como rede de apoio geram espaço de inclusão e acolhimento. São ambientes onde encontramos outras pessoas querendo aprender, tirar suas dúvidas e compartilhar experiências. Sem as comunidades certamente muita gente não encontraria caminhos de desenvolvimento, principalmente quem não tem disponibilidade financeira para pagar cursos e certificações. Através das comunidades, temos a oportunidade de incluir muitas pessoas no mercado (lembrando que o mercado digital está enfrentando um gap grande de profissionais disponíveis), de aumentarmos nossa rede de integração e de exponencializarmos aprendizado."
Nubank "O que é comunidade? Se olharmos a etimologia da palavra temos algo como comum unidade, ou qualidade do que é comum, ou seja, um agrupamento de pessoas que possuem algo que partilham. Para mim, fazer parte da comunidade ágil brasileira é me conectar com pessoas que estão buscando partilhar um novo jeito de enxergar as organizações e a construção de produtos. Mais do que o conhecimento trocado, eu sou muito grato pelas amigas e pelos amigos que ganhei. E sempre que eu posso, eu agradeço ao Breno Campos por ter aberto essa porta que mudou a minha vida."
PicPay "O trabalho com comunidades me proporcionou um espaço intenso de aprendizado, de colaboração, de visibilidade e de conexão. Eu devo muito do que sou e conquistei profissionalmente e pessoalmente às comunidades, porque foi de lá que recebi convites de bench, propostas de trabalho, pude co-criar projetos e essas oportunidades são maravilhosas. Acima de tudo fiz amigos incríveis que foram e são apoio nas minhas mudanças, alegria nas minhas festas e troca em todos os encontros!"
Durante anos eu fui alguém experimentando novas maneiras de fazer gestão, mas de uma forma isolada, "dentro da caverna". Naquele tempo as comunidades não existiam de forma "online". Esse isolamento me levou a frustração, dado que alguns problemas eu não conseguia resolver. Cheguei a pensar que o mundo de TI não tinha solução. Que eu deveria era largar tudo e vender coco na praia. Hehe. Em 2013, depois de um treinamento, comecei a interagir com pessoas "de fora da caverna". Em 2014 passei a frequentar conferências. Um mundo de possibilidades se abriu. Um mundo de pessoas conectadas umas com as outras, experimentando e compartilhando conhecimento. Pessoas que faziam parte de organizações fantásticas, que tinham muito a ensinar sobre esse novo jeito de se trabalhar. Foi assim que, um dia, fui convidado a trabalhar com a K21. E é assim que hoje eu tento retribuir um pouco dessa esperança e força que as comunidades me deram. O Love the Problem, no final, é a tentativa de fazer isso de uma maneira acessível. Não cito aqui nenhuma comunidade em específico porque a conexão entre as partes é mais importante do que cada parte em si. Aprendizado compartilhado é o futuro! Conectemo-nos!"
(2013) em uma empresa que acredita muito na agilidade até hoje. Teve um momento que queria expandir esse conhecimento, conheci agilidade.org e eventos. Tudo isso me estimulou a compartilhar esse conhecimento via agile.pub assim como aprender muito mais. Sendo um meio para eu me entender como agilista de verdade."
na Agilidade eu conheci muitas pessoas incríveis. E eu tive cada vez mais vontade de aprender mais porque eram pessoas que me deixavam tranquilo e me inspiravam. Nesse primeiro momento, eu tive uma rede de apoio sensacional e hoje eu sei que eu consigo ajudar muitas pessoas também."
ágeis são partes integrantes da minha formação como pessoa, inclusive apoiam meus valores humanos. Sou muito grata de poder aprender, compartilhar, participar, dividir e me conectar com tantas pessoas diversas e fazer parte dessa grande inteligência coletiva humana."
"A comunidade fortalece o movimento de agilidade e apoio ao desenvolvimento de pessoas. As pessoas vão ajudando quem está querendo transitar por um caminho, ir para um outro papel ou que estão inseguras. As pessoas se tornam mentoras umas das outras, trazendo as suas vivências, práticas, abordagens e inspirando."