Vivem agrupados e, desse modo, retêm a água da chuva e do orvalho. • Medem geralmente poucos centímetros • Não possuem vasos condutores de seiva • Suas estruturas corporais são chamadas de rizoide, cauloide e filoide, pois não podem ser considerados raiz, caule e folhas verdadeiros filoides cauloides rizoides INGEBORG ASBACH / ARQUIVO DA EDITORA 2
não encontramos plantas altas entre os musgos: o transporte de substâncias pelo corpo da plantinha é feito célula a célula e, por isso, é mais lento. Uma planta grande não conseguiria distribuir os nutrientes com a velocidade necessária para atingir todas as células. FABIO COLOMBINI / ACERVO DO FOTÓGRAFO 3
impermeável que os proteja contra a perda de água. Por isso, essas plantas são mais comuns em locais úmidos e que não recebem luz direta do Sol. Nesses locais há menos chance de ocorrer perda de água por evaporação, o que provocaria o ressecamento da planta. Esporófitos dos musgos. ANDY HARMER / SCIENCE PHOTO LIBRARY / LATINSTOCK 4
água é muito importante na reprodução sexuada dos musgos: o gameta masculino (anterozoide) vai ao encontro do gameta feminino (oosfera) nadando com seus flagelos. filoides cauloides rizoides oosfera anterozoides esporófito Esporos caem no solo e originam novas plantas (gametófitos). Gametófito masculino Gametófito feminino Gametófito feminino INGEBORG ASBACH / ARQUIVO DA EDITORA 5
pé de musgo feminino, chamada de esporófito. Essa planta produz esporos, que são levados pelo vento e, quando chegam ao solo, germinam e originam outros pés de musgo. Reprodução assexuada – produção de esporos Reprodução sexuada – produção de gametas esporófito Esporos caem no solo e originam novas plantas (gametófitos). INGEBORG ASBACH / ARQUIVO DA EDITORA Portanto, o musgo alterna duas formas de reprodução: 6
a de um fígado humano. São briófitas de forma achatada, encontradas em locais úmidos. Os filoides têm de 2 cm a 10 cm de comprimento. FABIO COLOMBINI / ACERVO DO FOTÓGRAFO 7