A P O I O O FUTURO PÓS-ELEIÇÕES FRANCISCO CUNHA M U N D O , B R A S I L , P E R N A M B U C O E R E C I F E FÁBIO MENEZES agendaTGI P A I N E L 2 0 2 3
de acordo com dados da ONG Global Footprint Network • 9 de dezembro em 1970; • 4 de novembro em 1980; • 11 de outubro em 1990; • 23 de setembro em 2000; • 7 de agosto em 2010; • 28 de julho em 2022.
mercadorias, sob a proteção da cobertura de vacinas, a atividade econômica está sendo vitaminada por pesadas injeções de recursos, com origem em programas sociais temporários. No total, considerando transferências de renda turbinadas, corte de impostos, antecipação de 13º salário para aposentados e permissão para saques no FGTS somam algo como R$ 300 bilhões, o equivalente a robustos 3% do PIB, a irrigar a economia, mas só até o fim do ano....
com a pandemia. Entre 2019 e 2021, o orçamento familiar de 9,6 milhões de pessoas recuou para a linha de pobreza, como aponta o estudo Mapa da Nova Pobreza do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social). O ano de 2021 se encerrou apontando 62,9 milhões (29,6% da população total) com renda per capita de até R$ 497 mensais, que corresponde a linha internacional de U$S 5,50 por dia ajustada por paridade de poder de compra – o maior nível da série histórica iniciada em 2012.
para reduzir a pobreza, o que não se consegue apenas com distributivismo social. Em estudo recente, o Banco Mundial indicou o que precisa ser feito para o Brasil “acelerar o crescimento econômico e recuperar o progresso social”. Entre as ações propostas estão: políticas para aumentar a produtividade e formação da força de trabalho do futuro; fortalecimento do sistema de saúde; políticas para acelerar a inclusão financeira e digital da população vulnerável; aperfeiçoamento da gestão de recursos naturais, com garantia de acesso às terras; e melhora nas ações de transferência de renda. Isso demonstra que, neste momento, a batalha contra a fome e a pobreza é mais importante do que a batalha pela igualdade.
50 anos ainda é uma das grandes economias do planeta. E olha que não tem muita dificuldade para ser a terceira ou a quarta” Não é o Lula que vai fazer isso funcionar ou não. É o planeta que está organizando uma economia e isso vai ser bom para o Brasil”
ele está dizendo? Gente, vamos transformar a Amazônia em fonte de equilíbrio do planeta, em fonte de renda para o Brasil. Tem dinheiro para fazer isso no mundo inteiro. Só o fundo Amazônia são 3 bilhões de dólares que estavam aí e foram congelados porque o Bolsonaro não quis deixar usar. O mundo tem 40 trilhões de dólares de dinheiro ambiental para gastar no Brasil. É 20, 25 vezes o PIB do Brasil. É muito dinheiro.
o Estado recebeu quando vendeu a CELPE, Paulo Câmara pagou calado o pacote de dívidas (a maior parte em dólar) que recebeu dos tempos em que Pernambuco, crescia em “ritmo de China”.
do Recife, Pernambuco será um Estado mais próspero e com mais qualidade de vida e justiça social se adequando às exigências das mudanças climáticas mas tirando o máximo proveito da maior exposição ao sol no semiárido e do excesso de ventos no litoral na geração de energia limpa e mais barata para o desenvolvimento.
do Recife, Pernambuco será um Estado mais próspero e com mais qualidade de vida e justiça social, por meio de um empreendedorismo privado reforçado e dinâmico e de uma gestão pública mais eficaz, suportados por ciência, tecnologia e inovação de ponta (em estreita articulação com as universidades públicas e privadas locais) e por uma educação de alta qualidade em todos os níveis, com uma infraestrutura adequada às exigências do desenvolvimento, além de sustentável do ponto de vista ambiental e climático (não só se adequando às exigências das mudanças climáticas mas tirando o máximo proveito da maior exposição ao sol no semiárido e do excesso de ventos no litoral na geração de energia limpa e mais barata para o desenvolvimento).
um salto de qualidade capaz de adequar o modelo de desenvolvimento estadual às novas e acentuadas exigências político-econômico-sociais- ambientais, nacionais e internacionais, decorrentes da pós-pandemia, da nova geopolítica mundial e das mudanças climáticas aceleradas.
a céu aberto. Cada rua, cada capela ou igreja, cada cruzeiro, cada praça, cada estabelecimento, cada bairro, tem a sua história.” Leonardo Dantas da Silva
sem uma conexão definida e sem sinalização adequada. Urge promover a reconexão deste acervo fantástico para dar sentido de unidade aos bairros centrais da cidade.
HISTÓRIA DO RECIFE e de Pernambuco onde encontramos, praticamente em cada esquina, referências físicas ou imateriais de memória do passado mais antigo ao mais recente. O problema é que essas referências estão dispersas pelo território sem uma conexão definida e sem sinalização adequada. Urge promover a reconexão deste acervo fantástico para dar sentido de unidade aos bairros centrais da cidade.
Igreja do Paraíso Matriz de Santo Antônio Conceição dos Militares Rosário dos Pretos Igreja do Espírito Santo Basílica e Convento do Carmo Ordem Terceira do Carmo / Igreja de Santa Tereza Concatedral de São Pedro dos Clérigos Igreja de Nossa Senhora do Livramento dos Homens Pardos Basílica da Penha Igreja de São José do Ribamar Igreja de Nossa Senhora do Terço Exceto pela Igreja do Paraíso, derrubada para a construção da Av. Guararapes, todas as demais, erguidas nos Séculos XVIII e XIX continuam de pé.
igrejas e dos seus pátios na cidade barroca pós- holandesa continua existindo só que diluído quase que sob o atual tecido predominante rodoviário que foi implantado a partir dos anos 1940 em Santo Antônio e São José. A simples conexão entre as edificações religiosas, do norte para sul, lembra que a “recostura” do território fragmentado deve se dar pelo traçado de um roteiro que una esses pontos e os reconecte com outros de interesse histórico e cultural e ajude a rearmar o “quebra-cabeças” desmontado.
11 12 13 14 15 16 18 17 19 20 21 23 24 25 26 27 28 30 31 29 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 1 Praça do Arsenal Rua do Bom Jesus 1ª Sinagoga das Américas Praça do Marco Zero Igreja do Corpo Santo Igreja da Madre de Deus Paço Alfândega Ponte Maurício de Nassau Observatório Hem. Sul Praça da República Palácio do Governo Igreja do Paraíso Igreja de Santo Antônio Avenida Guararapes Rua da Palma 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Ponte Buarque de Macedo 11 12 Teatro Santa Isabel 13 Palácio de Justiça 14 Convento Santo Antônio 15 Capela Dourada 16 Edifício JK 17 Praça do Sebo 18 19 20 21 22 Praça da Independência 23 Igreja Conceição dos Militares 24 25 Palácio da Boa Vista 26 Basílica do Carmo 27 Igreja Ordem 3ª do Carmo Igreja Rosário dos Pretos Praça 17 / Cais do Imperador Igreja do Espírito Santo Antigo Grande Hotel Pátio / Igreja do Livramento Praça Dom Vital Mercado de São José Basílica da Penha Igreja de Santa Rita Rua das Calçadas Forte das Cinco Pontas Museu do Trem Casa da Cultura Rua Tobias Barreto Rua das Águas Verdes 37 Igreja São José do Ribamar 38 39 Praça Frei Caneca 40 Matriz de São José 41 Largo das Cinco Pontas 42 Praça Sérgio Loreto 43 Galo da Madrugada 44 Estação Central do Metrô 45 46 47 48 49 Avenida Dantas Barreto 50 Travessa dos Martyrios 51 52 Pátio de São Pedro 28 29 30 31 32 33 34 35 36
igreja a música do órgão e as vozes femininas de dois séculos. Um voo de pomba acaricia o espaço quieto. O Espírito Santo baixará no pátio de São Pedro. Mauro Mota
manuscritos e fotográficos, em formato digital, produzido pela companhia Editora de Pernambuco para consulta universal de pesquisadores e estudiosos acervocepe.com.br
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