e efeito, para funções há a exigência adicional de serem definidas para todo elemento ∈ . Em outras palavras, se ⊂ × é uma função, então = . Entretanto não se exige que ℐ = . Por isto Y é denominado contradomínio.
ser associado à uma relação ⊂ × . Nesse caso, a condição é descrita pela relação R. Já os dados e a incógnita podem ser elementos tanto de X como de Y.
de ∈ tal que , para ∈ dado. O elemento ∈ pode até não existir ou, se existir, não ser único. Os problemas inversos normalmente estão associados à resolução de equações.
e imagem, como fez o Surfista. Dados Incógnita Problema Condição A solução de um problema inverso associado a uma relação R (ou uma função f ) é sempre dada pela relação inversa −1 (ou pela função inversa −1).
por = −1, quando a matriz A é inversível. Pois é sabichão, mas computacionalmente não é assim que procedemos! Calculamos a solução via fatoração LU da A, usando pivotamento parcial por coluna. Um método que, além de ser mais rápido, é estável.
mais coisas entre o Céu e a Terra (e a Análise Numérica) que nossa vã inteligência pode sequer imaginar! É a nossa motivação para o curso de Cálculo Numérico!
-2 -3 1 2 3 O gráfico da função : ℝ → ℤ definida por ↦ = possui uma quantidade enumerável de pontos de descontinuidade: todos os inteiros. Uma escada bem maior que escadaria da Igreja da Penha!
mais geométrica que o Newton, que falava em fluxões. Sim Loirinha. Newton pensava mais fisicamente nas coisas. Pensava em fluxos, velocidades e acelerações.
na curva descrita por g e assuma que ela é suave nesse ponto (não faz biquinho!). Agora, vamos considerar um outro valor 1 para t e o correspondente 1 = (1 ) 1 1
e y posição. Então ↦ = () descreve como varia a posição de um ponto sobre o eixo-y em função do tempo. Nesse caso 0 é sua posição no instante 0 e 1 no instante 1 . tempo posição
∆ será a velocidade instantânea na posição 0 . A ideia de Newton! Surfista, você não pode dividir por zero. Além disso teremos também 1 = 0 de forma que o quociente ∆ ∆ ficará indeterminado!
evanescentes? E o que são esses mesmos incrementos evanescentes? Eles não são, nem Quantidades finitas, nem Quantidades infinitamente pequenas, não são nada. Não poderíamos chamá-las de fantasmas de quantidades mortas?
triângulo rosa ∆ ∆ = , onde é o ângulo do vértice (0 , 0 ). A inclinação da reta secante. Repetindo: A inclinação da reta secante dá a velocidade média!
perdemos o ângulo que mede a inclinação da reta tangente. O valor numérico de dá a velocidade instantânea em 0 . Porque é o limite das velocidades médias.
na construção. O formato dos chapéus será como abaixo: 1. Largura variável L, e altura fixa 1. 2. Abas com largura L/3 e a base do cone também. Será uma coleção de chapéus de bruxa!
+ 21 chapéus t 1 1 ℎ3 1/33 1/32 1/31 7 = 20 + 21 + 22 chapéus • A 1ª função, ℎ1 : [0,1] → ℝ, será a da figura anterior, com = 1. • Na 2ª, ℎ2 : [0,1] → ℝ, substituímos as abas da 1ª por 2 chapéus de largura /3. • Na 3ª, ℎ3 : [0,1] → ℝ, substituímos as abas dos 2 chapéus acrescentados por 22 chapéus de largura /32. • Assim por diante...
∈ 0,1 por ℎ = lim →∞ ℎ . A função ℎ: [0,1] → ℝ é contínua. Porém possui uma infinidade de pontos “angulosos”, isto é, não é derivável numa infinidade de pontos de seu domínio.
do crescimento/decrescimento (do comportamento) da função que descreve o problema. Que papo careta! Problemas não são crianças para receber nota sobre comportamento.
0 e f e independente de . Dadas: • uma função : (, ) → ℝ, ↦ = (), • uma variação ∆ = − 0 do argumento num ponto 0 ∈ (, ), • e a correspondente ∆ = − 0 , sempre há um grande interesse em medir a taxa de variação ∆/∆.
absoluto da derivada da f no ponto 0 . Uma medida local do crescimento/decrescimento da f em 0 . Isso mesmo, quanto mais inclinada a reta tangente, maior o valor de (0 ) .
uma função : → é descontínua num ponto 0 ∈ , basta uma variação mínima em para um salto em . 0 = (0 ) f É pior caso de mau condicionamento, pois lim ∆→0 | − 0 − 0 | = +∞. = () ∆ ∆
é maior que algumas centenas de unidades, como ∆ ≅ , 0 |∆|, o valor de ∆ não será exageradamente maior que o de |∆|. E os retornos ↦ = (), mediados pelo computador, não serão prejudicados.
condicionado. f 0 (0 ) ∆ ∆ Porém, quando o valor de , 0 é muito grande, da ordem de milhares de unidades, a propagação de uma perturbação |∆|, mesmo pequena, poderá prejudicar o resultado ↦ = .
= (), tais que 0 = (0 ), são bem condicionadas em = 0 quando: (0 ) ≤ , para M da ordem de até algumas centenas de unidades. A reta tangente ao gráfico de f, por 0 , 0 fica dentro de um cone de semi-abertura M.
de limitação de crescimento”. Os valores máximos das derivadas e os ângulos estão indicados. Esta imagem ajuda a concretizar as ideias sobre limitações na ordem de grandeza do número de condicionamento. Como já dito, os valores aceitáveis serão bem maiores que estes desenhados.
para grandezas atômicas, mas nem entra em cogitação para uma viagem de avião. É importante observar que medidas absolutas dependem da ordem de grandeza das coisas.
existe também o condicionamento relativo. Ele é dado pelo limite do quociente entre as variações relativas da em , (∆)() (), e do argumento em , ∆ : (, ) = lim ∆→0 |(∆)() ()| |∆ | , desde que as divisões sejam possíveis, é claro.
é o fator de ampliação do incremento relativo (percentual) ∆ /|| nos dados de entrada. Como no caso do condicionamento absoluto, se ↦ = () é suave em , então |(Δ)()|/|()| ≅ , |Δ|/||
for grande, da ordem de centenas de unidades. Loirinha, a nota que distinguirá os alunos problemas bem ou mau comportados será, de fato, o número de condicionamento relativo.