo, sinais ou sintomas e consequências da exposição aos agentes. Deve estar ciente dos riscos de exposição dos trabalhadores autorizados. Deve manter continuamente uma contagem precisa do número de trabalhadores autorizados no espaço confinado e assegurar que os meios usados para identificá-los sejam precisos; O vigia deve permanecer fora do espaço confinado, junto à entrada e de forma contínua, durante as atividades até que seja substituído por outro vigia.
de forma contínua, durante as atividades até que seja substituído por outro vigia. Deve manter a comunicação com os trabalhadores para monitorar as suas condições e para alertá-los quanto à necessidade de abandonar o espaço confinado. Deve operar os movimentadores de pessoas em situações normais ou de emergência. O vigia deve acionar a equipe de salvamento, quando necessário. Não pode realizar qualquer outra tarefa que possa comprometer monitoramento e a proteção dos trabalhadores.
se há segurança para os trabalhadores permanecerem no interior do espaço. O vigia deve ordenar aos trabalhadores o abandono imediato do espaço confinado sob quaisquer das seguintes condições: DETECTAR UMA CONDIÇÃO DE PERIGO; DETECTAR UMA SITUAÇÃO EXTERNA AO ESPAÇO QUE POSSA CAUSAR PERIGO AOS TRABALHADORES; SE NÃO PUDER DESEMPENHAR EFETIVAMENTE E DE FORMA SEGURA TODOS OS SEUS DEVERES;
a atmosfera com ventilação e medições comprobatórias, com detectores de gases e equipamentos elétricos/ eletrônicos adequados para áreas classificadas, para, então, prosseguir com o salvamento; Cada membro do serviço de salvamento deve possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a ser desempenhada;
a execução de trabalhos em espaços confinados (trabalhador autorizado), bem como para desempenhar as tare as de salvamento designadas; A capacitação da equipe de salvamento deve contemplar todos os possíveis cenários de acidentes identificados na análise de risco; A equipe de salvamento está isenta da emissão da PET. (fonte ABNT NBR-16577-2017)
seja autorizada, o empregador, ou seu preposto, deve documentar o conjunto de medidas necessárias para a preparação de uma entrada segura. A permissão de entrada e trabalho (PET) preenchida deve estar disponível para os trabalhadores autorizados, mediante a sua fixação na entrada ou por quaisquer outros meios igualmente efetivos. A permissão de entrada e trabalho deve ser encerrada quando: As operações de entrada cobertas tiverem sido completadas; Houver a saída, pausa ou interrupção dos trabalhos em espaços confinados.
canceladas por motivo de surgimento de riscos adicionais devem ser arquivadas pelo período de cinco anos e servirão de base para a revisão do programa. (fonte ABNT NBR-16577-2017) Quando acontecer uma condição não prevista dentro ou nas proximidades do espaço confinado.
mudanças no espaço confinado. Caso identifique alguma mudança, o supervisor deve solicitar a elaboração ou revisão da análise preliminar de riscos, englobando possíveis cenários acidentais provenientes da mudança. É obrigatório que o supervisor de entrada submeta a mudança e sua respectiva análise de risco à aprovação do empregador, ou seu preposto, para proceder à implementação da mudança e das medidas de controle de riscos. Implementada a mudança e suas medidas de controle, o supervisor de entrada fica autorizado a emitir a PET.
avaliar as medidas de controle implementadas e registrar sua eficácia na PET ao encerrá-la. Em caso de ineficácia das medidas de controle, a PET não pode ser emitida. Caso tenha sido emitida a PET e a ineficácia das medidas de controle for verificada durante a realização do trabalho, esta Permissão deve ser cancelada e o gerenciamento da mudança deve voltar à etapa de análise. Em todos os casos, as permissões de entrada que envolvem gestão de mudanças devem ser arquivadas pelo período mínimo de cinco anos.
A data e duração da autorização da permissão de entrada; Os trabalhadores autorizados a entrar em um espaço confinado, que devem ser relacionados e identificados pelo nome e pela função que irão desempenhar; A PET documenta a conformidade das condições locais e autoriza a entrada em cada espaço confinado, devendo identificar:
N° 6 (NR-6), DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO: EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL É TODO DISPOSITIVO DE FABRICAÇÃO NACIONAL OU ESTRANGEIRA, DESTINADO A PROTEGER A SAÚDE E A INTEGRIDADE FÍSICA DO TRABALHADOR. AS EMPRESAS SÃO OBRIGADAS A FORNECER A SEUS TRABALHADORES, GRATUITAMENTE, EPI ADEQUADO AO RISCO A QUE ESTÃO SUBMETIDOS, EM PERFEITO ESTADO DE CONSERVAÇÃO E FUNCIONAMENTO.
FALHA NOS EQUIPAMENTOS DE CONTROLE E MONITORAÇÃO DE RISCOS) OU EVENTO INTERNO OU EXTERNO, NO ESPAÇO CONFINADO, QUE POSSA CAUSAR PERIGO AOS TRABALHADORES.
para prevenir entradas não autorizadas; Identificar e avaliar os riscos dos espaços confinados, antes da entrada dos trabalhadores; Manter registro por escrito dos deveres dos supervisores de entrada, dos vigias e dos trabalhadores autorizados, com os respectivos nomes e assinaturas; É um programa geral do empregador, elaborado para controlar e proteger os trabalhadores de riscos em espaços confinados e para regulamentar a entrada dos trabalhadores nestes espaços. PROGRAMA DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO Ações que fazem parte do programa de entrada em espaço confinado:
retorno ao trabalho e demissionais, com emissão dos respectivos atestados de saúde ocupacional, bem como abordar os exames complementares, requisitados pelo médico do trabalho e previstos no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), de acordo com a avaliação de cada espaço confinado; (fonte ABNT NBR-16577-2017) PROGRAMA DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO
sobre os riscos a que estão expostos, medidas de controle e procedimentos seguros de trabalho. Implantar o serviço de emergência e resgate, mantendo os componentes dessas equipes sempre prontos para entrar em ação, treinados e com equipamentos em perfeitas condições de uso. PROGRAMA DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO
operações de entradas seguras em espaços confinados, incluindo no mínimo os seguintes tópicos: Manter o espaço confinado devidamente sinalizado e isolado, providenciando o controle dos riscos mapeados para proteger os trabalhadores que nele entrarão; Implementar travas e bloqueios, quando houver necessidade; Proceder à avaliação da atmosfera quanto à presença de gases ou vapores inflamáveis ou ILI tóxicos e a concentração de oxigênio. Antes de efetuar a avaliação da atmosfera, realizar o teste de resposta do equipamento de detecção de gases; PROGRAMA DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO
quando reconhecido o risco; Purgar, inertizar, neutralizar, lavar ou ventilar o espaço confinado, para eliminar ou controlar o os riscos presentes no meio ambiente de trabalho; Proceder à avaliação de riscos atmosféricos, físicos, químicos, biológicos, ergonómicos o e mecânicos que garantam a segurança dos trabalhadores. (fonte ABNT NBR-16577-2017) PROGRAMA DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO
tomadas todas as precauções de segurança, acontece que alguns riscos são imperceptíveis pelos órgãos dos sentidos, outros ocorrem durante a realização do trabalho porque alguma coisa não deu certo, ou não saiu como planejado. Os riscos podem estar relacionados às tarefas e ao ambiente, que estão ligados as pessoas, cultura, crenças e valores etc. PERCEPÇÃO DE RISCOS
AGIR NO "MODO AUTOMÁTICO" DESRESPEITO AOS PROCEDIMENTOS E NORMAS DE SEGURANÇA USO INADEQUADO DE FERRAMENTAS OU MÁQUINAS USO DE EQUIPAMENTOS SEM MANUTENÇÃO USO DE EQUIPAMENTOS SEM TREINAMENTO FALTA DE USO DE EPI E EPC É O ATO DE TOMAR CONSCIÊNCIA POR MEIO DOS SENTIDOS - AUDIÇÃO, TATO, VISÃO, OLFATO, PALADAR - DE ALGUM PERIGO EMINENTE, TOMANDO A DECISÃO ADEQUADA PARA EVITA-LO. O QUE É PERCEPÇÃO DE RISCOS?
e operação; Os equipamentos devem estar disponíveis para utilização pelos trabalhadores capacitados, vigias e supervisores, sem custo para os mesmos; Os requisitos a seguir devem ser observados para todos os equipamentos: A documentação referente à capacitação de operação deve ser comprovada mediante certificado.
funcionamento, sem custo aos trabalhadores, os equipamentos relacionados de 6.2 a 6.9 Os equipamentos de sondagem inicial e de monitoramento contínuo da atmosfera devem ser calibrados e testados antes do seu uso, e adequados para o trabalho em áreas potencialmente explosivas, caso estas áreas sejam reconhecidas. Os equipamentos de medição que forem utilizados no interior dos espaços confinados, com risco de explosão, devem ser intrinsecamente seguros (do tipo Ex i) e protegidos contra interferência eletromagnética de radiofrequência. Assim como os equipamentos posicionados próximos à parte externa e no entorno dos espaços confinados considerados como áreas classificadas.
DE ATMOSFERAS EXPLOSIVAS DEVIDO À PRESENÇA DE SUBSTÂNCIAS INFLAMÁVEIS. ATMOSFERA EXPLOSIVA SÃO AMBIENTES ONDE OCORREM A MANIPULAÇÃO DE SUBSTANCIAS INFLAMÁVEIS EM FORMA DE GÁS, VAPOR OU POEIRA, QUE MISTURADOS COM O AR APRESENTAM RISCO DE EXPLOSÃO ATMOSFERA EXPLOSIVA E ÁREAS CLASSIFICADAS
INFLAMÁVEIS; DIMENSÕES E FORMA DO EQUIPAMENTO DE PROCESSO E VOLUME DO MATERIAL ENVOLVIDO; CONDIÇÕES DE VENTILAÇÃO. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS PARA ATMOSFERAS EXPLOSIVAS: SÃO EQUIPAMENTOS PROTEGIDOS CONTRA EXPLOSÕES E EQUIPAMENTOS PARA ÁREAS CLASSIFICADAS SÃO EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS CONSTRUÍDOS DE MODO A NÃO CAUSAR, SOB CONDIÇÕES ESPECIFICADAS, A IGNIÇÃO DA ATMOSFERA EXPLOSIVA AO SEU REDOR. AVALIAÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO DA ÁREA DE RISCO: EX
MISTURA INFLAMÁVEL É MUITO BAIXA OU ESTÁ ASSOCIADA A ALGUMA FALHA DE OPERAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS OU PROCESSOS EXISTENTES NO LOCAL. ZONA 0 - PERIGO CONTÍNUO ZONA 1 - PERIGO PROVÁVEL ZONA 2 - PERIGO POUCO PROVÁVEL PERIGO PROVÁVEL, ONDE EXISTE A POSSIBILIDADE DE OCORRER PRESENÇA DE MISTURA INFLAMÁVEL DECORRENTE DAS CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS OU PROCESSOS EXISTENTES NO LOCAL. ONDE A PRESENÇA DE MISTURA INFLAMÁVEL É ENCONTRADA EM TODOS OS MOMENTOS.
abril de 2006, artigo 2, determina a obrigatoriedade de que todos os equipamentos elétricos, acessórios e componentes para atmosferas potencialmente explosivas, sejam certificados de acordo com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC, e que a não observância dessa obrigatoriedade seja passível de punição, de acordo com regra específica. Artigo 4 da Portaria 83 de 03/04/2006 “As unidades marítimas fabricadas no exterior e importadas destinadas à lavra de petróleo ou ao transporte de produtos inflamáveis, para trabalho offshore, serão dispensadas da obrigatoriedade da certificação no âmbito do SBAC, uma vez que para elas são válidos os critérios para aceitação dos fornecedores e as certificações adotadas pelas sociedades classificadoras.”
CONTAMINADAS OU EXPLOSIVAS. POR MEIO DE PRESSÃO POSITIVA (INSUFLANDO), OU PRESSÃO NEGATIVA (EXAUSTÃO) VENTILADORES EM ÁREAS CLASSIFICADAS DEVEM POSSUIR MARCAÇÃO APROPRIADA E SEREM PROTEGIDOS CONTRA DESCARGAS ELETROSTÁTICAS, INCLUINDO ATERRAMENTO DOS EQUIPAMENTOS.
atmosferas perigosas em virtude da presença de gases e vapores tóxicos e inflamáveis e deficiência de oxigênio. Além de renovar o ar, auxilia no controle do calor e da umidade no interior dos espaços confinados. A ventilação natural não apresenta resultado satisfatório devido as seguintes características: Deficiente circulação de ar pelo reduzido número e tamanho das aberturas presentes na maioria dos espaços confinados; Inadequada diferença de altura entre as entradas e saídas do ar do espaço confinado Intensa variação da vazão do ar; Dificuldade de controle no direcionamento do ar; Irregularidade do efeito dos ventos;
INDICA O VOLUME DE AR QUE ELE CONSEGUE REMOVER DO AMBIENTE, NA UNIDADE DE TEMPO. PODE SER EXPRESSA EM METROS CÚBICOS POR HORA (M3/H) OU PÉS CÚBICOS POR MINUTO (CFM). ESTE VALOR É CALCULADO LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO O COMPRIMENTO E O NÚMERO DE CURVAS EM 90 GRAUS DO DUTO DE REMOÇÃO DE AR, SABENDO-SE QUE QUANTO MAIOR O COMPRIMENTO DO DUTO E O NÚMERO DE CURVAS, MAIORES SÃO AS PERDAS E, PORTANTO, MENOR É A CAPACIDADE DO EQUIPAMENTO. V = L X H X C ONDE: L= LARGURA DO COMPARTIMENTO, EM METROS; H= ALTURA DO COMPARTIMENTO, EM METROS; C= COMPRIMENTO DO COMPARTIMENTO, EM METROS.
COMBUSTÍVEIS, PODE SER NECESSÁRIA A REALIZAÇÃO DE VENTILAÇÃO EXTRA. ENQUANTO O SISTEMA DE VENTILAÇÃO ESTIVER OPERACIONAL, A ATMOSFERA DO AMBIENTE DEVE SER TESTADA A CADA ENTRADA, PARA MANTER O NÍVEL DE SEGURANÇA; QUANDO POSSÍVEL, O MÉTODO PREFERÍVEL PARA OXIGENAR UM AMBIENTE É VENTILAR POR UMA ENTRADA E REALIZAR EXAUSTÃO POR OUTRO O MÍNIMO DE TEMPO PARA VENTILAÇÃO EXTRA DEVERÁ SER DE TRÊS (3) HORAS. NO CASO DE GRANDES TANQUES, MAIS VENTILAÇÃO DEVE SER PROVIDENCIADA, PARA ATINGIR OS NÍVEIS DESEJADOS DE OXIGENAÇÃO. É PRECISO TER ATENÇÃO PARA QUE NENHUM VENTILADOR OU DUTO RESTRINJA AS ROTAS DE FUGA DAQUELES QUE ESTÃO TRABALHANDO NO ESPAÇO CONFINADO
GRUPOS: SUPRIDORES DE AR 1. PURIFICADORES DE AR 2. OS SUPRIDORES DE AR SÃO RESPIRADORES INDEPENDENTES. ESSA CLASSE DE RESPIRADORES SUPRIME AO USUÁRIO A OU OUTRO GÁS RESPIRÁVEL, VINDO DE UMA ATMOSFERA INDEPENDENTE DO AR AMBIENTE QUE PERTENCEM A ESTA CATEGORIA AS MASCARAS AUTÔNOMAS, OS RESPIRADORES DE LINHA E AR MANDADO, E CILINDROS AUXILIARES DE FUGA. PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
ANTES DO USO; A MÁSCARA DEVE SER AJUSTADA AO ROSTO ANTES DE ENTRAR NO AMBIENTE; A MÁSCARA NUNCA DEVE SER REMOVIDA ENQUANTO ESTIVER NA ÁREA CONTAMINADA. CUIDADOS
PT x VL = Quantidade de ar respirável Composite fibra de carbono: 300 x 68 = 2040 litros de ar respirável Aço carbono: 200 x 7 = 1400 litros de ar respirável Quantidade de ar respiravel % M.C.H = Autonomia M.C.H Média de consumo humano Consumo por minuto entre 28 a 40 litros/min O máximo que o ser humano consumo: 132 litros/min Composite fibra de carbono 2040 - 40 = 51 min (tempo total) calculo de uso do epr PT - Pressão de trabalho Cilindro de composite: 300 bar Cilindro de aço carbono: 200 bar Peso: 3,8 KG Peso médio: 12 KG VL - Volume em litros Peso: 3,8 KG Peso médio: 12 KG Cálculo de quantidade de ar respirável: Cálculo de autonomia:
de uso no solo ou em parede, dotadas de dreno de emulsão de água e óleo, filtro de carvão ativado para gases contaminantes, com umidificadores. Alguns modelos possuem detectores de CO. É UM SISTEMA PARA TRATAR E DISTRIBUIR O AR COMPRIMIDO PARA LINHA DE AR MANDADO.
mecânicos ou combinados. A utilização destes respiradores é contra indicada, se durante a avaliação de riscos para liberação dos trabalhos em espaços confinados for detectada uma concentração de oxigênio abaixo de 19,5 %. RESPIRADORES PURIFICADORES DE AR
local do acidente em segurança, mesmo se, o ambiente estiver contaminado por produtos químicos disperso no ar. Por isso, elas são habitualmente utilizadas em ambientes que podem acontecer acidentes subitamente com produtos químicos, locais os quais são difíceis de respirar. RESPIRADORES de fuga
CONFINADOS, SEM QUE A EQUIPE DE RESGATE PRECISE NELES ADENTRAR, PODERÃO SER UTILIZADOS MOVIMENTADORES INDIVIDUAIS QUE NÃO PREJUDIQUEM A VÍTIMA, EM CONFORMIDADE AOS PRINCÍPIOS DE PRIMEIROS SOCORROS. sistema de resgate
que cada membro do serviço de resgate tenha equipamento de proteção individual. Cada membro do serviço de resgate deverá ser treinado para desempenhar as tarefas de resgate designadas; Cada membro do serviço de resgate deverá receber o mesmo treinamento requerido para os trabalhadores autorizados; Cada membro do serviço de resgate deverá ser capacitado, fazendo resgate em espaços confinados ao menos uma vez a cada doze (12) meses; Cada membro do serviço de resgate será treinado em primeiros socorros básicos e em reanimação cardiopulmonar (RCP). REQUISITOS QUE SE APLICAM AOS TRABALHADORES ENVOLVIDOS EM SERVIÇOS DE RESGATE EM ESPAÇOS CONFINADOS:
adequados, incluindo os de proteção respiratória, além de equipamentos de resgate, tais como: Detector Multigases; Equipamentos para trabalho em altura; Ventilador e exaustor; Sistema de ancoragem; Cones de sinalização; Sistema de imobilização e resgate; Cordas; Cinto tipo paraquedista; Etc.
entra em espaço confinado deve possuir noções de primeiros socorros e conhecer os procedimentos de auto-resgate. As equipes de emergência e salvamento devem estar devidamente treinada e habilitada, bem como permanentemente disponível. Cada resgatista deve ser treinado em técnicas especificas, que envolvam imobilização e transporte de acidentados.