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Histórias do Design no Rio Grande do Sul

Histórias do Design no Rio Grande do Sul

Apresentação completa do livro, com todos os autores.

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Fernanda Hoffmann Lobato

September 06, 2021
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Transcript

  1. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Marcos da

    Costa Braga Maria do Carmo Gonçalves Curtis Organizadores
  2. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL O livro

    é o resultado dos trabalhos desenvolvidos na disciplina ‘Tópicos Especiais em Design: História Social do Design no Brasil’, do Programa de Pós- Graduação em Design e Tecnologia da UFRGS, oferecida em agosto e setembro de 2019. Por meio de parceria interinstitucional, o curso originado na Pós-graduação da FAU USP em 2007, que gerou diversas publicações de histórias inéditas, foi replicado por meio de dois módulos nos quais a docência foi exercida pelos profs. Marcos Braga e Maria do Carmo Gonçalves Curtis da UFRGS.
  3. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Trata-se do

    mesmo curso que foi oferecido nos PPGs em Design da UEMG em 2016 e 2019 e na UFPR em 2013, que também resultaram em publicações de histórias inéditas ou pouco conhecidas pela historiografia do design no Brasil. A proposta, em todos esses cursos, é pesquisar histórias regionais e locais de design no Brasil, não só para sanar lacunas e promover a inclusão de conhecimento sobre a práxis do design fora do eixo Rio -São Paulo na historiografia nacional de design, o que por si só já seria justificativa suficiente, mas também para dar condições de se avançar na proposição de narrativas amplas sobre as origens e o desenvolvimento da prática do design em nosso país. Pesquisas com base em fontes primárias, métodos bem delimitados e temas inéditos ou com novas luzes sobre os conhecidos, contextualizados no espaço social e no tempo.
  4. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Os trabalhos

    do curso são avaliados e devolvidos aos alunos para ciência dos comentários e sugestões do docente. Os alunos são estimulados a revisarem esses trabalhos, após essa devolução, complementarem a pesquisa e adequarem o texto para publicação em Congressos, periódicos e/ou, como neste caso, em livro na forma de capítulo. O livro, portanto, cumpre o objetivo de divulgar histórias inéditas no Rio Grande do Sul, sobre uma das práticas projetuais e criativas brasileiras para lembrar à memória nacional, tão esquecida ou condicionada a esquecer, que não somos apenas um país periférico pressionado para ser reduzido a um mercado consumidor. E sim que somos também um produtor de boas ideias e Design.
  5. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Um eixo

    comum nos capítulos do livro foi a abordagem histórica, sob um enfoque da História Social, que contempla as relações entre os agentes sociais envolvidos nos episódios pesquisados. A abrangência temática reflete a natureza polissêmica do design, e a complexidade da institucionalização da prática projetual como profissão no cenário local. O que explica, em parte, porque a institucionalização foi precedida e influenciada por uma extensa e heterogênea gama de profissionais como tipógrafos, marceneiros, artesãos, artistas, ilustradores, arquitetos, engenheiros, publicitários, jornalistas.
  6. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL O critério

    para organizar as seções do livro foi a cronologia, em vez de categorias preconizadas pelos projetos investigados. Afinal, a disciplina que deu origem ao livro visa o estudo da formação e da consolidação do campo profissional do design moderno e industrial do Brasil, no século XX.
  7. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL O que

    implica investigar as ideias, as instituições, a cultura material e os profissionais que integram a prática projetual no cenário rio-grandense do recorte cronológico. São aspectos do aporte conceitual e empírico acerca a formação do campo profissional, conforme as condições socioeconômicas, culturais e tecnológicas peculiares ao cenário local. Assim, o encadeamento cronológico desta produção historiográfica se divide em três seções: História e cultura, Trajetória de empresas e Ensino e pesquisa.
  8. CAPÍTULO.01 HIBRIDISMO CULTURAL NA TRAJETÓRIA DA FÁBRICA DE MÓVEIS REEPS,

    NO VALE DO TAQUARI, RS Christiano Pozzer Vinícius Gadis
  9. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Porto Alegre

    Lajeado Região dos Pampas ocupação - sec. XVIII Grandes estâncias agropecuária Região da serra ocupação - 1823 | 1870 | 1920 Colônias familiares Pequenas indústrias Colonização Germânica no RS 3 fases de imigração A cada nova leva de imigrantes, conflitos culturais eram sentidos entre os recém chegados com as famílias anteriores. Os imigrantes da terceira fase em sua maioria chegaram por iniciativa individual e interessados em funções urbanas.
  10. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL 1923 1948

    1954 1960 Gerhard Reeps chega a Lajeado Harmuth Reeps assume a fábrica 1919 1925 1945 1960 1914 1938 Iª G.M. IIª G.M. Brasília Rep. Weimar Richard kieser Bauhaus Dessau Fundação da Fábrica Reeps Semi-industrialização da fábrica 1932
  11. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Cadeira BAUHAUS

    Gerhard R. Para uso pessoal. 1927
  12. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Linha MONTECARLO

    Harmuth R. Fracasso comercial. 1956
  13. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Preferência do

    público local Preferência dos Reeps Intermediário “híbrido”
  14. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Modelos híbridos,

    com desenho “clássico” e para produção em série Modelos modernos, com desenho funcionalista escandinávo Showroom da Reeps, março de 1960.
  15. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Cadeira Neus

    Cadeira Nouveau
  16. Para viabilizar sua subsistência, a Reeps teve que negociar expressões

    da cultura material germânica, explorando projetos híbridos. A precoce intenção modernista de projeto —circa1930 —faz da família Reeps um evento raro na historiografia do design brasileiro. As relações de Richard Kieser—sogro de G. Reeps—com a fundação da Bauhaus Dessau e Gropius se mostra como interessante escopo para futuras pesquisas.
  17. CAPÍTULO.01 HIBRIDISMO CULTURAL NA TRAJETÓRIA DA FÁBRICA DE MÓVEIS REEPS,

    NO VALE DO TAQUARI, RS Christiano Pozzer Vinícius Gadis
  18. CAPÍTULO.02 O ASPECTO TIPOGRÁFICO DO JORNAL TEUTO-GAÚCHO DEUTSCHES VOLKSBLATT 1871

    A 1902 DennisMessadaSilva
  19. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL

  20. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL

  21. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL

  22. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL

  23. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL

  24. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL

  25. CAPÍTULO.02 O ASPECTO TIPOGRÁFICO DO JORNAL TEUTO-GAÚCHO DEUTSCHES VOLKSBLATT 1871

    A 1902 DennisMessadaSilva
  26. CAPÍTULO.03 DESIGN EDITORIAL GAÚCHO NO SÉCULO XX: ANÁLISE GRÁFICA DAS

    CAPAS DOS LIVROS DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO Thaís Cristina Martino Sehn
  27. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL João Simões

    Lopes Neto João Simões Lopes Neto (1865 –1916) é um dos autores que reinventou a “literatura regionalista” do Rio Grande do Sul (RS). O autor deu voz a um gaúcho pobre que lidava com o campo, permitindo registrar o folclore e as histórias orais da região, com o maneirismo verbal que era contado no local. Seu primeiro livro -Cancioneiro Guasca -foi publicado em 1910, mas somente em 1949 Simões ficou conhecido nacionalmente.
  28. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Objetivo Neste

    estudo objetiva-se investigar de que modo a capa consegue expressar ou não o texto contido na obra –abordagem do conto gauchesco –e, mais especificamente, como os elementos tipicamente gaúchos são representados nas capas dos livros através do design, verificando, ainda, se houve mudanças nestes elementos de representação da ideia de cultura gaúcha.
  29. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Metodologia •

    A análise a que se propõe este estudo se dá sobre os aspectos formais dos paratextos dos livros selecionados, tais como: capa, contracapa e folha de rosto. • O método de análise gráfica é baseada em Villas-Boas (2009), Dondis (2003) e Zeni (2019). • Através do cruzamento da revisão teórica sobre os elementos considerados tipicamente gaúchos, com as capas analisadas, será traçado um estudo demonstrando como a capa expressa ou não esses valores, e se é possível identificar mudanças desses elementos representativos.
  30. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Valores gaúchos

    identificados A. Coragem; disponibilidade para luta; possibilidade de lutar por seus ideais até a morte; B. Fraternidade entre os homens; C. Liberdade; vida independente (sem família ou laços afetivos, na medida em que o herói está sempre disposto a participar de conflitos armados); também associado a subir no cavalo e andar livremente pelos campos; D. Valorização da relação com o espaço e a natureza, representado pelo pampa e a campanha; valorização da relação com os animais, principalmente com o cavalo; E. A prática de fazer carne assada e tomar chimarrão.
  31. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Capas analisadas

  32. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL 1910 e

    1983 • A figura do gaúcho pilchado realizando atividades caracterizadas como sulinas e visível apenas na primeira (1910) e ultima edição (1983) analisada;
  33. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Até os

    anos 1930 • 1912, 1913 e 1926: Predominam capas com tipografias e clichês pouco representativos da identidade do gaúcho (mas condizentes com o contexto histórico-social das editoras do período);
  34. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL 1953 e

    1974 • Os personagens eleitos para suas capas, apesar de representarem alguns valores que concordam com o que foi levantado no resgate histórico, não condizem visualmente com a representação tradicional do gaúcho, ou seja, homem adulto solitário (ou entre amigos homens) vestindo o traje típico local.
  35. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Editora Universal

    –sede em Pelotas (RS) • Nas edições da Editora Universal (1910, 1912 e 1913) foi possível perceber um padrão no posicionamento dos paratextos entre os volumes analisados, o que poderia indicar uma intenção de unidade nos volumes da editora.
  36. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Considerações finais

  37. CAPÍTULO.03 DESIGN EDITORIAL GAÚCHO NO SÉCULO XX: ANÁLISE GRÁFICA DAS

    CAPAS DOS LIVROS DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO Thaís Cristina Martino Sehn
  38. CAPÍTULO.04 TRAMONTINA, INOVAÇÃO E DESIGN: UMA TRAJETÓRIA DE PRODUTO A

    ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS Paula Scomazzon Maria do Carmo Gonçalves Curtis
  39. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Procedimentos metodológicos

    Duas entrevistas temáticas foram realizadas para identificar como o design e a inovação estiveram presentes no negócio e averiguar quais os produtos que mais marcaram a sua trajetória. Elisa Tramontina Sócia proprietária do Design Único Riccardo Bianchi Diretor Industrial Tramontina TEEC Objetivo do estudo Compreendercomo o design e a inovação tem contribuído à trajetória da Tramontina. Pesquisa documental junto a colaboradores.
  40. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Produtos que

    marcaram 1974 1978 2010 2018 2010 2016
  41. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL • Milagre

    Econômico (1968-73); • Crise do Petróleo (1973); • Início da compreensão das empresas e do Governo Federal sobre benefícios da inserção do design em termos de avanços tecnológicos; • A partir de 1968, a posição econômica da indústria progride em relação à agricultura; • Mário Bianchi começa a atuar na empresa; • Inspiração em produtos estrangeiros (Itália); • Investimento na aparência estético-formal dos produtos. • Crise mundial (iniciada em 2008); • Crise econômica brasileira (2014); • Design passa a ser compreendido na empresa em termos de competitividade; • Foco em produtos mais econômicos; • Otimização nos processos de fabricação; • Investimento na diferenciação pela alta performance; • Foco em produtos mais complexos; • Estúdio Design Único passa a projetar para a empresa (2008); • Lançamento das T store (2013). 1970-1980 2009-2019
  42. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL O que

    o leitor encontra no capítulo: • Trajetória da empresa Tramontina; • Produtos que mais marcaram essa trajetória na opinião dos entrevistados; • Tipo de inovação que esses produtos representam para a empresa (produto, processo ou marketing); • Contextualização dos períodos de inovação dos anos 1970-1980 e 2009-2019 nos níveis nacional, regional e empresa; • Objetivo da inovação de cada período estudado: variedade de produtos, performance ou fatia de mercado; • Característica atual mais marcante em termos de inovação na empresa; • Evolução da percepção do design desde os anos 1970 até o momento atual.
  43. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Adaptado de

    Bucolo, 2015 DanishDesign Ladder
  44. CAPÍTULO.04 TRAMONTINA, INOVAÇÃO E DESIGN: UMA TRAJETÓRIA DE PRODUTO A

    ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS Paula Scomazzon Maria do Carmo Gonçalves Curtis
  45. CAPÍTULO.05 BETTANIN E SEU LEGADO NO DESIGN DE UTENSÍLIOS DE

    LIMPEZA Gabriela Cerveira Sallenave
  46. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Objetivos ◂

    Traçar, do ponto de vista da História Social, as principais características que levaram a Bettanin, a se destacar no cenário nacional por meio do design e se tornar líder de vendas em seu segmento. na década de 1980. ◂ Análise das inovações no âmbito do design decorrentes da implementação das matérias-primas poliméricas. ◂ Compreender quais os posicionamentos tomados pela empresa frente às adversidades presentes nos diferentes cenários rio- grandenses e qual o papel do design nessa trajetória.
  47. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Bettanin Evolução

    1878 -1914 A família chega ao Brasil e começa a produzir chapéus de palha. 1914 -1947 A família trabalha em outros ramos até a fundação da Bettanin em 1947. 1878 1914 1926 1934 Nascimento de Nilo Nascimento de Dante 1926 Nascimento de Cezar 1947
  48. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Cezar e

    Dante fazem a sua primeira viagem ao exterior e importam maquinário da marca inglesa Evans 1947 1953 1964 1966 1947 Nilo (21) e Cezar (19) iniciam um atacado de utilidades domésticas e após um incêndio na fábrica de vassouras do pai criam a Bettanin & Cia Ltda. 1953 Em decorrência da inflação Cezar, em conjunto com os seus irmãos, decide encerrar as operações no varejo, vender o estoque e com esse valor adquirir um terreno na BR-116. A empresa passa então a operar sob o registro de Bettanin Industrial S.A e foca na manufatura de escovas, vassouras e pincéis. 1964 Fundação Da Atlas 1969 Fundação da Sanremo e uso do polipropileno 1960 Implementação do polietileno 1975 Polo petroquímico de Triunfo (RS)
  49. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL HOJE 1977

    1980 1986 1977 -Noviça Primeira vassoura de fios sintéticos coloridos. 1980 -Esfrebom Após adquirir a fórmula química e os desenhos dos equipamentos, a Bettanin passa a produzir esponjas. Primeira remessa de escovas para Austrália 1975 Polo petroquímico de Triunfo (RS)
  50. CAPÍTULO.05 BETTANIN E SEU LEGADO NO DESIGN DE UTENSÍLIOS DE

    LIMPEZA Gabriela Cerveira Sallenave
  51. CAPÍTULO.06 GAD’: TRAJETÓRIA E MUDANÇAS NOS ASPECTOS COMUNICACIONAIS DE UM

    ESCRITÓRIO DE DESIGN Letícia Bono, Maria do Carmo Curtis e Vinicius GadisRibeiro
  52. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Trajetória

  53. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Aspectos comunicacionais

    1980 1990 2010 2000 Portfolio Equipes O que Como Para quem Perfis Posicionamento Mensagem Mercado
  54. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Portfolio Design

    gráfico, editorial, sinalização Identidade visual, merchandising Design total: design gráfico, editorial, sinalização, identidade visual, merchandising, embalagem, arquitetura Branding design gráfico, editorial, sinalização identidade visual, merchandising, embalagem, arquitetura, identidade marca, estratégia marca, identidade corporativa Internacionalização, estratégia, mídia digital, branding, design gráfico, editorial, sinalização, identidade visual, merchandising, embalagem, arquitetura, identidade marca, estratégia marca, identidade corporativa Ano 1980 1990 2000 2010 Público externo consumidores dos produtos e serviços consumidor experiencia, consumidores dos produtos e serviços colaboradores internos nos clientes, consumidor experiencia, consumidores dos produtos e serviços empresas adquiridas clientes, colaboradores internos nos clientes, consumidor experiencia, consumidores dos produtos e serviços O que Para quem Posicionamento Não identificado “Tudo que não acontece por acidente, acontece por Design” “O design que decide” “Building brands, transforming business” “Brand and design consultancy -transforma empresas e negócios, através das marcas” Abrangência (clientes) Estado RS Brasil Brasil, Chile Outros países, Brasil Como
  55. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Ano 1980

    1990 2000 2010 Escritórios/unida des Porto Alegre Qtde empregados Perfil profissional jornalistas, publicitários, designers, arquitetos administradores, antropólogos, jornalistas, arquitetos, publicitários, designers Para quem Mensagem interna Planos, metas Resultados, planos, metas Valores (compromisso social), troca de experiencias, metas Valores, resultados, planos, metas O que Porto Alegre São Paulo, Campinas, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Porto Alegre Porto Alegre, São Paulo 20 50 200 + terceiros 140 + terceiros arquitetos jornalistas, publicitários, designers, arquitetos Planos, metas Resultados, planos, metas Como
  56. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL 1980 1990

    2010 2000 Morfologia/ Modulação Sintaxe Semântica Gestão Tarefa Processo Sistema Negócio Intangível Tangível Estético Estratégico Design Foco
  57. CAPÍTULO.06 GAD’: TRAJETÓRIA E MUDANÇAS NOS ASPECTOS COMUNICACIONAIS DE UM

    ESCRITÓRIO DE DESIGN Letícia Bono, Maria do Carmo Curtis e Vinicius GadisRibeiro
  58. CAPÍTULO.07 A WEB NO BRASIL: O INÍCIO DO DESIGN NA

    PROCERGS Fernanda Hoffmann Lobato
  59. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL https://garotadpi.com.br/

  60. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL https://garotadpi.com.br/

  61. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL https://garotadpi.com.br/

  62. CAPÍTULO.07 A WEB NO BRASIL: O INÍCIO DO DESIGN NA

    PROCERGS Fernanda Hoffmann Lobato
  63. CAPÍTULO.08 A IMPLANTAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DESIGN NO RIO GRANDE

    DO SUL: UFRGS E UNISINOS Rafael PeduzziGomes Maria do Carmo Gonçalves Curtis Vinicius GadisRibeiro
  64. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL A presente

    pesquisa teve por objetivo investigar como ocorreu a implantação de dois Programas de Pós-Graduação em Design de Porto Alegre, RS, alocados nas universidades UFRGS (2007) e Unisinos (2008). Foram averiguadas: • as motivações para a criação dos PPGs; • as áreas de conhecimento originárias e as primeiras linhas de pesquisa; • as conexões entre as implantações dos programas; • os contextos histórico, geográfico e mercadológico; • as diferenças entre os processos decorrentes da condição de universidades pública e particular. Foram levantados dados atualizados acerca dos PPGs e das instituições por meio de seus websites. Também foram realizadas cinco entrevistas, sendo três docentes da UFRGS e dois da Unisinos, participantes da implantação do PPG de suas universidades.
  65. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Quadro 1

    – fontes entrevistadas na pesquisa.
  66. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Quadro 3

    – dados das instituições pesquisadas.
  67. HISTÓRIAS DO DESIGN NO RIO GRANDE DO SUL Esperamos contribuir

    para a memória brasileira sobre a Pesquisa em Design e sobre como as relações institucionais e de implantação de um programa de pós-graduação podem revelar questões acerca da própria área do Design, como a interdisciplinaridade, em especial no tocante à região Sul. Contribuições • a relação da pós-graduação stricto sensu com os cursos de graduação e especialização; • a relação com a CAPES e com outras instituições; • o apreço e a necessidade dos professores pela pesquisa; • a interdisciplinaridade; • as diferenças entre universidades públicas e privadas quanto à sua produção de Pesquisa em Design; • o reflexo dos contextos políticos, científicos e tecnológicos na Pesquisa em Design • a relação da Pesquisa em Design com outras áreas de conhecimento • o PPG Design UniRitter, ainda não investigado, pode apontar em estudos futuros para novas questões na inserção da pós-graduação no contexto local. Discussão e questões para estudos futuros
  68. CAPÍTULO.08 A IMPLANTAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DESIGN NO RIO GRANDE

    DO SUL: UFRGS E UNISINOS Rafael PeduzziGomes Maria do Carmo Gonçalves Curtis Vinicius GadisRibeiro
  69. marcavisual.com.br