função : ℕ → ℝ. Por tradição escrevemos , ao invés de (), para o valor de em k. Entendi! É por isso que as sequências são escritas como listas infinitas tipo 0 , 1 , 2 , 3 , … , , ...
3 4 5 6 7 Na realidade Surfista essa lista dos valores assumidos pela sequência é confundida, na prática, com a própria sequência. A sequência, propriamente dita é o conjunto de pares ordenados 1, 1 , 2, 2 , … , , , … Ela se confunde com seu gráfico, o conjunto de pontos em vermelho na figura acima.
lim →∞ = então, para cada precisão > 0 escolhida você consegue resolver o problema inverso: Obter um número natural > 0 com a propriedade − < sempre que > .
“entram” na faixa amarela de largura entorno de = 0, a partir de = 9. Para esse , = 9 é a resposta ao problema inverso: Obter um número natural > 0 com a propriedade − < sempre que > .
que, para cada > 0 escolhido, há um ∈ ℕ que torna a implicação > ⇒ − < . verdadeira. Portanto para provar que a sequência = (1 + 1/) converge para o número não basta garantir a implicação acima apenas para dois valores de ( = 0.2 e = 0.1). É a matemática ...
tenho para visualizar que → é: Para cada precisão escolhida > 0, a sequência toda, exceto um pedacinho (os anteriores a N) fica dentro de uma “bola de raio entorno de r”.
escolhida, você quebra a sequência em dois grupos, um com infinitos termos e outro finito. E, a garantia de convergência, consiste em: guardar o grupo infinito, todinho, na caixinha minúscula, de largura envolta de r.
geométrica que o Newton, que falava em fluxões. Sim Loirinha. Newton pensava mais fisicamente nas coisas. Pensava em fluxos, velocidades e acelerações.
é um sinônimo de “hard analysis” Acredite se quiser, Loirinha! Um bom Cálculo Numérico exige conhecimentos mais profundos de alguns aspectos teóricos da matemática do contínuo.
t é tempo e y posição. Então ↦ = () descreve como varia a posição de um ponto (um carro) sobre o eixo-y (uma estrada) em função do tempo. tempo posição
(azul) por (0 , 0 ) e (1 , 1 ). Quando 1 → 0 teremos 1 → 0 e, como assumimos que a curva é suave, a reta passa de secante à tangente (vermelha) por (0 , 0 ).
∆ ∆ será a velocidade instantânea na posição 0 . A ideia de Newton! Surfista, você não pode dividir por zero. Além disso teremos também 1 = 0 de forma que o quociente Τ ∆ ∆ ficará indeterminado!
evanescentes? E o que são esses mesmos incrementos evanescentes? Eles não são, nem Quantidades finitas, nem Quantidades infinitamente pequenas, não são nada. Não poderíamos chamá-las de fantasmas de quantidades mortas?
triângulo rosa Τ ∆ ∆ = , onde é o ângulo do vértice (0 , 0 ). A inclinação da reta secante. Repetindo: A inclinação da reta secante dá a velocidade média!
perdemos o ângulo que mede a inclinação da reta tangente. O valor numérico de dá a velocidade instantânea em 0 . Porque é o limite das velocidades médias.
chapéus de bruxa! Vou usar funções chapéu na construção. O formato dos chapéus será como abaixo: 1. Largura variável L, e altura fixa 1. 2. Abas com largura L/3 e a base do cone também.
+ 21 chapéus t 1 1 ℎ3 1/33 1/32 1/31 7 = 20 + 21 + 22 chapéus • A 1ª função, ℎ1 : [0,1] → ℝ, será a da figura anterior, com = 1. • Na 2ª, ℎ2 : [0,1] → ℝ, substituímos as abas da 1ª por 2 chapéus de largura /3. • Na 3ª, ℎ3 : [0,1] → ℝ, substituímos as abas dos 2 chapéus acrescentados por 22 chapéus de largura /32. • Assim por diante – construiremos uma chapelaria!
para cada ∈ 0,1 por ℎ = lim →∞ ℎ . Chapéus com uma infinidade de tamanhos. A função ℎ: [0,1] → ℝ é contínua. Porém possui uma infinidade de pontos “angulosos”, isto é, não é derivável numa infinidade de pontos de seu domínio.
ℎ: [0,1] → ℝ possui uma infinidade de pontos de descontinuidade. Mestre, o gráfico de ℎ é uma escadaria muito diferente da escadaria da igreja da Penha. É uma escadaria muito doida!
medida de comportamento de uma função é a sua taxa de variação (de crescimento ou decrescimento) em cada ponto. Que papo careta! Problemas não são crianças para receber nota sobre comportamento.
é maior que algumas centenas de unidades, como ∆ ≅ , 0 |∆|, o valor de ∆ não será exageradamente maior que o de |∆|. E os retornos ↦ = (), mediados pelo computador, não serão prejudicados.
condicionado. f 0 (0 ) ∆ ∆ Porém, quando o valor de , 0 é muito grande, da ordem de milhares de unidades, a propagação de uma perturbação |∆|, mesmo pequena, poderá prejudicar o resultado ↦ = .
para grandezas atômicas, mas nem entra em cogitação para uma viagem de avião. É importante observar que medidas absolutas dependem da ordem de grandeza das coisas.
existe também o condicionamento relativo. Ele é dado pelo limite do quociente entre as variações relativas da em Τ , (∆)() (), e do argumento em Τ , ∆ : (, ) = lim ∆→0 Τ |(∆)() ()| Τ |∆ | , desde que as divisões sejam possíveis, é claro.
Singles, Doubles ou Quads (32, 64 ou 128 bits). Lembrem-se nos computadores (leia IEEE 754/2008) o erro relativo é sempre o Eps, que independe dos números envolvidos.
Kingdom Tower tem 1.000 de altura e uma base ≈ 100. Se nosso edifício de erro relativo tivesse uma base igual, sua altura seria de 100 = 100 × 1.000 E pensar que o nosso Pão de Açúcar tem míseros 395!
mais significativos da fração são iguais e, na subtração, eles se cancelam, restanto os últimos. Como, com 99 ,99% de certeza, os floats32 apresentam erro na 24ª casa binária da fração, após a normalização, esse erro é então promovido para as primeiras casas. 0 0 0 0 X X
melhor a aproximação. É o motivo fundamental de Python, dos Físicos e Engenheiros usarem precisão dupla. Trabalhando com precisão dupla (float64) conseguimos uma resposta correta, posto que, para = 294.001, = − 294. = 0.00099 ⋯ 76 ≅ 0.001. Dos 15 dígitos ficamos com 10.2 – uma boa margem de confiança.
elementar no IEEE 754. Como é o condicionamento de ? Então Loirinha, seja r a função radiciação, = , para ≥ 0. Sabemos que = Τ 1 2 , ≠ 0 . Assim temos, para > 0: = = Τ 1 2 .
estimará também os erros absoluto e relativo propagados por f em a partir de () e Eps. Vamos mostrar o programa prometido. Ele receberá: • a expressão () da função f , • a expressão de sua derivada , • o valor de .