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Identificando notícias falsas e promovendo uma comunicação cidadã

Taís Oliveira
January 01, 2021

Identificando notícias falsas e promovendo uma comunicação cidadã

Material de apoio da oficina Identificando notícias falsas e promovendo uma comunicação cidadã do Programa Agentes de Governo Aberto da Prefeitura Municipal de São Paulo, ciclo 2020 .

Taís Oliveira

January 01, 2021
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  1. Identificando notícias falsas e
    promovendo uma comunicação cidadã
    Taís Oliveira

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  2. Pilares de Governo Aberto
    TRANSPARÊNCIA PARTICIPAÇÃO
    INOVAÇÃO INTEGRIDADE
    ampliar os processos de participação
    na tomada de decisões
    desenvolver processos que
    estimulem a integridade e
    responsabilização do poder
    público e seus agentes
    fomentar a criação e uso de
    ferramentas de inovação
    tecnológica e social
    garantir a transparência por meio do
    acesso às informações públicas

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  3. Nesta edição, 32 Agentes irão realizar oficinas telepresenciais
    para um público bastante diversificado.
    Ao todo, serão realizadas mais de 1.000 horas de oficinas, entre
    15 de setembro e 13 de dezembro!
    As oficinas são gratuitas e certificadas. Para receber o
    certificado, é preciso preencher o formulário de avaliação ao
    final da oficina.

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  4. Taís Oliveira é formada em relações públicas,
    Mestra e doutoranda em Ciências Humanas e Sociais
    pela UFABC, onde pesquisa tecnologia e questões
    étnico-raciais.
    É professora universitária, pesquisadora membra do
    NEAB-UFABC (Núcleo de Estudos Africanos e Afro-
    brasileiros), do grupo de pesquisa Desigualdades
    Sociais no Brasil e do Grupo PARES (Pesquisa em
    Análise de Redes Sociais).
    @tais_so taisoliveira.me

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  5. Dinâmica:
    • A proposta é uma oficina dialógica e interativa;
    • Usem o chat para comentários e perguntas;
    • Se eu não souber responder algo, me comprometo a procurar;
    • Se apresentem brevemente dizendo: nome, cidade/estado,
    área de atuação e motivação para participar da oficina.

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  6. Cronograma da oficina:
    • Comunicação e Democracia;
    • Desinformação e discurso de ódio;
    • O papel das plataformas;
    • Checagem dos fatos;
    • Contranarrativas em rede;
    • Checagem na prática;
    • Considerações e partilha;
    • Recados e finalização.

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  7. QUIZ DAS FAKE NEWS

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  8. Link no Chat!
    http://bit.ly/QuizOficina

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  9. O PAPEL DA COMUNICAÇÃO
    NAS DEMOCRACIAS

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  10. A democracia é sempre afetada pela forma
    como se dão os processos comunicacionais.
    (BRAGA, 2018)

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  11. Os meios de comunicação também interferem nas práticas
    políticas, criando uma dinâmica própria dentro do jogo: os
    veículos de comunicação tornam-se novos espaços de
    disputa e novas ferramentas de persuasão, além de
    incorporar outros atores nos pleitos políticos. (PENTEADO &
    FORTUNATO, 2015)

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  12. Através dos veículos de comunicação, as ideias, ações e
    discursos ganham importância (conhecimento) perante a
    sociedade, criando espaços de disputas simbólicas (discurso
    político) que a afetam como um todo. (PENTEADO &
    FORTUNATO, 2015)

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  13. Narrativas midiáticas em disputa: Informação e
    contrainformação política no caso Claudia Silva Ferreira
    (LIMA, HOMMA & SOUZA, 2017)

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  14. Mídias Independentes e Periféricas

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  15. Campanha Alvos do Genocídio | Coalizão Negra por Direitos

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  16. Ações do Instituto Marielle Franco

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  17. O Ciclo do Silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores no Brasil | Artigo 19 | 2018

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  18. o Interatividade;
    o Rompimento da dinâmica comunicacional;
    o Produção e propagação de conteúdo com
    custo reduzido e alcance;
    o Recursos multimídia;
    o Novas formas de organizar o conhecimento;
    o Meio não regulado e de difícil regulação.
    Internet
    BRAGA, 2018

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  19. Internet e eleições no Brasil: diagnóstico e recomendações
    Relatório do InternetLab sobre as eleições de 2019/2020

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  20. DESINFORMAÇÃO
    DISCURSO DE ÓDIO

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  21. O termo Fake News (“Notícias Falsas”) é senso comum,
    mas não é a melhor maneira de falar deste fenômeno.
    Isto por que a produção de uma notícia segue princípios
    éticos e processos que visam garantir a veracidade e
    credibilidade da informação.

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  22. A desinformação, assim, está associada a discursos que
    introduzem ideias falsas ou manipuladas nas conversações
    mediadas por computador. Uma das principais
    consequências disso, na mídia social, é o efeito de “falso
    consenso” (SOON; GOH, 2018), que se refere a uma
    impressão de consenso onde as pessoas tendem a acreditar
    naqueles discursos que a maioria dos demais parece apoiar.
    (RECUERO, 2020)

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  23. As práticas de desinformação-intencional e não-
    intencional são tentativas de manipular a conversação
    na esfera pública política, no sentido de criar falsas
    percepções e manipular as opiniões. (RECUERO, 2020)

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  24. Desinformação
    nas Mídias Sociais
    o Apropriação das tecnologias pelo usuário;
    o Espalhamento rápido e alcance amplo;
    o Automação e robôs para a difusão do conteúdo;
    o Manipulação fotográfica, clickbaits, teorias da
    conspiração, sátira e paródia de notícias reais,
    fabricação de notícias, propaganda política,
    rumores e boatos.
    RECUERO, 2020

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  25. "Já o lugar natural do negro é o oposto, evidentemente: da senzala
    às favelas, cortiços, porões, invasões, alagados e conjuntos
    ‘habitacionais’ (cujos modelos são os guetos dos países
    desenvolvidos) dos dias de hoje, o critério também tem sido
    simetricamente o mesmo: a divisão racial do espaço."
    (GONZALEZ, 1982)

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  26. A linguagem como ato de violência designa quem pode/deve
    viver e morrer (PINTO, 2016). E o corpo negro, que é nomeado à
    violência da exclusão, ao controle e vigilância pela manutenção
    do sistema, é um corpo que representa perigo ao poder em
    diferentes percepções. (ALMEIDA, 2019)

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  27. Marielle não foi somente atacada fisicamente, o que
    resultou em sua execução. Dias após sua morte, ela foi
    atacada virtualmente em forma de fake news, e o objetivo
    dessa viralização de notícias falsas tentaram esvaziar a
    potência e a figura política que ela representava, tornando
    sua execução mero resultado de causa e consequência das
    pautas que ela lutava e defendia. (SANTOS, 2019)
    As Fake News como instrumento de naturalização da morte de pessoas negras
    envolvendo agentes do Estado: caso Marielle Franco | Caroline Santos

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  28. Levantamento das notícias falsas averiguadas por Agências de Checagem.

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  29. Classificação por representação simbólica.

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  30. Neto do Neguinho da Beija-Flor é alvo de desinformação
    Checagem da Agência Lupa

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  31. Eleições e Desinformação
    A candidata Manuela d’Ávila foi alvo de pelo menos 33 links difamatórios na
    página da rede social Facebook – número que o Tribunal Superior Eleitoral
    (TSE) determinou retirar em oito de outubro de 2018 –, os quais, somando o
    alcance desses posts, havia 146.480 compartilhamentos e 5.190.942
    visualizações. (GADELHA & KERR, 2019)

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  32. A Pequena Política e as Fake News contra a Candidata Mulher nas Eleições Presidenciais de 2018 (GADELHA & KERR, 2019)

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  33. Justiça determina que Google retire do ar fake news citada por Russomanno

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  34. Polarização, Hiperpartidarismo e Câmaras de Eco: Como
    circula a Desinformação sobre Covid-19 no Twitter
    (RECUERO, SOARES & ZAGO, 2020)
    Os resultados apontam para uma maior atividade na divulgação de
    links pró-hidroxicloroquina, grupo onde também circula a maior
    quantidade de desinformação e de veículos hiperpartidários. Do
    mesmo modo, a circulação de veículos de mídia tradicional e
    institucionais é bastante reduzida neste grupo, fortalecendo a
    associação entre mídia hiperpartidária e desinformação.

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  35. o Rede polarizada;
    o Duas comunidades;
    o Em vermelho são os usuários;
    o Em azul são os links;
    o Cada comunidade compartilha os
    mesmos links dentro do
    respectivo grupo.

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  36. TRINDADE, 2020
    Análise de frequência de ‘discurso de ódio’ em artigos
    de publicações selecionadas.
    Há uma ‘nova ordem mundial’ a partir de 2012, onde
    discurso de ódio tornou-se parte do cenário digital
    global. No Brasil se destaca o discurso de ódio de
    cunho racista contra pessoas negras.
    Um suposto "colour-blind"; ambientes virtuais e off-
    line não são dissociados; mecanismos de buscas
    reforçam as desigualdades; racismo algorítmico
    (DANIELS, 2009; NOBLE, 2018; SILVA, 2020).

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  37. Acima da desinformação ou notícias falsas na África: outra estratégia para
    controlar a propagação do COVID-19
    Conjuntos de dados sobre como a desinformação promove a percepção
    imunológica da pandemia de COVID-19 na África
    Principais desafios da liberdade da mídia na Melanésia: crise climática,
    liberdade na Internet, notícias falsas e Papua Ocidental
    Um problema
    Mundial

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  38. ONU lança plano de ação
    contra discurso de ódio (link)
    “Em todo o mundo, estamos vendo uma onda perturbadora de
    xenofobia, racismo e intolerância [...]. As mídias sociais e
    outras formas de comunicação estão sendo exploradas como
    plataformas para o fanatismo. Os movimentos neonazistas e
    de supremacia branca estão em marcha. O discurso público
    está sendo armados para ganho político com retórica
    incendiária que estigmatiza e desumaniza minorias,
    migrantes, refugiados, mulheres e os chamados ‘outros’.”
    “O discurso do ódio é uma ameaça aos valores democráticos, à
    estabilidade social e à paz.”
    “Combater o discurso do ódio também é crucial para
    aprofundar o progresso na agenda das Nações Unidas,
    ajudando a prevenir conflitos armados, crimes de atrocidade
    e terrorismo, acabando com a violência contra mulheres e
    outras violações graves dos direitos humanos e promover
    sociedades pacíficas, inclusas e justas.”

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  39. • Monitoramento e Análise do discurso de ódio;
    • Compreender as causas, motivações e atores do discurso de ódio;
    • Engajamento e suporte de vítimas do discurso de ódio;
    • Convocação de atores relevantes;
    • Engajamento com as novas e tradicionais mídias;
    • Uso da tecnologia;
    • Uso da educação como ferramenta para conter o discurso de ódio;
    • Promoção de sociedades pacíficas, inclusivas e justas para abordar as
    causas e os direcionadores do discurso de ódio;
    • Engajamento em Advocacy;
    • Desenvolvimento de orientações para comunicações externas;
    • Alavanque de parcerias;
    • Desenvolvimento de habilidades ONU;
    • Apoio a membros do Estado.
    Compromissos-chave:

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  40. PL 2.630/2020
    “PL das Fake News”
    o O Senado aprovou no dia 30 de junho;
    o Relatório já revisado por organizações da sociedade civil,
    pesquisadores e ativistas, mas ainda há problemas;
    o Sobretudo em relação à privacidade, a proteção de dados, ao
    acesso à Internet e a liberdade de expressão.

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  41. A Coalizão Direitos na Rede – articulação que reúne
    mais de 40 organizações acadêmicas e da sociedade
    civil que atuam na defesa dos direitos digitais – propôs
    sugestões ao texto em discussão, em contribuição para
    a elaboração de uma lei efetiva e democrática para
    enfrentar o fenômeno da desinformação.

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  42. 1. Escopo da Lei (Mecanismos de busca, plataformas e racionalização dos fins econômicos)
    2. Identificação de usuários (Vai contra preceitos constitucionais e contra a Lei Geral de Proteção de Dados)
    3. Rastreabilidade (Requerimentos abusivos de informações pessoais e para as plataformas)
    4. Liberdade de expressão dos usuários (A decisão estaria majoritariamente nas mãos das plataformas)
    5. Relatórios de transparência (Transparências nos processos de moderação e publicidade)
    6. Impulsionamento e publicidade (As plataformas devem garantir a identificação dos responsáveis)
    7. Atuação do poder público (Ads nas redes sociais em campanhas eleitorais conste da prestação de contas)
    8. Conselho de Transparência na Internet (Técnico e multissetorial para a implementação da lei)
    9. Autorregulação regulada (Fortalecimento da ouvidoria prevista e papel dos órgãos)
    10. Sanções (Aprimoramentos sobre as esferas de sanções)
    11. Jurisdição (Reconhecimento da soberania e da jurisdição do país)
    12. Exclusão digital (Exclusão do cidadão que não tem possui dois documentos)
    Propostas da CDR sobre a PL das Fake News | 01 de setembro de 2020
    Tópicos problemáticos e sugestões da CDR:

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  43. O PAPEL DAS
    PLATAFORMAS

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  44. Internet e eleições no Brasil: diagnóstico e recomendações
    Relatório do InternetLab sobre as eleições de 2019/2020
    A reinvenção do marketing político não desprezou ainda outro aspecto essencial
    da transformação no setor de mídia e publicidade: a coleta e o tratamento de
    dados pessoais. Essa foi a lógica por trás da atuação da Cambridge Analytica,
    empresa que ofereceu serviço fundamentado em modelagem psicométrica para
    campanhas políticas, customizando mensagens de marketing a partir da
    personalidade dos indivíduos visados pelas Campanhas [...] A Cambridge Analytica
    foi contratada por duas campanhas políticas de grande porte vitoriosas, a de
    Donald Trump e a pela saída do Reino Unido da União Europeia.

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  45. ‘Santinhos’, memes e correntes: um estudo exploratório sobre spams recebidos por WhatsApp durante as eleições
    Relatório do Internet Lab sobre as eleições de 2018
    Estaria o WhatsApp possibilitando a circulação de conteúdo de
    desinformação (incluindo notícias falsas) com potencial de
    influir no resultado das eleições? O caráter privado dessa
    ferramenta de comunicação, todavia, impõe restrições para a
    análise e compreensão do que efetivamente circulou durante as
    eleições via WhatsApp, da origem dessa comunicação (se
    orgânica ou oficial da campanha), e do impacto que ela possa ter
    tido.

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  46. o Conformidade jurídica;
    o Em 2017 a minirreforma eleitoral incluiu o
    “impulsionamento” como única forma
    permitida de propaganda eleitoral paga na
    internet, porém esse termo é vago;
    o Doação de banco de dados;
    o Mensagem em massa via Whatsapp e números
    estrangeiros.
    Mensagens em
    massa no Whatsapp

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  47. ‘Santinhos’, memes e correntes: um estudo exploratório sobre spams recebidos por WhatsApp durante as eleições
    Relatório do InternetLab sobre as eleições de 2018
    Sistemas de machine learning foram construídos para detectar
    comportamentos abusivos no momento do cadastro, a partir de
    padrões de envio de mensagem e comportamento na plataforma,
    e pelo acúmulo de denúncias de usuários. De acordo com a
    plataforma, cerca de dois milhões de contas foram banidas
    mensalmente por comportamento abusivo entre os meses de
    novembro/2018 e fevereiro/2019.

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  48. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  49. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  50. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  51. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  52. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  53. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  54. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  55. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  56. Semanário InternetLab (acesse aqui)

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  57. Whatsapp implementa atalho de busca

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  58. Twitter questiona o usuário

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  59. Twitter cria novas regras contra propagação de ódio

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  60. FACT-CHECKING
    CHECAGEM DOS FATOS

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  61. International Fact Checking Network
    (IFCN) é uma rede organizada pelo
    Instituto Poynter, dos Estados Unidos,
    que reúne os principais sites de fact-
    checking do mundo.

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  62. Em março de 2017, a International Fact-Checking Network (IFCN) lançou
    um processo para verificar a conformidade das organizações de fact-
    checking com seu código de princípios. Para tanto, os signatários foram
    avaliados em doze critérios diferentes, que incluem metodologia pública,
    listagem de financiadores e compartilhamento claro de fontes. Dezesseis
    meses após o estabelecimento do processo de verificação, ser signatário
    do código de princípios começou a ser considerado um distintivo que
    assegura maior confiabilidade por parte do público, pesquisadores,
    doadores e plataformas tecnológicas. Inclusive, o Facebook exige que seus
    parceiros de verificação de fatos sejam signatários verificados pela IFCN.
    (VETRITTI, 2019)

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  63. Checagem da Agência Lupa nas Eleições de 2018 (BERTOLDO & RIFFEL, 2019)

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  64. CONTRANARRATIVAS
    EM REDE

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  65. AGÊNCIA LUPA
    (clique para conhecer)
    Criada em 2015, a Lupa é a primeira agência de checagem do Brasil;
    Acompanha o noticiário de política, economia, cidade, cultura, educação,
    saúde e relações internacionais;
    Aplica a metodologia de checagem baseada em 8 passos para entender
    “quem fala”, “o que fala” e “que barulho faz”;
    Aplica a metodologia Lupa baseada em oito passos:

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  66. METODOLOGIA AGÊNCIA LUPA
    Observação do que é dito;
    Seleciona a frase que pretende trabalhar;
    Levantamento de tudo o que já foi sobre o assunto;
    Consulta bases de dados oficiais;
    Consulta informações públicas;
    Se necessário solicita informações via LAI;
    Se necessário vai a campo;
    Pode recorrer a análises de especialistas para contextualização.

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  67. ETIQUETAS AGÊNCIA LUPA

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  68. ALGUMAS CHECAGENS

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  69. AOS FATOS
    (clique para conhecer)
    Fundada em julho de 2015, tem como objetivo "fiscalizar o poder";
    Acompanham declarações de políticos e autoridades de expressão
    nacional, de diversas colorações partidárias;
    Aplicam metodologia baseada em 7 etapas:

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  70. METODOLOGIA AOS FATOS
    Seleciona a informação a partir da relevância;
    Consulta quem divulgou a informação para checar a veracidade;
    Procura-se fontes de origem confiável;
    Se necessário, consulta fontes oficiais;
    Se necessário, consulta fontes alternativas;
    Contextualizam;
    Classificam a declaração em uma das sete categorias do Aos Fatos.

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  71. CATEGORIAS AOS FATOS
    O emprego do selo VERDADEIRO é
    simples: a declaração ou a
    informação são condizentes com os
    fatos e não carecem de
    contextualização para se mostrarem
    corretas.
    O selo IMPRECISO só se aplica a
    declarações. Quando a afirmação
    recebe o selo IMPRECISO, significa
    que necessita de contexto para ser
    verdadeira. Ou seja, em alguns
    cenários, é possível que a declaração
    em questão não se aplique.
    O selo EXAGERADO só se aplica a
    declarações. É para quando elas não são
    totalmente falsas, mas estão quase lá.
    Um político disse que fez 100 mil
    creches, mas fez 80 mil? EXAGERADO.

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  72. CATEGORIAS AOS FATOS
    O selo INSUSTENTÁVEL só se
    aplica a declarações. Serve
    àquelas cujas premissas não
    podem ser refutadas nem
    confirmadas. Ou seja, serve
    para quando não há fatos,
    dados ou qualquer
    informação consistente que
    sustentem a afirmação.
    O selo CONTRADITÓRIO é
    usado apenas em
    declarações, quando o
    conteúdo da declaração
    checada é objetivamente
    oposto ao de afirmações ou
    ações anteriores atribuídas à
    mesma pessoa ou instituição
    que ela representa.
    O selo DISTORCIDO é
    usado apenas para boatos e
    notícias com conteúdo
    enganoso. Serve para
    aqueles textos, imagens e
    áudios que trazem
    informações factualmente
    corretas, mas aplicadas com
    o intuito de confundir.
    Se uma afirmação ou uma
    notícia ou um boato têm
    informações sem qualquer
    amparo factual, eles
    recebem o selo FALSO. É
    simples. Basta que os dados
    disponíveis a contradigam
    de forma objetiva.

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  73. ALGUMAS CHECAGENS

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  74. COMPROVA
    (clique para conhecer)
    Se definem como jornalismo colaborativo contra a desinformação;
    É uma iniciativa sem fins lucrativos;
    O projeto reúne jornalistas de 28 diferentes veículos de comunicação do Brasil;
    O objetivo é identificar e enfraquecer as técnicas de manipulação e disseminação
    de conteúdo enganoso;
    Verificam informações de sites, aplicativos de mensagens e redes sociais. Não
    checam comunicados oficiais ou afirmações públicas de políticos ou outras
    autoridades.

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  75. METODOLOGIA COMPROVA
    Usam a metodologia da Checagem Cruzada (CrossCheck) que funciona nos
    seguintes passos:
    O jornalista colaborativo compartilha notas, experiências e passos de
    verificação;
    Três redações participantes revisam e validam os passos de validação e as
    conclusões obtidas;
    Um jornalista ou editor do Comprova escreve o relato para o site explicando os
    passos de checagem e o contexto.

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  76. ETIQUETAS COMPROVA

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  77. ALGUMAS CHECAGENS

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  78. FATO OU BOATO
    (clique para conhecer)
    • Coalizão de checagem de fatos sobre o processo eleitoral.
    • A iniciativa integra o Programa de Enfrentamento a Desinformação nas
    Eleições 2020, que atualmente mobiliza mais de 50 instituições, entre
    partidos políticos e entidades públicas e privadas, para enfrentar os
    efeitos negativos provocados pela desinformação relacionada à
    democracia.

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  79. REDES CORDIAIS
    (clique para conhecer)
    Projeto de educação midiática para comunicadores e influencers;
    O foco é em gerar e disseminar conhecimento e diálogo sobre a
    desinformação;
    Os workshops propõe que as redes sociais sejam usadas para aproximar,
    informar, discussão de liberdades e responsabilidades civis, como evitar o
    compartilhamento de notícias falsas e comunicação não violenta.

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  80. CONTEÚDOS REDES CORDIAIS

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  81. CONTEÚDOS REDES CORDIAIS

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  82. SLEEPING GIANTS Br
    (clique para conhecer)

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  83. SLEEPING GIANTS Br
    (clique para conhecer)

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  84. Social Media Analysis Toolkit (SMAT)
    (clique para conhecer)

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  85. Social Media Analysis Toolkit (SMAT)
    (clique para conhecer)

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  86. Social Media Analysis Toolkit (SMAT)
    (clique para conhecer)

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  87. Social Media Analysis Toolkit (SMAT)
    (clique para conhecer)

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  88. Social Media Analysis Toolkit (SMAT)
    (clique para conhecer)

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  89. Disinformation Tracker
    (clique para conhecer)
    Mapa interativo para apoiar os defensores dos
    direitos humanos na África Subsaariana,
    rastreando e analisando todas as leis, políticas e
    outras ações governamentais à desinformação.

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  90. Guia para Influenciadores Digitais
    (clique para conhecer)
    Pensando em esclarecer essas regras e ajudar os
    influenciadores a entenderem seu papel e responsabilidades no
    pleito eleitoral, o InternetLab e o Redes Cordiais lançam o
    Guia para influenciadores digitais nas eleições 2020, que traz
    luz a esta questão, expondo qual a relação dos influenciadores
    com o debate político-eleitoral e quais os princípios que devem
    ser levados em conta para participar de campanhas eleitorais.

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  91. Guia para Influenciadores Digitais
    (clique para conhecer)

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  92. Podcast Tecnopolítica
    (clique para conhecer)

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  93. Podcast Rádio na Mão
    (clique para conhecer)

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  94. HUB DE RELATÓRIOS AVAAZ

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  95. AVAAZ | CINCO PRINCÍPIOS JURÍDICOS

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  96. GABI OLIVEIRA | DE PRETAS
    Série sobre Fake News em parceria com o Avaaz
    A Gabi Oliveira é youtuber no canal De Pretas e lançou uma série de
    vídeos sobre desinformação em parceria com a Avaaz.
    Os vídeos tratam de como notícias falsas desarticulam o movimento
    negro, sobre o assassinato de Marielle Franco, assassinato do jovem
    Marcus Vinicius, o caso do Caio Revela que sofreu fake News motivada
    por gordofobia e o caso da jornalista Bianca Santana que é alvo de fake
    news pelo presidente eleito.

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  97. DE QUE FORMA CONTRIBUIR?

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  98. Pesquisar o título da matéria entre aspas e também na aba de Notícia;
    Leia o texto, além da manchete;
    Observe o endereço (URL);
    Leia outras notícias do mesmo site;
    Observe se há erros de ortografia;
    Verifique se a matéria é assinada;
    Acompanhar as Agências de Checagem;
    Consultar a Transparência Ativa;
    Seguir jornalistas e pesquisadores nas redes sociais;
    Compartilhar e produzir conteúdo educativo;
    Pressionar as plataformas;
    NÃO COMPARTILHE DESINFORMAÇÃO E DISCURSO DE ÓDIO.

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  99. Recados:
    Referências: http://bit.ly/RefOficinaTais
    Para receber o certificado, favor preencher o form: http://bit.ly/AvaliacaoECertificado

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