Seminário MDGPE

Ff1381e660703b1cc6dbcd31e10463bb?s=47 Pedro Amado
November 19, 2015

Seminário MDGPE

Partilha de abordagens e experiências: Metodologia(s) utilizadas no âmbito do projeto de doutoramento (ICPD) de Pedro Amado, pamado@ua.pt.

Seminário apresentado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, a 19 de Novembro 2015, a convite do Prof. Dr. Eduardo Aires.

Neste seminário foi apresentada a investigação de doutoramento "Participação de Type Designers portugueses na conceção, desenvolvimento e avaliação de uma comunidade de prática de desenho de tipos de letra.”

Doutoramento realizado no DeCA, na área de Ciências e Tecnologias da Comunicação, sob a orientação da Prof.ª Ana Veloso cujo objeto de estudo é a interação e participação online.

Durante o seminário apresentou-se a motivação inicial, o contexto teórico, o desenho de investigação (perguntas de investigação, hipóteses, modelo de análise, metodologias), e os respetivos métodos e técnicas utilizados na operacionalização empírica. Esta exposição abriu o espaço a duas discussões interessantes: as implicações desta investigação e o futuro contexto tecnológico da atividade.

Mais informações e contactos: https://pedamado.wordpress.com/

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Pedro Amado

November 19, 2015
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  1. SEMINÁRIO MDGPE Partilha de abordagens e experiências: Metodologia(s) utilizadas no

    âmbito do projeto de doutoramento (ICPD) PEDRO AMADO, pamado@ua.pt FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DO PORTO. 19 DE NOVEMBRO 2015 DIGIMEDIA: DIGITAL MEDIA AND INTERACTION DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E ARTE UNIVERSIDADE DE AVEIRO
  2. UNIVERSIDADE DE AVEIRO (JARDIM ZECA AFONSO): HTTPS://WWW.UA.PT/DECA/

  3. DIGIMEDIA: DIGITAL MEDIA AND INTERACTION GROUP: HTTP://WWW.CICDIGITAL.ORG/

  4. ATYPI: ASSOCIATION TYPOGRAPHIQUE INTERNATIONALE: HTTP://ATYPI.ORG/

  5. 6.º ENCONTRO DE TIPOGRAFIA: HTTP://6ET.WEB.UA.PT/

  6. 6.º ENCONTRO DE TIPOGRAFIA: HTTP://6ET.WEB.UA.PT/

  7. None
  8. INVESTIGAÇÃO DE DOUTORAMENTO (ICPD, 2014-10-13) PARTICIPAÇÃO ATIVA NO DESENVOLVIMENTO DE

    COMUNIDADES ONLINE Participação de Type Designers portugueses na conceção, desenvolvimento e avaliação de uma comunidade de prática de desenho de tipos de letra.
  9. CONTEXTO A tecnologia tende a tornar-se ubíqua e as comunidades

    online cada vez mais presentes no trabalho e interação social. (Bruckman et al., 1999; Preece, 2003b; Xie, 2008) O termo Comunidade Online (CO) é utilizado para descrever as muitas formas de interação social através da Internet (Preece, 2000ª)
  10. CONTEXTO O uso da Internet como plataforma para a interação

    social em comunidades, ou em sites de redes sociais online tem crescido ao longo da última década. (Hampton, 2009; Horrigan, 2001; Lenhart, 2009; Lini, 2010; Obercom, 2010)
  11. CONTEXTO TECNOLÓGICO ATUAL SOCIAL WEB TOOLS & SERVICES PODCASTS WIKIS

    REPOSITORIES & OPEN SOURCE FONTS BLOGS FORUMS MAILING LISTS SCHOOLS, COURSES & SYLLABUS PORTALS & FOUNDRIES BOOKS & MAGAZINES JOURNALS & CONFERENCES ASSOCIATIONS 1995 Texto e gráficos estáticos. Abordagem “top-Down” Plataformas democráticas. Publicação “bottom-up” Interação em tempo real ADAPTADO A PARTIR DOS GRÁFICOS ORIGINAIS DE GARY HAYES (2006) E RADARNETWORKS (2007) 2000 2005 2010 WEB 1.0 PARTILHA UBIQUIDADE WEB 2.0 WEB ?... PUBLICAÇÃO
  12. APRESENTAÇÃO DO TEMA O Type Design (TD) consiste na concetualização

    e produção tecnológica dos conjuntos de desenhos de carateres do alfabeto (glyphs, ou glifos), tendo em vista a produção e distribuição em formato digital (fontes). (Lawson, 2002; Drucker, 2003, 2004; Lupton in Willen & Strals, 2009; Chappell & Bringhurst, 1999; Cheng, 2006 )
  13. APRESENTAÇÃO DO TEMA

  14. APRESENTAÇÃO DO TEMA A produção de Type Design consiste numa

    atividade eminentemente individual, faseada em diversas etapas de desenvolvimento, mas que está atualmente sob uma mudança de paradigma devido à influência que as ferramentas e as plataformas digitais online estão a exercer sobre os seus criadores.
  15. QUESTÕES DE INVESTIGAÇÃO Quais os modos de Comunicação Mediada por

    Computador (CMC) que fomentam produção de Type Design (TD) em Comunidades Online (CO)? Como construir uma Comunidade Online e quais os modos de CMC adequados a incluir para fomentar a produção de TD?
  16. MODELO CONCETUAL ORIGINAL (2009)

  17. EVERY COMMUNITY IS DIFFERENT, AND EVERY ADMINISTRATOR OF A COMMUNITY

    IS DIFFERENT, SO AN ASPIRING COMMUNITY LEADER NEEDS TO ADJUST ACCORDINGLY HAUGHEY, M. (2001). BUILDING AND ONLINE COMMUNITY. IN J. RODZVILLA (ED.), WE’VE GOT BLOG (PP. 201-208). CAMBRIDGE: PERSEUS
  18. PROTÓTIPO DA COMUNIDADE ONLINE DESENVOLVIDA: HTTP://WEDRAW.PT/ PRINTSCREEN WEDRAW—VER ATYPI

  19. MODELO CONCETUAL FINAL COMUNICAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR Participação Ativa Membro

    Geral (10%–30%) Membro e Novos Membros Membros Ativos, Linkers/Weavers e Moderadors Lurking Ativo e Passivo Lurking Lurkers (60%–90%) PAPÉIS DE PARTICIPAÇÃO DOS MEMBROS Síncrona Combinada Assíncrona Participantes Comunidade Online (Sistema de Computadores/Site) Ecossistema Online (Outras Comunidades, Grupos, Sites, Ferramentas, ouServiços) Atividade/Prática Membro Ativo (1–15%) Feedback, avaliação, publicação e partilha Ferramenta de Criação / Atividade COMPUTER MEDIATED COMMUNICATION Synchronous Combined Assynchronous Active Participation Members & New Members Active Members, Linkers/Weavers & Moderators Active & Passive Lurking MEMBER PARTICIPATION ROLES Online Community (Computer Systems/Website) Online Ecosystem (Other Communities, Groups, Websites, Tools, or Services) Participants VOIP, Email,... Activity/Practice Feedback, rating, publishing & sharing Activity / Creation Tool
  20. RESULTADOS OBTIDOS PASSIVE LURKER PASSIVE LURKER ACTIVE LURKER ACTIVE LURKER

    MEMBRO GERAL MEMBRO GERAL MEMBRO ATIVO S26 S21 S28 S7 S9 S32 S19 FUNDADOR PAPEL DESEMPENHADO NA CO PAPEL PREVISTO NA CO MODERADOR MEMBRO ATIVO (14%) MEMBRO GERAL (29%) FREE / NEW MEMBER PASSIVE LURKER (29%) ACTIVE LURKER (29%) PARTICIPANTE (GERAL) PARTICIPANTE ATIVO
  21. METODOLOGIAS CONTEMPLADAS (COUTINHO, 2011, PP. 232; CHARMAZ, 2009; TRACY, 2013)

    PLANO DE INVESTIGAÇÃO QUALITATIVOS Investigação em contexto natural. Procura-se a compreensão mais do que a explicação: •  Estudo de caso; •  Etnografia (Netnografia); •  Teoria Fundamentada (?); •  Fenomenologia; •  Análise Iterativa (?).
  22. METODOLOGIAS CONTEMPLADAS (COUTINHO, 2011, PP.302-3) PLANO DE INVESTIGAÇÃO QUALITATIVOS: TEORIA

    FUNDAMENTADA “... procura desenvolver teoria a partir dos dados sistematicamente recolhidos e analisados (...) trata[- se] de uma abordagem que se revela muito útil em estudos centrados na descrição e explicação de fenómenos inseridos em contextos e processos de ensino aprendizagem”.
  23. METODOLOGIAS CONTEMPLADAS (TRACY, 2013, PP.184) PLANO DE INVESTIGAÇÃO QUALITATIVOS: ANÁLISE

    ITERATIVA “... Rather than grounding the meaning solely in the emergent data, an iterative approach also encourages reflection upon the active interests, current literature, granted priorities, and various theories the researcher brings to the data. Iteration is “not a repetitive mechanical task,” but rather a reflexive process in which the researcher visits and revisits the data, connects them to emerging insights, and progressively refines his/her focus and understandings…”.
  24. METODOLOGIA(S) ADOTADA(S) (COUTINHO, 2011, PP. 232; RICHEY & KLEIN, 2005)

    PLANOS MULTI-METODOLÓGICOS OU MISTOS Combinam num mesmo estudo métodos quantitativos e qualitativos: •  Investigação-acção (i-A); •  Estudos de Avaliação (?); •  Investigação analítica; •  Investigação de Desenvolvimento?
  25. INVESTIGAÇÃO-AÇÃO (COUTINHO, 2011, P. 312) PLANOS MULTI-METODOLÓGICOS OU MISTOS: INVESTIGAÇÃO-AÇÃO

    (I-A) “Lomax (1990) define a Investigação-Acção como "uma intervenção na prática profissional com a intenção de proporcionar uma melhoria”
  26. INVESTIGAÇÃO-AÇÃO (GRAY, 2004, P. 374) PLANOS MULTI-METODOLÓGICOS OU MISTOS: INVESTIGAÇÃO-AÇÃO

    (I-A) “[A]n approach that ‘focuses on simultaneous action and research in a participative manner’ (...): •  Research subjects are themselves researchers or involved in a democratic part- nership with a researcher. •  Research is seen as an agent of change. •  Data are generated from the direct experiences of research participants.”
  27. ENQUADRAMENTO TEÓRICO TYPE DESIGN PARTICIPATORY DESIGN COMMUNICATION ONLINE COMMUNITIES PREECE;

    HARA NORMAN; MULLER FISKE; LITTLEJOHN & FOSS BRINGHURST; LUPTON; MIDDENDORP COMMUNICATION DESIGN HUMAN-COMPUTER INTERACTION
  28. METODOLOGIA(S) E INSTRUMENTOS MÉTODOS E INSTRUMENTOS UTILIZADOS 1)  Observação (recurso

    a grelhas / critérios); 2)  Análise documental e de conteúdo; 3)  Estudo de campo (participante / iterativo); 4)  Levantamento de dados (universo atual); 5)  Questionários; 6)  Field Trial / Grupo de Foco (com participantes profissionais / iterativo); 7)  Entrevistas.
  29. FASES E ETAPAS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE C FIELD TRIAL

    FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD 2. Análise das motivações 3. Experiência preliminar 4. Dados exploratórios 5. Identificação & Caraterização VCOP 8. Identificação do universo de TD 6. Identificação do estado da arte, caraterização dos utilizadores e definição dos requisitos técnicos e funcionais 7. Design, implementação e avaliação do protótipo 10. Field Trial 9. Preparação e condução das atividades FASE B CONCETUALIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E PROTOTIPAGEM DE UMA CO
  30. FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD METODOLOGIAS

    E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE A, ETAPA 1: OBSERVAÇÃO DAS COMUNIDADES ONLINE [Identificação e] observação participante (em algumas) das Comunidades Online de Type Design nacionais e internacionais (Tracy, 2013); Grelha de observação (estruturada em tipologia, área e data).
  31. FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD 2.

    Análise das motivações METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE A, ETAPA 2: ANÁLISE DAS MOTIVAÇÕES DOS UTILIZADORES Análise (exploratória!) das motivações dos utilizadores na interação online e criações de artefactos, através do conteúdo publicado Grelha de Observação (critérios de interpretação dos conteúdos adaptados de Bowman, et al., 2003) (Análise de conteúdo ciclo de codificação [primária] Tracy, 2013)
  32. HTTP://TYPOPHILE.COM/NODE/72472

  33. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO: ANÁLISE DE MOTIVAÇÃO

  34. FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD 2.

    Análise das motivações 3. Experiência preliminar METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE A, ETAPA 3: AVALIAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA PRELIMINAR Investigação Participante, qualitativa e de caráter exploratório presencial. Recurso a questionários online e à observação participante numa plataforma online de natureza assíncrona.
  35. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO TYPE DESIGN WORKSHOP AND

    SOFTWARE (FONTSTRUCT) INTRODUCTION , APRIL 19TH, 2010 UA
  36. FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD 2.

    Análise das motivações 3. Experiência preliminar METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE A, ETAPA 3: AVALIAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA PRELIMINAR (CONT.) Workshop (observação participante) em ambiente (quase!) controlado com uma amostra de conveniência
  37. FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD 2.

    Análise das motivações 3. Experiência preliminar METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE A, ETAPA 3: AVALIAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA PRELIMINAR (CONT.) Questionário inicial e final de perguntas de escalas fechadas (caraterização foi crucial...), e respostas abertas (Carmo & Ferreira, 2008; Coutinho, 2011; Hill & Hill, 2009; Oppenheim, 2001); Grelha de observação (objetivos do Guião de Atividades) (Dix et al., 2004).
  38. FASE A PLANEAMENTO E OBSERVAÇÃO 1. Observação CO TD 2.

    Análise das motivações 3. Experiência preliminar 4. Dados exploratórios METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE A, ETAPA 4: RECOLHA DE DADOS EXPLORATÓRIOS DE DOCENTES Amostra Conveniência (?). Metodologias e ferramentas de CMC utilizadas nas atividades letivas (confirmação das suspeitas...) Guião de entrevista semi-estruturado. já suspeitava que ia descartar este público...
  39. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO –  PRIMEIRA FASE (A)

    ETAPA 4: RECOLHA DE DADOS EXPLORATÓRIOS JUNTO DOS DOCENTES DE TIPOGRAFIA OS RESULTADOS DA PRIMEIRA ITERAÇÃO DO WORKSHOP FORAM APRESENTADOS NO ÂMBITO DO I ENCONTRO NACIONAL DE TIPOGRAFIA, NA ESCOLA SUPERIOR DE ARTE E DESIGN DAS CALDAS DA RAINHA EM MAIO DE 2010. DURANTE ESTE EVENTO FOI PLANEADO UM PAINEL DE DISCUSSÃO SOBRE OS MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS EM SALA DE AULA. APROVEITOU-SE ESTA MESA REDONDA PARA AUSCULTAR ESTA AMOSTRA DE DOCENTES NACIONAIS SOBRE AS PRINCIPAIS METODOLOGIAS E FERRAMENTAS DE CMC UTILIZADAS NO ÂMBITO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS, ATRAVÉS DE UM GUIÃO DE ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADO (TABELA 27), MAY 27th 2010, ESAD.CR FIRST PHASE (A) Step 4: Exploratory data gathering (education) 1st Typography Meeting, ESAD.CR, Portugal, May 2010. Education of Type Design Tools & methods used in the classrooms
  40. 5. Identificação & Caraterização VCOP FASE B CONCETUALIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E

    PROTOTIPAGEM DE UMA CO METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE B, ETAPA 5: IDENTIFICAÇÃO E CARATERIZAÇÃO DAS CO DE TD Identificação e caraterização das Comunidades Online de Type Design existentes a nível Nacional e Internacional; Análise documental dos Modos de CMC das CO de TD.
  41. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO PORMENOR DA COMUNICAÇÃO, “COMUNIDADES

    CRIATIVAS ONLINE”, UBI, 26 DE NOVEMBRO DE 2011 C B A
  42. 5. Identificação & Caraterização VCOP FASE B CONCETUALIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E

    PROTOTIPAGEM DE UMA CO METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE B, ETAPA 5: IDENTIFICAÇÃO E CARATERIZAÇÃO DAS CO DE TD (CONT.) Grelha de observação (estruturada em tipo- logia, área, língua, data de criação, número de utilizadores); Grelha de caraterização de CO & VCOP (Preece, 2000; Hara , Shachaf, & Stoerger, 2009); Padrões Sociais (Crumlish e Malone, 2009).
  43. 5. Identificação & Caraterização VCOP 6. Identificação do estado da

    arte, caraterização dos utilizadores e definição dos requisitos técnicos e funcionais 7. Design, implementação e avaliação do protótipo FASE B CONCETUALIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E PROTOTIPAGEM DE UMA CO METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE B, ETAPA 6 & 7: CLASSIC WATERFALL Investigação qualitativa com recurso à observação (do estado da arte), análise documental e metodologia de desenvolvimento de software em abordagem waterfall de UCD / HCI; Colaboração UC Projeto NTC
  44. METHODOLOGY 6 OPERATIONALIZATION –  Second phase (B) STEP 6 &

    7: FUNCTIONAL & USER REQUIREMENTS… AND LOTS OF TESTING! ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS REQUIREMENTS SPECIFICATION ARQUITETURA DO SISTEMA ARCHITECTURAL DESIGN DESENVOLVIMENTO E TESTE CODING AND UNIT TESTING INTEGRAÇÃO E TESTES INTEGRATION AND TESTING SUPORTE E MANUTENÇÃO OPERATION AND MAINTENANCE DESIGN DETALHADO (INTERFACE) DETAILED DESIGN APROVAÇÃO APPROVAL FEEDBACK C B A
  45. 5. Identificação & Caraterização VCOP 6. Identificação do estado da

    arte, caraterização dos utilizadores e definição dos requisitos técnicos e funcionais 7. Design, implementação e avaliação do protótipo FASE B CONCETUALIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E PROTOTIPAGEM DE UMA CO METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE B, ETAPA 6 & 7: CLASSIC WATERFALL (CONT.) Grelha de observação e avaliação de usabilidade com guião de tarefas (Cooper et al., 2007; Dix et al., 2004; Nielsen, 2012; Sharp et al., 2007; Rubin & Chisnell, 2008) auff!...
  46. FASE C FIELD TRIAL 8. Identificação do universo de TD

    METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE C, ETAPA 8: IDENTIFICAÇÃO DO UNIVERSO E DA AMOSTRA Identificação do universo, caraterização da população acessível e seleção da amostra de participantes Pesquisa e análise documental online (universo desconhecido e em expansão!...)
  47. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO –  Third phase (C)

    STEP 8: TYPE DESIGNERS UNIVERSE (AND SAMPLE SELECTION) ONLINE RESEARCH, AND SNOWBALL SAMPLING PESQUISA ONLINE E AMOSTRAGEM DO TIPO “BOLA-DE-NEVE” (Coutinho, 2011; Tracy, 2013) î PROFESSIONAL TYPE DESIGNERS / DESIGNERS PROFISSIONAIS; î PORTUGUESE / NACIONALIDADE PORTUGUESA; î ONLINE PRESENCE / PRESENÇA ONLINE; î PUBLISHED TYPEFACES / TRABALHO TIPOGRÁFICO PUBLICADO; C B A
  48. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO: UNIVERSO DE TYPE DESIGNERS

    PORTUGUESES 186 Universo de Type Design Português 60 (32%) Grupo DTP (Designers sem Tipos Publicados. Profissionais, estudantes, ou amadores com tipos não publicados, distribuidos, ou que carecem da confirmação das informações) 69 (37%) Grupo FS Fontstructors (utilizadores portugueses no Fontstruct) 57 (31%) Grupo TDC Type Designers Confirmados (com tipos publicados, ou em uso. População acessível) 1 (2%) Não contactados 38 (67%) Confirmados 3 (5%) A aguardar resposta 15 (26%) Não responderam 27 (73%) Designers com tipos de distribuição comercial, ou gratuita 10 (27%) Designers com tipos personalizados sem distribuição Grupo TDC Confirmados do Grupo TDC 35 Homens (51%) 48 Ho m ens (84%) 32 Homens (53%) 34 Mulheres (49% ) 31 Homens (82%) 7 Mulheres (18%) 9 Mu lheres (16%) 26 Mulher es (43%) 1 BACHARELATO LICENCIATURA PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO DOUTORAMENTO Outras (Comunicação e Informática) 2 1 Design 2 18 1 4 1 Tipografia 2 5 Arte 2 (5%) 3 (8%) 26 (68%) 7 (18%) 2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 1 2 2 2 2 2 2 2 2 4 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 3 3 6 10 6 2 Caraterização do Universo de Type Design Português Caraterização do perfil do subgrupo de Confirmados TDC Idades (MIN: 23; MÁX: 47; MÉD: 32) Número de sujeitos a publicar pela primeira vez (MIN: 1995; MÁX: 2013; MÉD: 2009) Formação
  49. San Jose (1) San Francisco (1) Guimarães (1) Barcelos (2)

    Braga (1) Vila do Conde (2) Porto (9) Matosinhos (2) Esmoriz (1) Santa Maria da Feira (1) Espinho (1) Lisboa (20) Tomar (1) Leiria (1) Setúbal (1) Cascais (2) Carcavelos (1) Almada (1) Faro (2) 1 2 1 1 1 2 1 1 2 1 1 1 20 1 2 2 9 1 1 1 1 1 1 2 Almada Barcelos Berlim Braga Carcavelos Cascais Esmoriz Espinho Faro Guimarães Helsinki Leiria Lisboa Madrid Matosinhos Paris Porto Roterdam San Francisco San Jose Santa Maria da Feira Setúbal Tomar Vila do Conde Paris (2) Madrid (1) Berlim (1) Helsinki (1) Roterdam (1) Typophile Fontlab Forum Typedrawers Glyphs App Forum ATypI Mailing List Adobe Forums RoboFont Mailing List Robofab Mailing List Fontstruct Superpolator Mailing List Typohraphy Served 17 6 3 5 5 5 2 2 3 1 1 0 Tipos (Custom Typefaces) 1 Tipo 2 Tipos 3 Tipos 4 Tipos 5 Tipos 7 Tipos 8 Tipos 10 Tipos 12 Tipos 35 Tipos 4 7 13 4 3 1 1 2 1 1 1 Distribuição geográfica do grupo TDC Comunidades Online utilizadas: Tipos publicados por sujeito: METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO: UNIVERSO DE TYPE DESIGNERS PORTUGUESES
  50. FASE C FIELD TRIAL 8. Identificação do universo de TD

    9. Preparação e condução das atividades METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE C, PREPARAÇÃO DA CO Modelo(s) de Tarefas; Pré-teste com personas; Pré-teste com 3 utilizadores reais—designers e docentes... tão convenientes! ;); (Sharp, Rogers, & Preece, 2007; Caddick & Cable, 2011) esquizo!!
  51. FASE C FIELD TRIAL 8. Identificação do universo de TD

    9. Preparação e condução das atividades METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE C, PREPARAÇÃO DA CO (CONT.) Guião de Atividades & sessões presenciais; Questionário inicial de perguntas de escalas fechadas; Guião de Observação (atividades, objetivos, tempo, erros, descrições das observações e verbalizações) em Contextual Inquiry & Registo Audiovisual;
  52. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO: TASK MODEL (SESSION 1)

    NAVEGAR DESCOBRIR A COMUNIDADE DESENHAR GRAVAR DESENHO VER DESENHOS E OUTROS POSTS PERSONAL- IZAR A CONTA PESSOAL POST DE APRESENTAÇÃO VER AS CONTAS DE OUTROS UTILIZADORES AVALIAR DESENHOS E POSTS SUBSCREVER UTILIZADORES PARTICIPAR NA COMUNIDADE CRIAR CONTA VER DESENHOS, POSTS, AVALIAR... T3 T5 T6 T1 T4 T2 T7 T8 T9 T13 T10 IDEIA Desenhar um ícone português AÇÃO Desenhar e guardar o desenho Qual o caminho preferido para comoçar a usar? Lêem os termos de serviço? Procuram informação sobre o site ou a equipa? Procuram informação sobre a utilizada/compatibilidade da ferramenta? Na altura de desenhar, o que é que precisam para o fazer, ou para o fazer melhor? INTERAÇÃO Avaliar desenhos, fornecer feedback Como é que os utilizadores preferem avaliar? Qual a motivação para o fazer, ou reação que esperam ter ao feedback? Preferem interagir com os desenhos (comentar/avaliar) ou interagir com os utilizadores? APRENDIZAGEM Os utilizadores procuram ver primeiro como se interage na comunidade, ou “entram a matar?” Descoberta das convenções, criação de conteúdo
  53. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO: TASK MODEL (SESSION 2)

    PARTICIPAR NA COMUNIDADE GUARDAR E SUBMETER AO DESAFIO DESENHAR VER DESENHOS E OUTROS POSTS CRIAÇÃO E PARTILHA DE CONTÉUDOS AVAL O V DO NOVO DESENHO VERSÃO ADAPTADA DE OUTRO PARTICIPAÇÃO NA (RE)DEFINIÇÃO DO DESAFIO DESCOBRIR NOVIDADES PÁGINA MAIN SUBSCREVER UTILIZADORES CONSULTAR O ESTADO DO DESAFIO CONSULTAR SUBSCRIÇÕES CONSULTAR FEEDS VER DESENHOS E OUTROS POSTS AVALIAR DESENHOS E POSTS APRENDIZAGEM Atualização e participação INTERAÇÃO Avaliar desenhos, fornecer feedback Como é que os utilizadores preferem avaliar? Qual a motivação para o fazer, ou reação que esperam ter ao feedback? Preferem interagir com os desenhos (comentar/avaliar) ou interagir com os utilizadores? Desenham versões para fornecer feedback? O que é que motiva os utilizadores a consultar primeiro Descobrem o feed de toda atividade? Navegam em profundidade? Procuram a discussão no fórum? AÇÃO Desenhar e guardar o desenho Qual a forma preferida? Novo, ou versões dos próprios ou de outros? Entendem a forma de participação no desafio? Redefinem o desafio face às novas contribuições? Sentem necessidade de prolongar a discussão no fórum? Qual a forma preferida? Novo, ou versões dos próprios ou de outros? Fazem-no no blog, ou no fórum, ou noutra plataforma/redes sociais? Entendem a forma de participação no desafio? Redefinem o desafio ou querem fazer outros desafios? Sentem necessidade de prolongar a discussão no fórum? T15 T17 T18 T19 T21 T16 Conseguem atualizar / alterar a submissão se quiserem? Apercebem-se disto, ou o primeiro impulso é que não conseguem alterar? Gostavam que a submissão congelasse? Ou preferem as melhorias constantes?
  54. FASE C FIELD TRIAL 8. Identificação do universo de TD

    10. Field Trial 9. Preparação e condução das atividades METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO FASE C, ETAPA 10: FIELD TRIAL FINAL Focus Group online (Stewart, 2005; Rezabek, 2000); Guião (inicial) de Objetivos e Atividades. Execução livre e imprevisível das atividades do modelo de tarefas; Observação, Entrevista & Questionário final em Contextual Inquiry a sério? ainda há duvidas?!...
  55. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS DO TRABALHO EMPÍRICO

  56. METHODOLOGY 6 OPERATIONALIZATION

  57. PROBLEMAS E PERGUNTAS COM ORIGEM NA(S) ABORDAGENS UTILIZADAS COMO IDENTIFICAR

    UNIVERSOS INFINITOS? AMOSTRAS RELEVANTES? A amostragem do tipo “bola de neve” é suficiente? Quais os critérios para a seleção dos casos/ elementos/sujeitos/participantes das amostra?
  58. PROBLEMAS E PERGUNTAS COM ORIGEM NA(S) ABORDAGENS UTILIZADAS [EXISTÊNCIA DE]

    HIPÓTESES INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA “... os planos estritamente qualitativos não apresentam hipóteses no desenho da metodologia...” Modelo clássico (linear (ICPD) definem hipótese(s) inicial(ais). Modelos atuais (circulares),.. err... •  Tracy (2013) & Coutinho (2011): não definem, apenas perguntas; •  Flick (2008): hipóteses iniciais; •  Creswell (2002): proposições; •  Charmaz (2009): hipóteses processuais; •  Silverman (2014): “there is no specific hypothesis at the outset (...) hypotheses are produced (or induced) during the early stages of research”
  59. PROBLEMAS E PERGUNTAS (DENZIN E LINCOLN, 2000, P. 5. CIT.

    POR COUTINHO, 2011 FIABILIDADE DOS DADOS NA INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA “... É neste contexto que emerge o conceito de ‘triangulação’ entendido como uma combinação de pontos de vista, métodos e materiais empíricos diversificados susceptíveis de ‘constituírem uma estratégia capaz de acrescentar rigor, amplitude e profundidade à investigação’”
  60. PROBLEMAS E PERGUNTAS (DENZIN E LINCOLN, 2000, P. 5. CIT.

    POR COUTINHO, 2011 FAZER SITES COM & PARA PESSOAS É DIFÍCIL... Número de participantes (massa crítica, loop de intensificação) (Walther, 1996); Tempo de maturação da comunidade (duração do Field Trial da CO) (Preece, 2000); Recursos (desenvolvimento e manutenção da plataforma digital);
  61. HTTP://PEDAMADO.WORDPRESS.COM/2014/10/29/UXHCI-OPEN-SEMINARS-BIEKE-ZAMAN/ É POSSÍVEL DESENVOLVER UM PROCESSO PARTICIPATIVO? “Participatory Design, as

    involving users in Design. It’s more like a moral stance in order to empower the people for whom you are designing for (…) In theory it’s wonderful. In practice it’s difficult. It is really difficult. But it’s not because it’s difficult that we should avoid it”.
  62. HTTP://WWW.TED.COM/TALKS/ALESSANDRA_OROFINO_IT_S_OUR_CITY_LET_S_FIX_IT AS PESSOAS QUEREM MESMO PARTICIPAR? É POSSÍVEL?

  63. FUTURE IMPLICATIONS VÍDEO DA ADOBE FONT ARK PROTOTYPO SITES AUTOMÁTICOS—THE

    GRID? PROJECT FACES - ADOBE MAX 2015 - SNEAK PEEKS (HTTPS://WWW.YOUTUBE.COM/WATCH?V=BCUO9ULVVQ4)
  64. FUTURE IMPLICATIONS “ARTIFICIAL INTELLIGENCE” DESIGN: HTTPS://THEGRID.IO/

  65. FUTURE IMPLICATIONS PARAMETER BASED FONT DEVELOPMENT: HTTPS://WWW.PROTOTYPO.IO/

  66. FUTURE IMPLICATIONS PARAMETER BASED ONLINE FONT EDITOR : HTTP://FONTARK.NET/FARKWP/

  67. FUTURE IMPLICATIONS IMAGEM DO JONNHY CAB DO TOTAL REKALL “JOHNNY

    CAB”, TOTAL RECALL, 1990
  68. TRABALHO FUTURO We need a working Graphic / Type Design

    version control system –  (van Blokland, 2013) Better strategies such as gamification and use of social strategies for collaboration to promote user engagement and positive interactions –  (New Media Consortium, 2014)
  69. TRABALHO FUTURO We need a working Graphic / Type Design

    version control system –  (van Blokland, 2013) Better strategies such as gamification and use of social strategies for collaboration to promote user engagement and positive interactions –  (New Media Consortium, 2014)
  70. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Coutinho, C. P. (2011). Metodologia de Investigação em

    Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática. Coimbra: Almedina. Tracy, S. (2013). Qualitative Research Methods: Collecting Evidence, Crafting Analysis, Communicating Impact (p. 368). Chichester: Wiley-Blackwell. Charmaz, K. (2009). A construção da teoria fundamentada: guia prático para análise qualitativa. Porto Alegre: Artmed. Gray, D. E. (2004). Doing Research in the Real World (1st ed., p. 441). London: SAGE Publications. Carmo, H., & Ferreira, M. M. (2008). Metodologia da Investigação – Guia para Auto-aprendizagem (2nd ed.). Lisboa: Universidade Aberta. Hill, M. M., & Hill, A. (2009). Investigação por Questionário (2nd ed.). Lisboa: Sílabo. Oppenheim, A. N. (2001). Questionnaire Design, Interviewing and Attitude Measurement. New York: Continuum. Preece, J. (2000). Online Communities: Designing Usability, Supporting Sociability. New York: John Wiley. Hara, N., Shachaf, P., & Stoerger, S. (2009). Online communities of practice typology revisited. Journal of Information Science, 1–18. doi:10.1177/0165551509342361
  71. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Crumlish, C., & Malone, E. (2009). Designing Social

    Interfaces: Principles, Patterns, and Practices for Improving the User Experience. (O. Media, Ed.). Sebastopol: O’Reilly Cooper, A., Reimann, R., & Cronin, D. (2007). About Face 3: The Essentials of Inteaction Design (p. 648). Indianapolis: Wiley Publishing, Dix, A., Finlay, J., Abowd, G., & Beale, R. (2004). Human-Computer Interaction (3rd ed., p. 834). London: Prentice Hall. Nielsen, J. (2012). Usability 101: Introduction to Usability. Nielsen Norman Group. Retrieved March 22, 2014, from http://www.nngroup.com/articles/usability-101-introduction-to-usability/ Sharp, H., Rogers, Y., & Preece, J. (2007). Interaction Design. Chichester: John Wiley & Sons. Rubin, J., & Chisnell, D. (2008). Handbook of Usability Testing: How to Plan, Design, and Conduct Effective Tests (p. 384). John Wiley & Sons. Caddick, R., & Cable, S. (2011). Communicating the User Experience. West Sussex: John Wiley & Sons. Stewart, K. (2005). Researching online populations: the use of online focus groups for social research. Qualitative Research, 5(4), 395–416. doi:10.1177/1468794105056916 Rezabek, R. J. (2000). Online Focus Groups: Electronic Discussions for Research. Forum: Qualitative Social Research, 1(1). Richey, R., & Klein, J. (2005). Developmental research methods: Creating knowledge from instructional design and development practice. Journal of Computing in Higher Education, 16(2), 23–38. doi: 10.1007/BF02961473